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    A Casa do Dragão: Quem são os Negros?

    Os Negros, anteriormente conhecidos como o partido da princesa, era a facção da Casa Targaryen e seus partidários que apoiaram a ascensão de Rhaenyra Targaryen como Rainha dos Sete Reinos e se opuseram aos Verdes durante a Dança dos Dragões e os anos que a precederam.

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    O BRASÃO

    Os Negros carregavam um brasão que era a união de outros brasões com significados importantes:

    • O dragão vermelho Targaryen: O brasão pessoal de Rhaenyra e dos Targaryen;
    • A lua e o falcão da Casa Arryn: Homenagem a mãe de Rhaenyra, Aemma Arryn;
    • O cavalo-marinho prateado no verde mar da Casa Velaryon: Homenagem ao primeiro marido de Rhaenyra, Laenor Velaryon, bem como para os Velaryons em geral, que estavam entre os principais apoiadores dos Negros.

    ORIGEM DOS NEGROS

    Em 111 d.C., um grande torneio foi realizado em Porto Real no quinto aniversário do casamento do Rei Viserys I Targaryen com Alicent Hightower; durante a festa de abertura, a Rainha Alicent usou um vestido verde, enquanto a Princesa Rhaenyra se vestiu com o vermelho e preto da Casa Targaryen. A partir daí, tornou-se costume referir-se a “verdes” e “negros” quando se falava da rainha e da princesa, respectivamente.

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    PRINCIPAIS CASAS APOIADORAS

    • Targaryen;
    • Arryn;
    • Greyjoy;
    • Stark;
    • Tully;
    • Velaryon.

    OUTRAS CASAS E VASSALOS APOIADORES

    Os Negros tiveram apoio de vários nomes importante de diversas grandes casas e vassalos do Norte, das Terras Fluviais, de Dorne e outras áreas de Westeros; como por exemplo:

    • Bar Emmon;
    • Blackwood;
    • Borrell;
    • Buckler;
    • Caswell;
    • Celtigar;
    • Cerwyn;
    • Corbray;
    • Darklyn;
    • Darry;
    • Dustin;
    • Footly;
    • Frey;
    • Harte;
    • Hayford;
    • Hornwood;
    • Staunton;
    • Massey;
    • Mooton;
    • Mullendore;
    • Oakhearth;
    • Rosby;
    • Roote;
    • Royce;
    • Rowan;
    • Smallwood;
    • Stark;
    • Stokeworth;
    • Sunderland;
    • Swann;
    • Tarly;
    • Wode e
    • Yronwood.

    MEMBROS REAIS DOS NEGROS

    • Rainha Rhaenyra Targaryen, montou Syrax;
    • Príncipe Daemon Targaryen, montou Caraxes;
    • Príncipe Jacaerys Velaryon, montou Vermax;
    • Príncipe Lucerys Velaryon, montou Arrax;
    • Príncipe Joffrey Velaryon, montou Tyraxes;
    • Príncipe Aegon Targaryen, montou Tempestade;
    • Príncipe Viserys Targaryen, possuía um ovo de dragão;
    • Princesa Rhaenys Velaryon, montou Meleys;
    • Lady Baela Targaryen, montou Bailalua e
    • Lady Rhaena Targaryen, possuía um ovo de dragão (e depois mais três).

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    O CONSELHO NEGRO

    • Rainha Rhaenyra Targaryen, Rainha dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos;
    • Príncipe Daemon Targaryen, Protetor do Reino;
    • Lorde Corlys Velaryon, Senhor das Marés, Mestre de Driftmark e Mão da Rainha;
    • Princesa Rhaenys Targaryen;
    • Príncipe Jacaerys Velaryon;
    • Príncipe Lucerys Velaryon;
    • Príncipe Joffrey Velaryon;
    • Lorde Bartimos Celtigar, Senhor da Ilha da Garra;
    • Lorde Staunton, do Descanso de Rook;
    • Lorde Gormon Massey, Senhor de Stonedance;
    • Lorde Bar Emmon, de Ponta Afiada;
    • Lorde Gunthor, Darklyn de Valdocaso e
    • Grande Meistre Gerardys, anteriormente Meistre em Pedra do Dragão.

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    A GUARDA REAL DOS NEGROS

    • Sor Steffon Darklyn, Senhor Comandante da Guarda da Rainha (1º);
    • Sor Lorent Marbrand, Senhor Comandante da Guarda da Rainha (2º);
    • Sor Glendon Goode, Senhor Comandante da Guarda da Rainha (3º);
    • Sor Erryk Cargyll;
    • Sor Lyonel Bentley;
    • Sor Harrold Darke;
    • Sor Adrian Redfort e
    • Sor Loreth Lansdale.

    DESERTORES VERDES

    • Lorde Humfrey Bracken, Senhor da Sebe de Pedra;
    • Sor Luthor Largent.

    A série A Casa do Dragão (House of the Dragon), spin-off de Game of Thrones chega ao catálogo da HBO Max no próximo domingo, dia 21 de agosto.

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    Coríntio: Conheça o Pesadelo de Sandman

    Na recente estreia da série Sandman, podemos ver que para além de toda a fama do protagonista Senhor do Sonhar, o personagem Coríntio serve como um antagonista e serial killer que possui habilidades tão impressionantes quanto sua maldade.

    Isso nos chamou a atenção e nos fez querer conhecer um pouco mais da história do personagem.

    Criado pelo escritor Neil Gaiman e pelo artista Mike Dringenberg, o personagem aparece pela primeira vez na HQ Sandman #10, publicada originalmente em novembro de 1989.

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    ORIGEM

    Sonho/Morpheus/Sandman, o Senhor do Sonhar.

    O Coríntio é um Pesadelo feito carne criado pelo Perpétuo Sonho, também conhecido como Morpheus ou Sandman, em seu reino chamado Sonhar. Sua função é perseguir os sonhadores e amedrontá-los em seus sonhos. No mundo desperto, após o aprisionamento de Morpheus, Coríntio se torna por conta própria um serial killer.

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    Sua principal característica, além da elegância e sagacidade são suas bocas em seus globos oculares ao invés de olhos, por isso o Corinto usa sempre óculos escuros para ocultar sua bizarra forma natural.

    A origem do nome do Coríntio não é clara. Muitos acreditam que seu nome é uma referência ao livro da Bíblia, Coríntios, ou à cidade-estado da Grécia Antiga, Corinto; mas como os Perpétuos foram criados há incontáveis eras atrás, não sabe-se ao certo quando Sonho criou seu reio e seus habitantes, incluindo Coríntio.

    O Coríntio é um Pesadelo criado por Sonho para ser um “espelho negro”, feito para refletir tudo sobre si mesmo que a humanidade não enfrentará. Mas quando Morpheus foi aprisionado por humanos por um século, o Coríntio escapou dos limites do Sonhar e tornou seu terror real ao assassinar humanos.

    Quando Morpheu finalmente escapou e recuperou seu poder, logo tratou de deter o sadismo de Coríntio e o recriou como uma figura mais palatável.

    PODERES E HABILIDADES

    Coríntio se alimenta dos olhos de suas vítimas como uma forma de escapismo, de ficar mais próximo do que é ser humano. Apesar de não ter olhos, o Corítio tem uma visão excelente, força e velocidade sobre humanas e também uma incrível resistência à dor, capaz de resistir às chamas sem ter sua pele queimada.

    Para este Pesadelo, consumir os olhos de suas vítimas lhe permite ver o que elas viram em suas vidas e, em alguns casos, até ver o futuro, além de lhe proporcionar um imenso e sádico prazer.

    Quando ele domina uma vítima, os olhos são consumidos e substituídos por dentes, e os cabelos da vítima ficam brancos. Durante o processo, as órbitas oculares sangram profusamente, mas depois, ele se assemelha à sua vítima na maioria das características e pode, portanto, personificá-la.

    EQUIPES E AFILIAÇÕES

    Junto com Gault e o Verde do Violinista, Coríntio é um dos Pesadelos do grupo chamado de Os Três Grandes Arcanos, que foram criados por Sonho exclusivamente para fazer com que os humanos enfrentem seus medos enquanto dormem; mas, ao se emancipar do Sonhar durante a ausência de Morpheus, ao longo dos anos com seus muitos assassinatos, Coríntio se tornou um ícone e inspiração para os Colecionadores, um grupo de serial killers americanos.

    CURIOSIDADES

    Recentemente foi anunciada uma nova história em quadrinhos de Sandman sendo publicada que se concentra exclusivamente em Coríntio como o personagem central. A HQ chama-se The Sandman Universe: Nightmare Country – a mais recente entrada da série de quadrinhos spin-off que Gaiman supervisiona pessoalmente desde 2018 – e é escrito por James Tynion IV, que acabou de ganhar o Eisner Award de Melhor Escritor pelo segundo ano consecutivo.

    Em entrevista, Tynion explica o que o fascina no Coríntio: 

    O Coríntio é uma das melhores imagens de terror da história dos quadrinhos. Ele é uma figura tão assustadora, e ele se inclina para esse conjunto central de medos de forma poderosa e aterrorizante. Ele é essencialmente o santo padroeiro dos assassinos em série.”

    Vale lembrar que Coríntio não é o primeiro personagem de Sandman a ganhar suas próprias páginas, afinal das páginas das HQs de Neil Gaiman viram uma família muito famosa: os Constantine.

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    OUTRAS MÍDIAS

    Para além da forma que as narrativas de Sandman são construídas nos quadrinhos, os leitores e fãs do sucesso de Neil Gaiman mergulham em suas adaptações quase que fiéis por assim dizer, integrando Sandman: 24 Hour Diner (2017) um curta-metragem com direção de Nicholas Brown e Evan Henderson.

    Um audiolivro de 10h criado em julho de 2020 escrito por Gaiman e Dirk Maggs sendo interpretado por Gaiman e pelos atores James McAvoy, Kat Dennings, Taron Egerton, Samantha Morton, Bebe Neuwirt, Andy Serkis e Michael Sheen. Na produção o Coríntio foi dublado pelo vencedor do Oscar em O Som do Silêncio, Riz Ahmed.

    Na TV o personagem ganha vida na pele do ator Boyd Holbrook (Logan) que traz todo o charme e sadismo de Coríntio, fazendo dele um dos personagens favoritos dos fãs da série da Netflix.

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    CRÍTICA – Digimon Survive (2022, Bandai Namco)

    Digimon Survive é o mais novo jogo da famosa franquia de monstrinhos digitais. O game foi lançado pela Bandai Namco em 29 de julho de 2022 para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4 (compatível com PlayStation 5) e Xbox One (compatível com Xbox Series X|S).

    Confira nosso review de Digimon Survive.

    SINOPSE

    Digimon Survive apresenta um híbrido de romance visual e RPG tático ambientado em um mundo misterioso cheio de monstros perigosos e batalhas letais que vão testar sua capacidade de sobrevivência.

    Após se perder em um passeio da escola, Takuma Momozuka é transportado a um mundo habitado por inimigos ferozes e novos aliados. Junte-se à luta de Takuma e seus amigos para voltar para casa. Crie sua própria história neste emocionante romance visual com combate em turnos.

    ANÁLISE DE DIGIMON SURVIVE

    Um novo começo para o Digimundo.

    Sem sombra de dúvidas Digimon sempre foi o maior rival da franquia Pokémon. Assim como os monstros de bolso, os monstros digitais se tornaram uma série multimídia que até hoje vem ganhando uma legião de fãs em todo mundo.

    Contudo, Digimon busca sempre inovar a cada novo jogo lançado. Desse modo, esse mundo tão incrível está constantemente se reinventando, seja para o lado bom ou ruim.

    Diferente de Pokémon, que é a maior franquia de monstrinhos do mundo e que só agora nos últimos jogos lançados vem procurando sair de sua zona de conforto. Infelizmente os games dos monstros de bolso ainda seguem seus próprios padrões sem grandes inventividades, exceto por Pokémon que a cada nova geração parecem ter saído do Digimundo. Sim, amigos, eu estou falando dos “pokémotos” de Pokémon Scarlet & Violet

    Dito isso, em Digimon Survive acompanhamos uma incrível aventura que possui todo brilho e nostalgia do primeiro anime, exibido aqui no Brasil pela saudosa TV Globinho, no começo dos anos 2000.

    Uma mudança não tão satisfatória

    Em seus trailers de lançamento, Digimon Survive foi vendido como um RPG Tático, mas acabou entregando um jogo com 70% de visual novel e 30% de RPG.

    Essa surpresa acabou deixando muitos fãs xiitas fervorosos na internet e dando notas baixas para o jogo, visto que os mesmo não esperavam que jogo tivesse um percentual tão grande de visual novel.

    De fato, confesso que também fiquei surpreso. E esse acabou sendo meu primeiro contato com gênero visual novel.

    Certamente o gênero não é tão famoso no público ocidental, seja pela falta de jogos que não são localizados para nosso idioma, ou mesmo pela quantidade de jogadores que não tem paciência ler um enredo mais desenvolvido com a atenção necessária.

    Digimon Survive é um jogo visual novel e RPG tático lançado pela Bandai Namco em 29 de julho de 2022 para PC, Switch, PlayStation e Xbox.

    Apesar dessa mudança o jogo tem uma ótima história e apresenta personagens memoráveis que se desenvolvem de forma única, apresentando o background de cada um de maneira rápida e eficaz.

    Por isso, não fique desanimado com o gênero visual novel. Em Digimon Survive, além do jogo estar 100% localizado em português, ele também apresenta uma narrativa rápida e uma ótima história. Além disso, suas decisões tomadas ao longo do enredo farão uma grande diferença para definir qual rumo a história irá se desenvolver.

    Assim como em The Witcher: Wild Hunt (2015) e jogos da Telltale Games, suas decisões e comportamento com os outros personagens irão desencadear para um final bom ou ruim ao longo dos capítulos.

    Esse aspecto é bastante interessante, pois dependendo do seu relacionamento com os demais personagens você irá ganhando confiança e amizade deles.

    Outro destaque interessante é que o jogo dá mais pontos de afinidade conforme você interage com seu Digimon e faz escolhas assertivas. Esse detalhe é muito bacana, visto que no primeiro anime tínhamos esse aspecto bem desenvolvido com cada um dos digiescolhidos. E aqui no jogo segue fielmente essa linha narrativa.

    Apesar de Digimon Survive ser um ótimo jogo, o título vai acabar sendo esquecido pelo fãs que não estão familiarizados com visual novel.

    É hora da digiação

    Jogadores que estavam empolgados com a parte de batalha tática entre os Digimon (eu!) terão um excelente RPG com gráficos magníficos e batalhas dignas de clássicos do PlayStation One, como Final Fantasy Tactics (1997), e do GBA, como Final Fantasy Tactics Advance (2003).

    Nesse ponto, as batalhas de Digimon Survive são brilhantes e acrescentam um excelente grau de dificuldade em suas arenas e chefes cascas-grossas.

    Além disso, o jogo implementa a mecânica de interação com o inimigo durante as batalhas, sendo possível capturá-los (alô, Pokémon!), mas essa inclusão de um novo Digimon em seu time só será possível se você convencê-lo de maneira inteligente.

    Foi bastante fácil convencer os Digimon largarem o mundo da criminalidade e entrarem no time da paz. Assim como em Persona 5 (2016), aqui essa mecânica é bem implementada.

    Dito isso, Digimon Survive é um ótimo RPG tático, mas que pode não conquistar uma leva de jogadores que não tiverem paciência para o seu lado visual novel, que infelizmente acaba sendo uma boa base do jogo.

    Belos gráficos

    De fato, os gráficos de Digimon Survive são simplesmente sensacionais. O jogo tem gráficos que misturam o estilo de anime com pixel art, mas aqui o seu diferencial é que os mesmos não são pixelados, e sim desenhados. Isso dá um charme único ao jogo.

    Em suas cutscenes, o jogo coloca uma bela animação de brilhar os olhos, mas que em seu lado visual novel segue com os personagens estáticos em tela. Sei que isso é uma característica do gênero, mas que acaba sendo bem caído depois de ver a qualidade das animações.

    VEREDITO

    Em suma, Digimon Survive é um ótimo jogo da franquia e mostra que não tem medo de se ariscar em novos gêneros mesmo que acabe desagradando aos fãs de longa data.

    Isso monstra a incrível gama de possibilidades que a franquia segue explorando nos mais diversos gêneros desde o seu surgimento.

    Nesse ponto, Digimon acaba dando um show diante de sua maior concorrente que, felizmente, vem se desprendendo aos poucos de uma fórmula que segue presa no tempo, mas que ainda assim tem uma vasta legião de fãs.

    Lembrando que Digimon Survive pode acabar desagradando jogadores desavisados pela imensa quantidade de texto. Por isso, já esteja com a mente bem tranquila antes de entrar nessa nova aventura do Digimon, ou então o jogo pode acabar sendo apenas um belo sonífero para os que sofrem de insônia.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer de Digimon Survive:

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    CRÍTICA – A Teoria dos Vidros Quebrados (2021, Diego Fernández)

    A Teoria dos Vidros Quebrados é um filme de comédia que tem coprodução entre Uruguai, Brasil e Argentina. O filme que é baseado em eventos reais nos apresenta a história do ambicioso funcionário de uma companhia de seguros, Claudio Tapia (Martín Slipak), que após ser promovido, precisa assumir o papel de gerente de uma agência de seguros fronteiriça.

    Mas ao chegar na cidade, misteriosos incêndios dão início à uma investigação que parecem levá-lo por todos os lados, enquanto sofre pressão dos moradores daquela cidade para reaver o que foi perdido.

    SINOPSE

    O filme traz a história de Claudio Tapia, empregado de uma companhia de seguros que é designado como responsável da empresa em uma longínqua e pequena cidade. Após sua chegada, vários carros começam a aparecer incendiados durante a noite sem motivo algum. Claudio deverá resolver o mistério para manter sua ambição de progredir dentro da empresa enquanto administra uma crise em seu casamento.

    ANÁLISE

    A Teoria dos Vidros Quebrados

    Tapia a fim de se provar não apenas para seu gerente regional, mas para si mesmo do que é capaz – assume uma importante responsabilidade -, cuidar dos negócios da filial da agência de seguros na fronteira. A produção coproduzida pelos três países apresentam histórias que parecem ser possíveis de se desenrolar apenas em cidades interioranas.

    O desenvolvimento do longa e seu desenrolar não se debruçam apenas na trama, mas nas peculiares atuações e na direção, o que é algo que o longa pede. O cuidado da trama nos permite não apenas encarar essa história de um modo específico, quase que incrédulos, mas até que de uma maneira leve. As singelas e típicas formas de nos enveredar pelo caminho com base na realidade, nos fazem entender que assim como no longa de 2019, A Odisseia dos Tontos – que também é baseado em uma trama real -, precisa do espaço que o longa dá para seus protagonistas crescerem.

    As tramas e a vivência da cidade na qual somos ambientados, giram em torno das obscuras interações daqueles indivíduos interiorano que passam a estranhar a chegada do estranho agente de seguros.

    A teoria que dá nome ao filme é também um dos elementos que suporta a trama e mostram a tendência violenta da existência humana. Ainda que seu desenvolvimento se dê de maneira fluída, o longa se mostra lento e ao longo dos 82 minutos opta por colocar o tão ambicioso agente de seguros como o responsável por colocar sua vida nos trilhos apenas no momento final.

    VEREDITO

    A Teoria dos Vidros Quebrados

    Funcionando muito bem como uma comédia policial, A Teoria dos Vidros Quebrados se faz divertido desde seus primeiros momentos, enquanto escancara os pequenos problemas que podem habitar apenas uma cidade interiorana. Os caminhos pelos quais a direção opta por tomar claramente mostram que existe um pé de ficção na realidade na qual o roteiro foi baseado. O filme dirigido por Diego Fernández representou o Uruguai no Oscar 2022, e ganhou o Festival de Cinema de Gramado na categoria Melhor Filme Estrangeiro em 2021.

    3,5 / 5,0

    A Teoria dos Vidros Quebrados chega aos cinemas brasileiro no dia 18 de agosto.

    Confira o trailer do filme:

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    Wandinha: Conheça a Família Addams da Netflix

    A Família Addams já teve diversas adaptações para o cinema e TV; e a mais nova adaptação da obra de Charles Addams, agora pela Netflix é dirigida por Tim Burton e conta com Jenna Ortega como a sombria Wandinha Addams na série Wandinha (Wednesday).

    Essa semana foi disponibilizada na internet uma imagem da Família Addams completa (a capa desta publicação); a série da Netflix derivada da obra original e comandada por Burton será lançada na plataforma entre setembro e novembro desse ano.

    Além de Jenna Ortega, o elenco conta com nomes como Catherine Zeta-Jones, Luis Guzmán, Gwendoline Christie (Sandman) e muito outros. Rumores apontam também que Christina Ricci, que viveu Wandinha nos filmes de Barry Sonnenfeld, lançados entre os anos de 1991 e 1993 fará parte da série como uma parente inédita na família mais sombria de Hollywood.

    Conheça a Família Addams!

    WANDINHA (Jenna Ortega)

    A primogênita do casal Mortícia e Gomez Addams é taciturna e fala somente o necessário; seu passatempo preferido de infância é brincar de assassinato com seu irmão mais novo, Feioso, que sempre era a vítima.

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    No cinema a personagem foi marcada pela interpretação de Christina Ricci.

    MORTÍCIA (Catherine Zeta-Jones) e GOMEZ (Luis Guzmán)

    Mortícia Addams, esposa de Gomez e mãe de dois filhos. Mortícia tem um visual exótico e uma aparência assustadora.

    Já Gomez Addams é advogado, pai da família dedicado e que tinha como passatempo favorito explodir trens de brinquedo, além disso, gosta muito quando sua esposa fala em francês.

    No cinema os personagem foram marcados pelas interpretações de Anjelica Huston e Raul Julia, respectivamente.

    FEIOSO (Isaac Ordonez)

    Diferente da personalidade fechada da irmã, Feioso é mais falante e tem um gosto peculiar por dominação, sendo sempre a vítima nas brincadeiras de assassinato junto com Wandinha.

    No cinema o personagem foi marcado pela interpretação de Jimmy Workman.

    OUTROS PARENTES

    Outros integrantes da família incluem Tio Chico, Vovó, Mãozinha, Tropeço, entre outros que ainda não tiveram seus atores anunciados.

    SINOPSE

    A história é um mistério com toques sobrenaturais que acompanha a trajetória de Wandinha como aluna da Academia Nevermore. Enquanto tenta dominar suas habilidades psíquicas, Wandinha ainda decide frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos. Além de tudo isso, ela ainda tem que lidar com relacionamentos complicados na escola.

    TRAILER

    Assista ao primeiro teaser legendado:

    Wandinha tem previsão de estreia para o fim de 2022.


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    CRÍTICA – A Escola Amaldiçoada (1ª temporada, 2022, Netflix)

    A Escola Amaldiçoada é uma série antológica tailandesa da Netflix que traz contos de terror baseados em histórias em quadrinhos.

    SINOPSE DE A ESCOLA AMALDIÇOADA

    Oito histórias aterrorizantes de escolas mostram que não só o bullying e as notas baixas podem ser o maior terror dos alunos das escolas tailandesas, e sim, uma série de pesadelos que tomam vida e destroem tudo e todos à sua volta.

    ANÁLISE

    O mercado oriental está em ampla ascensão no ocidente, pois há muita qualidade cinematográfica em produções de países como Coréia do Sul, Japão, China e agora é a vez da Tailândia de trazer grandes obras para outros países, principalmente com o boom do streaming no mundo que investe em produções fora dos grandes players. Recentemente tivemos o excelente The Sadness e o bom Marcas da Maldição, que são perturbadores à sua maneira.

    Nessa levada, a Netflix fez mais uma aposta, agora no formato de série com A Escola Amaldiçoada, trazendo para o cenário mais juvenil. O novo produto da Netflix possui boas ideias, mas a execução é bastante falha.

    De positivo, o uso do body horror e a violência são bem explícitos, indo na mesma maré dos obras de Stephen King que não poupam os jovens de mortes cruéis, tampouco de momentos tensos por conta do que pode acontecer com eles. A Escola Amaldiçoada tem no gore o seu triunfo, nos deixando atormentados com algumas cenas muito bem dirigidas nesse aspecto.

    Contudo, se por um lado a violência gráfica é bem interessante, as atuações são terríveis, assim como o CGI pobre que é muito utilizado, o que torna a experiência bem ruim para o espectador.

    Por mais que tenhamos boas histórias, o aspecto trash por conta de escolhas ruins diminui, e muito, a qualidade do que vemos, ficando muito difícil de fazermos vista grossa para isso. Os roteiros são bons e certamente as histórias em quadrinhos devem ser excelentes, uma vez que há muita qualidade narrativa com temas bem diversos, se tivéssemos um pouco mais de capricho, talvez trabalhando mais as cenas de forma orgânica e menos com o digital, teríamos um material muito mais marcante, visto que o formato de antologia traz infinitas possibilidades de tramas complexas e ousadas por parte da produção, o que não falta aqui, mas que é prejudicado pelo certo amadorismo dos executores.

    VEREDITO

    a escola amaldiçoada

    A Escola Amaldiçoada tenta trazer um entretenimento de qualidade, mas esbarra nos problemas de baixo investimento e falta de técnica de seu elenco e direção. Se fosse feito com uma equipe mais preparada, poderia com certeza ser excelente.

    2,0/5,0

    Confira o trailer de A Escola Amaldiçoada:

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