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    CRÍTICA | Agatha Christie – Hercule Poirot: The London Case (2023, Microids)

    Mistérios sempre são um excelente divertimento seja em um livro, um filme e até mesmo em um jogo aguçando as mentes, curiosidade e as emoções do consumidor, leitor e espectador. E tratando-se deste universo investigativo nada melhor do que uma história de uma escritora, romancista e poetiza lendária como Agatha Christie.

    Agatha Christie: Hercule Poirot The London Case é um jogo desenvolvido pela Blazing Griffin de jogos como Murder Mistery Machine e Murderous Pursuits e publicado pela empresa francesa Microids de jogos como Syberia e Syberia: The World Before além dos três últimos jogos lançados da série Agatha Christie que iniciou-se em 2005.

    O lançamento ocorre no dia 29 de agosto sendo um título disponibilizado para antiga geração Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch, nova geração Playstation 5, Xbox Series X/S além de PC via Steam.

    A parceria realiza o seu segundo jogo sendo o trabalho anterior Agatha Christie – Hercule Poirot: The First Cases que rendeu o prêmio BAFTA Scotland’s Best Game Award de 2022.

    O detetive Hercule Poirot é um dos principais personagens dos livros de Agatha Christie assim como a senhorita Jane Marple. O personagem já foi adaptado em filmes, teve uma série própria além de sua participação nos jogos da série.

    SINOPSE

    Da mente brilhante do premiado estúdio BAFTA, Blazing Griffin, prepare-se em 2023 para uma nova aventura enquanto o famoso detetive Hercule Poirot viaja à Londres para uma tarefa aparentemente simples de entregar uma pintura para uma exposição, que infelizmente será roubada durante a inauguração.

    Pela primeira vez, os jogadores terão a oportunidade de se juntar ao conhecido ajudante de Poirot nos livros, Hastings, enquanto desvendam um novo mistério. Experimente um novo local, uma nova aventura e um novo parceiro neste emocionante próximo capítulo de Hercule Poirot em sua juventude.

    Neste jogo de aventura de detetive, você assumirá o papel do famoso detetive Hercule Poirot, que se une ao Lloyd’s of London para garantir o transporte, a proteção e a venda de uma valiosa pintura de Mary Magdalene. A pintura é a peça central de uma nova exibição no Museu de Londres, apresentando outras obras de arte eclesiásticas emprestadas de Bruxelas.

    Uma semana depois, acontecerá uma Apresentação de Gala, onde todos os personagens principais estarão presentes. No entanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando a pintura é roubada debaixo do nariz de todos. Suas habilidades afiadas de detetive serão úteis para descobrir a verdade e encontrar o culpado por trás do roubo. Você será capaz de solucionar o mistério e recuperar a pintura roubada?

    ANÁLISE

    Agatha Christie

    Hercule Poirot é um jogo interessante principalmente por incorporar em essência o que são as obras de Agatha Christie como mistérios policiais, trazendo uma jogabilidade que incentiva o raciocínio do jogador em toda a sua experiência.

    O movimento é o maior problema pois é necessário um certo tempo para se acostumar com a combinação de rotação de câmera e a locomoção do personagem entre um cenário e outro pois alguns elementos dos locais ficam obstruídos pela visão da câmera.

    A jogabilidade é de um gênero que remete mais a um apontar e clicar, não tendo mecânicas que são difíceis de compreender, inclusive por ter um tutorial muito bem elaborado sobre o funcionamento de sua temática. O jogador como Hercule Poirot tem que analisar as pistas, entrevistar suspeitos, realizar conexões entre suas versões e os fatos conhecidos para que seja possível encontrar o culpado sendo este o seu elemento mais interessante e empolgante.

    A mecânica mais ativa permite investigar todos os elementos do cenário, escolher qual abordagem é mais adequada para abordar um suspeito, interagir com itens para encontrar seus segredos. Além disso temos a disposição o quadro de provas para realizarmos as conexões estabelecendo assim um caminho investigativo, algo que é interessante pois London Case não te entrega o que esta acontecendo, incentivando o jogador a interagir com estas descobertas, excluindo hipóteses e conectar os fatos conhecidos.

    Visualmente o título da Microids é bonito mesmo que não busque uma perspectiva visual realista e, em alguns momentos, remete a uma história interativa em seus diálogos com um excelente trabalho de áudio. Além do visual de seus personagens os cenários são bem elaborados com um belo esquema de cores.

    Como experiência o jogo é excelente pois remete ao clima misterioso que os livros de Agatha Christie possuem, além de referências dos livros mesmo que não seja uma adaptação direta de uma de suas obras. Assim como a personalidade de Poirot um personagem excelente que precisa utilizar as suas células cinzentas para solucionar os enigmas que surgem.

    VEREDITO

    Agatha Christie – Hercule Poirot: The London Case é um jogo diferente do que o jogador médio esta acostumado, sendo uma ótima alternativa para sair do que convencional do mundo dos games.

    3,8 / 5,0

    Confira o trailer do game:

    Agatha Christie – Hercule Poirot: The London Case está disponível para PlayStation 4Xbox One, Nintendo SwitchPlayStation 5Xbox Series S | X e PC.

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    Rebel Moon: Quem é o elenco do novo filme de Zack Snyder?

    Rebel Moon (ainda sem título nacional) é um épico de ficção científica de Zack Snyder e chegará ao catálogo da Netflix em 22 de dezembro; com o primeiro trailer, já podemos dar uma breve olhada no que vem por aí!

    O novo filme do aclamado diretor se passa em um canto distante da galáxia, onde a pacífica colônia lunar Veldt está sendo forçada a entregar sua colheita à horda militar tirânica. Desesperada para proteger seu mundo natal adotivo – e bem ciente da brutalidade implacável do Império – uma jovem misteriosa embarca em uma missão interestelar de alto risco para reunir guerreiros de toda a galáxia que a ajudarão em sua missão por liberdade.

    A produção será uma aventura em duas partes que vai além dos seus sonhos mais loucos, estrelando um elenco de aventureiros galácticos com quem não se deve mexer.

    Conheça o elenco de Rebel Moon:

    Sofia Boutella

    Rebel Moon: Quem é o elenco do novo filme de Zack Snyder?

    Quem ela interpreta: Kora, uma desertora do Império que deixa o pacífico Veldt para revidar. 
    O que saber: Sofia Boutella é uma ex-dançarina que canalizou sua experiência em cenas de luta física cansativas. 
    Onde você a viu: Kingsman: Serviço Secreto (2015), Star Trek: Sem Fronteiras (2016), Atômica (2017), A Múmia (2017).

    Charlie Hunnam

    Quem ele interpreta: Kai, um piloto mercenário cujo cargueiro Classe Tawau será inestimável para a busca de Kora.
    O que saber: Charlie Hunnam estrelou como Jax Teller na série de TV Sons of Anarchy, da FX de 2008 a 2014. 
    Onde você o viu: Círculo de Fogo (2013), Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017), entre outros.

    Michiel Huisman

    Quem ele interpreta: Gunnar, um fazendeiro de Veldt que sabe pouco sobre a galáxia fora de seu pequeno e tranquilo canto da galáxia.
    O que saber: Michiel Huisman interpretou Daario Naharis, em Game of Thrones – um papel que ele herdou do colega de Rebel Moon, Ed Skrein.
    Onde você o viu: Guerra Mundial Z (2013), A Maldição da Residência Hill (2018), entre outros.

    Djimon Hounsou

    Quem ele interpreta: General Titus, um gladiador endurecido que já serviu ao Império.
    O que você deve saber: Djimon Hounsou foi indicado duas vezes ao Oscar na categoria Melhor Ator Coadjuvante; uma vez para Na América (2002) e uma vez para Diamante de Sangue (2006).
    Onde você o viu: Gladiador (2000), Constantine (2005), Shazam! (2019), Guardiões da Galáxia (2014), Um Lugar Silencioso – Parte 2 (2021), entre muitos outros.

    Bae Doona

    Rebel Moon: Quem é o elenco do novo filme de Zack Snyder?

    Quem ela interpreta: Nemesis, uma mestre espadachim ciborgue cujas mãos mecânicas lhe permitem empunhar armas de metal fundido.
    O que saber: A atriz sul-coreana começou sua carreira como modelo antes de ser escalada para o papel principal no filme de estreia de Bong Joon Ho, Cão Que Ladra Não Morde (2000).
    Onde você a viu: A Viagem (2012), Sense8 (2015-2018), O Destino de Júpiter (2015), Broker: Uma Nova Chance (2022).

    Ed Skrein

    Rebel Moon: Quem é o elenco do novo filme de Zack Snyder?

    Quem ele interpreta: Almirante Atticus Noble, um nefasto executor do Império.
    O que saber: Skrein gravou dois EPs e um álbum como rapper antes de começar a atuar.
    Onde você o viu: Deadpool (2016), Alita: Anjo de Combate (2018), Se a Rua Beale Falasse (2018), Malévola: Dona do Mal (2019), entre outros.

    Em entrevista, Ed Skrein comentou:

    Quando você olha para Noble, você vê o tipo mais severo de selvageria militar. Você vê um homem implacável e frio que escolheu o horror em vez da moralidade pela franqueza disso. Num mundo onde a moralidade está em declínio, ele a deixou de lado em nome da ambição.”

    Anthony Hopkins

    Quem ele interpreta: Jimmy, um antigo cavaleiro robô que uma vez defendeu um rei assassinado, mas agora desapareceu para uma existência mais pacífica.
    O que você deve saber: Anthony Hopkins é duas vezes vencedor do Oscar, por suas atuações impressionantes em O Silêncio dos Inocentes (1991) e Meu Pai (2021).
    Onde você o viu: Drácula de Bram Stoker (1992), O Lobisomem (2010) Dois Papas (2019), na série de TV Westworld (2016-2022) entre muitos outros.

    Assista ao trailer legendado:

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    Noites Sombrias #119 | Explorando o horror psicológico em O Bebê de Rosemary

    O Bebê de Rosemary, dirigido por Roman Polanski e lançado em 1968, é um filme icônico que deixou uma marca duradoura no gênero de terror psicológico. Adaptado do romance homônimo de Ira Levin, o filme mergulha profundamente nos terrores da mente humana, explorando temas como paranoia, controle social e o desconhecido. Este artigo analisa como a trama de Polanski explora o horror psicológico, examinando elementos como a atmosfera, os personagens e os aspectos simbólicos que contribuem para o impacto duradouro do filme.

    Atmosfera soturna e paranoia crescente

    O Bebê de Rosemary

    Um dos elementos fundamentais que contribuem para o horror psicológico do filme é a atmosfera sombria e opressiva que permeia toda a narrativa. Desde o início, a cinematografia em tons escuros e os ambientes claustrofóbicos estabelecem um clima de tensão e ansiedade.

    A trilha sonora tensa e inquietante complementa essa atmosfera, criando um senso constante de apreensão. Essa atmosfera opressiva contribui para a sensação de que algo sinistro está prestes a acontecer, alimentando a paranoia tanto dos personagens quanto do público.

    Personagens vulneráveis e manipulação

    O Bebê de Rosemary

    Os personagens centrais, especialmente Rosemary (Mia Farrow) e seu marido Guy (John Cassavetes), são peças essenciais no desenvolvimento do horror psicológico. Rosemary, é uma jovem vulnerável que se vê cada vez mais isolada e incapaz de confiar nas pessoas ao seu redor. Sua lenta deterioração emocional é palpável, e o público é arrastado para sua luta contra uma conspiração aparentemente impossível de compreender.

    Guy, por sua vez, representa a quebra da confiança conjugal e a manipulação para alcançar objetivos egoístas. A dinâmica entre esses personagens amplifica o sentimento de angústia e desamparo de Rosemary, aumentando o impacto do horror psicológico.

    Simbolismo e medo do desconhecido

    O Bebê de Rosemary

    A película também aborda o medo do desconhecido, utilizando simbolismo e elementos misteriosos para aprofundar o horror psicológico. A vizinhança e os cultos ocultistas representam a sensação de estar rodeado por forças incompreensíveis e ameaçadoras. O aspecto mais angustiante é o desconhecido ligado à gravidez de Rosemary e à natureza do bebê que ela está carregando. A incerteza sobre o que está acontecendo com seu corpo e o temor de que ela está sendo usada como parte de um plano obscuro contribuem significativamente para o terror psicológico do filme.

    Isolamento e alienação social

    O tema do isolamento e da alienação social desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do horror. À medida que a trama avança, Rosemary se encontra cada vez mais isolada do mundo exterior, afastando-se de amigos e familiares que ela costumava confiar. A crescente sensação de solidão contribui para a sua vulnerabilidade, uma vez que ela se vê sem um sistema de apoio confiável. O isolamento é exacerbado pelo ambiente claustrofóbico do prédio onde ela vive, criando uma sensação de estar presa em um mundo que parece conspirar contra ela.

    Mesmo após 55 anos do seu lançamento, O Bebê de Rosemary é uma obra-prima do horror psicológico que permanece inspirador para o horror moderno. Através da atmosfera soturna, dos personagens vulneráveis e da exploração do medo do desconhecido, o filme mergulha nas profundezas da mente humana e questiona a linha tênue entre a realidade e a paranoia.

    A tensão constante, a manipulação insidiosa e o simbolismo perturbador se unem para criar uma experiência cinematográfica que deixa o público arrepiado e reflexivo sobre os horrores que podem se esconder dentro das sombras da mente humana.

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    TBT #243 | Parceiros da Noite (1981, William Friedkin)

    Parceiros da Noite (Cruising) é um filme que visa mergulhar no submundo do crime e nas complexidades das relações humanas. Com um elenco promissor e uma premissa intrigante, o filme promete uma experiência cinematográfica intensa. No entanto, enquanto tenta explorar temas sombrios, o resultado final deixa o público com uma sensação de ambiguidade.

    O drama policial de William Friedkin é baseado no livro de Gerald Walker.

    SINOPSE

    Al Pacino é o policial que se infiltra na comunidade gay de Nova York para tentar desvendar a identidade de um assassino que está aterrorizando o grupo. A experiência se revela muito mais brutal do que ele poderia imaginar. Para encontrar o maníaco, precisa mergulhar na atmosfera dos clubes de sadomasoquismo e outros redutos gays da cidade. A investigação acaba comprometendo o relacionamento com sua namorada, Nancy (Karen Allen), e o coloca frente a frente com seus dilemas pessoais.

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    ANÁLISE

    O filme se esforça para equilibrar múltiplas subtramas, mas acaba sacrificando a profundidade emocional e a conexão com o público. Os personagens, embora interpretados por atores talentosos, não têm espaço suficiente para crescer e evoluir, deixando o espectador desinvestido em seus destinos.

    A polêmica na época veio de ativistas dos direitos LGBTQIAP+ que temiam que o filme retratasse a homossexualidade como um estilo de vida perigoso. No entanto, embora a história contada da perspectiva de um policial heterossexual, signifique que não é a mais progressista que poderia ter sido. É uma descrição verdadeira dos perigos que ameaçavam esta comunidade, e não se trata apenas das mortes, também é muito claro em sua descrição da brutalidade policial e da corrupção.

    Além da atuação notável de Pacino, é inegável que a trama tem uma direção visual e atmosférica intrigante. A cinematografia utiliza tons escuros e sombras para criar uma sensação de suspense e tensão. A ambientação sombria e a trilha sonora intensa complementam a atmosfera sombria do filme, contribuindo para a construção do mundo em que os personagens estão imersos.

    O desfecho de Parceiros da Noite é talvez seja o fraco do filme. As tramas mal resolvidas e a falta de conclusão para muitos dos arcos narrativos deixam o público insatisfeito e questionando a relevância de certos eventos. A sensação geral é de que as pontas soltas não foram amarradas de maneira eficaz, resultando em uma experiência frustrante para os espectadores que investiram tempo na história.

    VEREDITO

    Atmosférico e ousado, como todo filme de Friedkin, Parceiros da Noite tem como principal qualidade sua câmera que consegue captar aquele ambiente onde o perigo e algo de errado parecem estar sempre perto e escondidos em algum lugar.

    Al Pacino dá profundidade a seu personagem, mas a sensação do início ao fim é que o filme poderia ir muito mais longe. Não é um grande suspense, nem drama, nem policial. Apesar de sua direção visual intrigante e da atuação excepcional de Pacino, o resultado final deixa a desejar, deixando o público com uma sensação de desconexão e falta de resolução.

    É um filme muito corajoso pela época que foi concebido; a consequência foram as “pedradas” que o diretor William Friedkin recebeu do público e crítica. Merece ser descoberto, embora não tenha nada de excepcional.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer original:

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    CRÍTICA – The Texas Chainsaw Massacre (2023, Gun Interactive)

    Um jogo multiplayer é sempre interessante, mas quando se acrescenta o elemento do terror pode tornar tudo muito mais interessante e quando o jogo é uma adaptação de uma das franquias de terror mais conhecidas do gênero as expectativas tornam-se infinitamente maiores.

    O título é desenvolvido pela Sumo Digital conhecida por jogos como Little Big Plant 3, Sackboy: A Big Adventure além da co-produção em outros como Hogwarts Legacy e o vindouro Suicide Squad: Kill The Justice League. Além da conhecida desenvolvedora, o game é publicado pela Gun Interactive; já familiarizada com o universo de terror ao lançar jogos como Layers of Fear 2, Friday 13th The Game.

    O lançamento ocorreu no dia 18 de agosto e foi lançado tanto para a antiga geração: PlayStation 4 e Xbox One, quanto para a geração atual: PlayStation 5, Xbox Series X | S; além de PC via Steam.

    O jogo é uma adaptação da franquia do gênero slasher dirigida por Tobe Hopper e teve o seu primeiro filme lançado em agosto de 1974, nos cinemas o título teve diversas sequências ao longo das décadas sendo o seu último lançamento em fevereiro de 2022 diretamente para o serviço de streaming Netflix.

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    CRÍTICA – O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface (2022, David Blue Garcia)

    SINOPSE

    Assuma o papel de uma das famílias de assassinos mais conhecidas ou de suas vítimas em The Texas Chainsaw Massacre, uma experiência de terror assimétrica em terceira pessoa baseada no chocante e icônico filme lançado em 1974.

    Como uma vítima, use sua inteligência e discrição para ficar longe da família enquanto procura as ferramentas que irão ser a chave para a sua liberdade. Enquanto no papel da família de assassinos você tem que rastrear, perseguir e eliminar os visitantes não permitindo-os que escapem.

    Jogadores de The Texas Chainsaw Massacre irão finalmente saber se serão capazes de fazer o que é necessário para sobreviver, tendo a macabra e louca experiência por si mesmo no jogo.

    ANÁLISE

    The Texas Chainsaw Massacre é um jogo que não diverge de outras experiências semelhantes como Dead By Daylight ou o próprio Friday 13th The Game, mas consegue garantir umas boas horas de diversão em grupo para os jogadores.

    O jogo não tem uma experiência em modo história sendo voltado diretamente para a ação multiplayer que pode ser jogado online ou em uma organização de uma partida local com amigos seja da mesma plataforma ou de outras.

    Apesar de ser bastante divertido existem alguns problemas que acabam sendo um obstáculo significativo durante a experiência de jogo como a demora na realização de match making que em alguns momentos algo que surpreende para um jogo que aborda plataformas de antiga e nova geração não conseguir reunir uma quantidade de jogadores necessária para uma partida.

    Quanto a gameplay ele consegue ser altamente divertido quando se joga com a família de Leatherface ou como o grupo de amigos que busca a irmã perdida de um deles. Sendo ao todo disponibilizado dez personagens com a possibilidade de customização, diferentes pontos fortes e fraquezas, um loadout como perks e ajuste proficiência além de melhorias através de uma arvore de habilidades que permite melhorar os atributos do seu personagem favorito.

    Algo interessante a ressaltar a respeito da customização fica por conta dos critérios de desbloqueio de novas roupas tendo alguns itens cosméticos interessantes destacando os visuais do personagem icônico da franquia: o serial killer Leatherface.

    Nas partidas realizadas com 7 jogadores (4 vítimas e 3 assassinos) existe um equilíbrio interessante pois assim como não é fácil escapar da fazenda, encontrar o outro time também exige um bom trabalho de grupo além do auxilio do vovô que a família de assassinos alimenta com sangue, assim permitindo saber o posicionamento dos visitantes; além de elaborar estratégias como bloquear rotas de fuga de uma postura mais ofensiva do grupo.

    Como uma das vítimas, os recursos disponíveis são variados: para abrir portas, plantar armadilhas, atrasar os perseguidores e até escapar por pequenos espaços sem fazer barulhos que identifiquem a sua posição. Importante sempre ficar atento com o sensor de proximidade que pisca a tela quando um adversário está próximo e utilizar de forma inteligente a barra de fôlego para escapar durante perseguição.

    VEREDITO

    The Texas Chainsaw Massacre garante uns bons momentos em uma gameplay intuitiva; mesmo não sendo desafiador é um jogo que vale a pena por seus aspectos estratégicos que são necessários para cada partida, além da diversão garantida com amigos ou com jogadores que encontrar online.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer:

    The Texas Chainsaw Massacre está disponível para PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 5, Xbox Series S | X e PC.

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    Lançamentos Netflix: Veja o que chega em setembro

    Setembro já está chegando e nada melhor que ficar por dentro dos próximos lançamentos Netflix: Conheça os filmes, séries, documentários e animes que chegarão ao catálogo da gigante do streaming. Veja abaixo a lista completa com os lançamentos Netflix de setembro deste ano:

    SÉRIES

    Dia 1 – Casamento às Cegas: Depois do Altar – T4

    Os participantes da temporada contam como estão suas vidas um ano depois de sair das cabines e se preparam para uma competição de tirar o fôlego.

    Dia 1 – (Des)encanto – Parte 5

    Para salvar a Terra dos Sonhos da ira da rainha Dagmar, a princesa Bean precisa derrotar a mãe sem concretizar a profecia de que ela matará uma pessoa que ama.

    Dia 3 – Quem é a Loba? – T1

    Um grupo de dez pessoas está buscando o amor. Mas, entre as mulheres, há uma infiltrada tentando sabotar essa missão. Quem será?

    Dia 6 – B.O. – T1

    Suzano (Leandro Hassum), um delegado medroso e atrapalhado do interior fluminense, é transferido para o olho do furacão na capital carioca. As confusões do policial colocam uma delegacia abaixo no Rio de Janeiro, e ninguém acha que ele vai durar muito tempo por lá. Mas seus métodos vão surpreender.

    Dia 7 – Depois da Cabana – T1

    Após uma mulher sequestrada escapar do cativeiro, a polícia fica cada vez mais perto de descobrir a verdade sobre um desaparecimento que está há anos sem solução.

    Dia 7 – Virgin River – T5

    Virgin River: Veja algumas curiosidades sobre a série da Netflix

    Mel se adapta a outro ritmo de vida. Jack trabalha para ampliar os negócios. Novas revelações e ameaças abalam Virgin River.

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    Dia 8 – Corpo em Chamas – T1

    Um policial é assassinado e queimado. Os principais suspeitos são a namorada dele e o amante dela. Inspirada em uma história real.

    Dia 8 – Orange County à Venda – T2

    Em meio a muito drama e fofocas, os corretores do Grupo Oppenheim conferem o mercado imobiliário em Cabo e tentam manter o foco diante de uma possível nova contratação.

    Dia 8 – O Tempo Traz Você pra Mim – T1

    De luto, uma mulher volta magicamente para o ano de 1998 e conhece um homem que se parece muito com o amor de sua vida.

    Dia 12 – Glow Up – T5

    CRÍTICA - Glow Up (4ª temporada, 2022, Netflix)

    Neste reality de competição, um novo grupo de maquiadores amadores encaram desafios cheios de cor e criatividade em busca de uma oportunidade de brilhar na área.

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    Dia 13 – As Mil Vidas de Bernard Tapie – T1

    Esta biografia fictícia sobre Bernard Tapie mostra como esse ambicioso homem saiu da classe trabalhadora e se tornou uma das figuras públicas mais controversas da França.

    Dia 21 – Scissor Seven – T4

    Ferido após uma batalha intensa, Seven precisa se recuperar para defender a Ilha das Galinhas e seus amigos de outro assassino fantasma.

    Dia 21 – Sex Education – T4

    Sex Education: Quarta temporada será a última da série

    Com Maeve nos Estados Unidos e Moordale fechada, Otis precisa se virar no Colégio Cavendish. Mas ele não é o único terapeuta sexual da escola.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Sex Education (3ª temporada, 2021, Netflix)

    Dia 28 – Castlevania: Noturno T1

    Ambientada na França de 1792, esta nova série de animação no universo de Castlevania tem Kevin Kolde (Castlevania) e Clive Bradley (Trapped) como showrunners.

    FILMES

    Dia 1 – Um Clímax Entre Nós

    O relacionamento de Luna e Mink segue firme e forte, mas a situação vai dar uma enrolada agora que Luna sugeriu incluir outra pessoa na intimidade do casal.

    Dia 14 – Ehrengard: A Ninfa do Lago

    Contratado para ensinar os truques da sedução ao tímido filho da Grã-Duquesa, um especialista em amor se envolve em um romance inesperado… e em um escândalo.

    Dia 14 – Em uma Terra Muito Distante… Havia um Crime

    No baile da Cinderela, Chapeuzinho Vermelho se envolve em um mistério. Será que ela consegue resolver esse caso antes da meia-noite?

    Dia 15 – Amor à Primeira Vista

    Em um voo para Londres, dois estranhos se apaixonam à primeira vista, mas depois se perdem no aeroporto. O reencontro parece impossível, mas o amor desafia todas as probabilidades.

    Dia 15 – O Conde

    Augusto Pinochet é vampiro e está pronto para morrer, mas os abutres que o rodeiam ainda esperam uma última mordida. Uma sátira sombria de Pablo Larraín.

    Dia 27 – Carga Máxima

    Após perder tudo, o piloto de caminhão Roger recebe uma oferta tentadora e perigosa: dirigir para uma quadrilha de ladrões de carga.

    Dia 29 – Destinos à Deriva

    Grávida, sozinha e perdida no mar, uma mulher que está presa em um contêiner tenta sobreviver após fugir de um país totalitário e destruído.

    DOCUMENTÁRIOS

    Dia 15 – Por dentro das prisões mais severas do mundo – T7

    O jornalista e ex-presidiário Raphael Rowe vive como detento para mostrar o dia a dia das prisões na Finlândia, República Tcheca, Indonésia e Ilhas Salomão.

    ANIME

    Dia 7 – Gamera: O Renascimento

    Tóquio, 1989. Quatro garotos acompanham o surgimento da destemida tartaruga kaiju Gamera, que enfrenta monstros gigantes devoradores de humanos.

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