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    CRÍTICA – Nórdicos: Mitos e Sagas (2020, Pandorga)

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    Você que é recém chegado aqui no Feededigno, saiba que: existe uma parcela da equipe muito fã dos nórdicos, sua cultura, mitologia e as várias histórias que remontam a Era Viking. Falando nisso, sabia que viking na verdade é um verbo, e que acabou sendo atribuído à um povo por causa de sua principal característica?

    Viking, na verdade, era o ato de embarcar em uma exploração marítima em busca de terras e espólios. Quer saber mais? Segue lendo.

    Sobre a edição

    A Editora Pandorga trouxe para o Brasil uma compilação de contos de vários autores, entre eles Hans Christian Andersen e Snorri Sturluson. O primeiro, talvez o mais famoso escritor e poeta dinamarquês, responsável por inúmeras obras da literatura e muito conhecido por seus contos. Já o segundo foi um islandês que viveu no século XII, conhecido como um dos maiores historiadores e talvez o maior responsável pela perpetuação do pouco que se sabe sobre a cultura nórdica. Snorri foi responsável pela criação da chamada Edda em Prosa, a bibliografia mais completa escrita sobre as canções e lendas da cultura e mitologia nórdicas.

    A tradução e organização do material para o português brasileiro foram feitas com maestria por pessoas especialistas no assunto. A Juliana Garcia, por sinal, tem contato com a cultura do norte europeu desde seus 12 anos de idade e tem muita propriedade para explicar sobre as nuances das variações de idiomas.

    Sobre a encadernação e os detalhes

    Além da qualidade especializada na tradução do material, o primeiro impacto que Nórdicos: Mitos e Sagas causa é visual. O livro de capa dura tem texturas que imitam uma capa de couro, e possui um hot stamping dourado que ajuda na ideia de a capa aparentar algo rústico e antigo. Da mesma forma, a pintura dá um tom dourado também à lateral das páginas e ressalta a preciosidade que está contida em suas pouco mais de 300 páginas.

    Como se a impressão externa já não fosse suficiente, a obra está recheada de ilustrações lindíssimas alusivas à cultura nórdica, com detalhes riquíssimos e gravuras que ajudam a elucidar o que os contos e sagas nos trazem.

    Tivemos ainda o privilégio de receber a Edição Deluxe do livro, a qual veio acompanhada de um belíssimo card da obra A luta de Thor com os gigantes (1872) do pintor sueco Mårten Eskil Winge, e em seu verso uma ilustração recheada de símbolos nórdicos e de um marcador de páginas exclusivo do livro, com a mesma ilustração presente no verso do card.

    Agora, finalmente, deixarei de falar do que agrada aos olhos, e falarei à vocês do que apraz ao coração (de um fã dos nórdicos).

    Sobre o livro

    Particularmente, já tenho o costume de consumir alguns livros que abordam a mitologia, a cultura e os costumes nórdicos, tais como: Mitologia Nórdica de Neil Gaiman e as Crônicas Saxônicas e Crônicas de Arthur de Bernard Cornwell, além dos conteúdos presentes em jogos, filmes e outras mídias. No entanto, ainda que eu já possuísse algum conhecimento prévio, o livro ainda assim me surpreendeu e me ensinou muito.

    Ao invés de me aprofundar no conteúdo das páginas, trarei aqui um breve relato sobre os capítulos. E aqui também cabe um elogio (mais um) à organização dos mesmos. Podemos ver já no início, em seu sumário a magistralidade do trabalho com a justa divisão da obra.

    Ressalto, antes de que você comece a se deliciar pelos capítulos, que este não é um romance, mas um compilado de contos, história e muita informação.

    Explicado isto, sem mais delongas, mergulhemos na vastidão de conteúdos que os capítulos de Nórdicos: Mitos e Sagas nos traz (e cuidado para não esbarrar em Jormungandr).

    O (precioso) conteúdo

    • Os vikings: um capítulo que discorre sobre o povo em si, sua cultura, roupas, alimentação, organização da sociedade e muitas outras informações muito específicas e elucidativas que ajudam a compreender melhor até mesmos seus mitos e crenças;
    • Mitologia e imaginário: este capítulo nos traz um pouco sobre a cosmogonia nórdica e uma explicação sobre os seus nove reinos;
    • Os deuses e os mitos: o título deste é bastante autoexplicativo, e o capítulo comporta a maior parte do livro. Aqui temos histórias muito instrutivas não só sobre os principais deuses, mas também sobre muitas outras deidades do panteão nórdico;
    • As criaturas: brindando aos leitores com detalhes raramente vistos em outras obras, aqui o livro joga luz sobre muitas das criaturas tanto comentadas mas pouco explicadas, contando mais e melhor sobre o surgimento de gigantes, ogros, selkies, além de outras mais famosas como o Kraken, trazendo também a lenda de Beowulf;
    • Ragnarök: chegando ao fim do livro, temos um satisfatório detalhamento sobre o mitológico fim do mundo para os nórdicos, onde muitos batalham e poucos sobrevivem;
    • Sagas: neste capítulo somos apresentados à algumas sagas, que nada mais são do que contos e narrativas onde os escaldos misturavam história, mitologia e religião. Normalmente eram contadas sagas de reis, heróis, famílias ou lendas.
    • Outras curiosidades nórdicas: o título deste último capítulo talvez não capte sua atenção. No entanto, foi nele onde eu tive a sensação de que não era possível terminar de melhor forma uma obra de tamanha perfeição. Neste capítulo, podemos não só aprender sobre o surgimento de datas festivas e seus significados mas sobre as runas e os símbolos nórdicos. O minucioso trabalho sobre as runas, confesso, me deixou maravilhado.

    VEREDITO

    Em conclusão, acredito que vocês não esperem que eu avalie de forma negativa o primoroso trabalho da Editora Pandorga, não é mesmo? Nórdicos: Mitos e Sagas é um carinho aos admiradores da cultura nórdica. Seja você um profundo consumidor de conteúdos, nas mais variadas mídias, ou um novato que não sabe muito além do que Marvel conta (spoiler: eles mentem), o livro é uma forte recomendação para todos aqueles que desejam conhecer um pouco mais sobre esta antiga cultura que inspirou e inspira muitas obras da cultura pop.

    Caso tenha se interessado e queira adquirir a obra, segue aqui o link para acessar a loja da Editora Pandorga e comprar o seu exemplar.

    5,0 / 5,0

    Quer saber mais sobre vikings?

    Assista nossa live no Instagram:

    Live de Pijama – Mitologia Nórdica – Parte 1

    Live de Pijama – Mitologia Nórdica – Parte 2

    Leia nossas críticas dos livros:

    O Último Reino (2005, Bernard Cornwell)

    O Evangelho de Loki (2016, Joanne M. Harris)

    Mitologia Nórdica (2017, Neil Gaiman)

    Ou assista nossas gameplays:

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    Lady Dimitrescu: Conheça a vilã de Resident Evil Village

    Lady Dimitrescu, um nome que faz o sangue de muitos jogadores ferver, pois ela traz um misto de medo e carisma em sua presença.

    Confira agora tudo que sabemos sobre a bela e mortal vilã de Resident Evil Village.

    ORIGEM

    Tomonori Takano, diretor de arte de Resident Evil Village afirmou em uma entrevista concedida ao IGN que a nova vilã da franquia tem inspiração em Mortícia, interpretada por Anjelica Huston no longa A Família Addams, por exemplo, além de uma figura histórica chamada Isabel Bathory, Condessa da Hungria que viveu no século XVI, e tinha uma reputação de ser violenta com seus subordinados.

    Entretanto, as inspirações não param por aí, pois Lady Dimitrescu também tem como base a lenda urbana japonesa Hasshaku-sama que teria incríveis oito metros de altura!

    CARACTERÍSTICAS

    Lady Dimitrescu

    Lady Dimitrescu é uma mulher de boa aparência, uma vez que está sempre bem vestida e maquiada. Ela possui olhos da cor âmbar, um rosto expressivo, entretanto, não se deixe enganar pela bela personagem, pois ela possui garras afiadas que podem cortar suas vítimas ao meio, além de uma vasta sede de sangue. Sua altura diferenciada a torna ainda mais imponente.

    Diferente de suas filhas que possuem uma aparência mais sombria, uma vez que estão com roupas escuras e lábios cheios de sangue, a matriarca é mais sutil em seus ataques. Contudo, Dimitrescu é muito mais mortal que suas sucessoras, visto que usa suas garras para esfaquear o jogador. Há indícios que a antagonista pode sofrer mutações e ficar ainda mais perigosa do que já é, algo muito normal em Resident Evil.

    CURIOSIDADES

    Lady Dimitrescu não foi confirmada ainda como vampira, visto que possui algumas características peculiares em relação aos monstros que estão no imaginário popular. A primeira delas é o reflexo no espelho, uma vez que ela possui, diferente dos vampiros tradicionais. Outro ponto importante é a utilização das garras como uma forma de ataque, e não os dentes nos pescoços alheios do vilarejo.

    Na demo intitulada The Maiden, existem evidências que a vilã está se alimentando do vilarejo que dá o título ao jogo de uma forma bastante brutal: colocando-os em barris para virar poças de sangue e serem servidos como bebida, sinistro demais!

    A personagem é a mais alta da história de Resident Evil, uma vez que Nemesis e Mister-X são mais baixos. As alturas são 2,90m, 2,20m e 2,21m respectivamente.

    E aí, estão preparados para enfrentar a vilã? Comentem e compartilhem! 

    Resident Evil Village será lançado para PS4, Xbox One, PC, PS5 e Xbox Series X|S em 7 de maio. No Brasil, o game terá opção de dublagem em português, algo inédito na franquia da Capcom.

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    Noites Sombrias #1 | A Cidade dos Amaldiçoados (1995, John Carpenter)

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    A Cidade dos Amaldiçoados, filme de 1995, dirigido por John Carpenter, é o conteúdo estreante do nosso novo projeto Noites Sombrias, que ocorrerá às sextas-feiras à noite.

    SINOPSE

    Numa cidade pacata dos Estados Unidos, Alan (Christopher Reeve) é um médico que luta contra crianças que tem poderes telepáticos. Agora ele deve salvar a população adulta de lá que está à mercê dos jovens habitantes, pois agora eles estão caçando seus semelhantes.

    ANÁLISE

    A Cidade dos Amaldiçoados é um longa que contém diversas alegorias interessantes referentes ao seu tempo, uma vez que tem assuntos muito complexos em sua trama.

    Começando pela questão da gravidez indesejada, pois forçadamente as mulheres do vilarejo ficam gestantes de um dia para o outro. Além disso, há um quê de uma estrutura política ditatorial, uma vez que o governo intervém nas decisões dos cidadãos, dando um jeito de fazer estas mulheres terem essas crianças.

    O fato dos jovens serem frios e cruéis é um reflexo da sociedade na qual os pais são reféns das vontades de seus filhos. O ponto aqui é abordar a dificuldade da paternidade e a imposição da juventude, ainda mais que os pais falham miseravelmente, por exemplo.

    Sobre as atuações, Christopher Reeve é funcional, assim como o restante do elenco. A direção consegue utilizar muito bem os recursos técnicos, mesmo que o orçamento não fosse tão robusto. John Carpenter consegue chocar com muita violência em suas cenas.

    As problemáticas de uma dicotomia de jovens versus adultos é algo que chama bastante a atenção e é muito corajosa naquele contexto.

    VEREDITO

    A Cidade dos Amaldiçoados

    A Cidade dos Amaldiçoados é um longa forte e que traz diversas pautas para serem discutidas pelo público. Com uma direção competente, a obra é atemporal em muitos aspectos, sendo bastante divertida e que com certeza se tornou um clássico de terror dos anos 90.

    4,0 / 5,0

    Confira o trailer de A Cidade dos Amaldiçoados:

    https://www.youtube.com/watch?v=M2inVwL5dr4

    Já aproveita e dê uma força para esta obra-prima do terror que está vindo para o Brasil no formato de livro. Confira abaixo a matéria sobre o assunto.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Cidade dos Amaldiçoados: Livro chegará ao Brasil em 2021

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    CRÍTICA | WandaVision: S1E6 – Um Halloween Assustadoramente Inédito!

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    O episódio 6 de WandaVision foi ao ar no dia 12 de fevereiro de 2021, e é intitulado Um Halloween Assustadoramente Inédito!.

    O cuidado que Matt Shakman tem ao dirigir a série e levar o roteiro para lugares interessantes, nos deixa vidrados na tela, conduzindo a ação para lugares inesperados e nos incentivando a encontrar pistas por toda Westview.

    SINOPSE

    Perturbações no Halloween separam Wanda (Elizabeth Olsen) de Visão (Paul Bettany), que analisa estranhas atividades na cidade de Westview.

    ANÁLISE

    O episódio 6 de WandaVision, Um Halloween Assustadoramente Inédito!, tem início com uma abertura que faz homenagem à série dos anos 2000 Malcolm in the Middle, ou Malcolm como foi exibida no Brasil. A série contou com 7 temporadas e era estrelada por Frank Muniz e Bryan Cranston.

    Assim como em Malcolm, em que víamos os acontecimentos pelos olhos do protagonista, no episódio 6 de WandaVision o desenrolar da história se dá pelos olhos de Tommy (Jett Klyne) e Billy (Julian Hilliard).

    Há algum tempo, a “realidade” dentro do seriado tem mudado, pois Visão passou a suspeitar de que algo não está certo, principalmente após a chegada de Pietro (Evan Peters) à Westview. Com isso, algumas das sequências mais engraçadas do episódio vem da interação dos gêmeos e da dinâmica entre eles dentro desse novo contexto.

    WandaVision tem se aventurado nos mais diversos gêneros e até mesmo estilos de contar uma história. Começando nos anos 1960, homenageando as sitcoms clássicas, até chegar aos anos 2000. Ouso dizer que a série da Marvel Studios vá muito além, pois segundo algumas fontes afirmam, a série contará com um episódio inspirado em The Office.

    Pode parecer que no trecho seguinte deste texto, eu estarei “cagando regra”, mas a realidade é algo bem diferente.

    Algumas pessoas reclamam imensamente dos trilhas de risadas e não entendem que elas são colocadas ali por um motivo. Não para despertar em nós uma risada forçada, mas sim para causar um desconforto nas situações que, quem está assistindo, talvez não esteja percebendo. O recurso é uma forma de causar um estranhamento ao espectador durante todo o desenrolar da trama.

    Já em Um Halloween Assustadoramente Inédito!, a produção se distancia dos episódios anteriores ao abolir a trilha de risadas, deixando o estranhamento para os acontecimentos da trama, enquanto nos faz questionar tudo que acontece diante dos nossos olhos.

    Algumas das partes mais fofinhas do episódio vem do fato de Billy e Tommy vestirem trajes que fazem referência às contrapartes deles nos quadrinhos, assim como a manifestação de seus poderes.

    Apesar de Shakman sair pela tangente, sem indicar a que os elementos realmente fazem referência, ver o traje de Wanda, Pietro e Visão bem parecido com dos quadrinhos nos fazem dar algumas boas risadas e é uma bela surpresa.

    CRÍTICA | WandaVision: S1E6 - Um Halloween Assustadoramente Inédito!

    Algumas teorias acerca de Agnes a apontam como Agatha Harkness, uma feiticeira imensamente poderosa do Universo Marvel e responsável por ensinar Wanda a controlar grande parte dos seus poderes nos quadrinhos. E aqui parece que temos confirmação dessa suspeita, já que Agnes aparece vestida como uma bruxa.

    VEREDITO

    A história de WandaVision parece se expandir com o final do episódio Um Halloween Assustadoramente Inédito!, em que somos pegos de surpresa pelos acontecimentos repentinos.

    Ainda que o episódio anterior tenha sido o melhor da temporada até então, em Um Halloween Assustadoramente Inédito! vislumbramos o caminho que a série quer seguir.

    Sem revelar quase nada, e deixando muitos pontos de interrogação em nossa mente, WandaVision cria o caminho para a possível chegada da família mais antiga da Marvel ao Universo Cinematográfico Marvel, enquanto prepara o terreno para algumas revelações que, com certeza, nos deixarão de boca aberta.

    3,5 / 5,0

    Quer ficar por dentro da série WandaVison? Acesse nossa página especial com notícias, artigos, críticas dos últimos episódios, vídeos e muito conteúdo da primeira série da Marvel Studios no Disney+!

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    CRÍTICA – Ponto Vermelho (2021, Alain Darborg)

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    Ponto Vermelho (Red Dot) é um thriller de ação sueco, que chegou ontem ao catálogo da Netflix, cuja história decorre nas montanhas suecas e segue um casal, que está passando por dificuldades no casamento. Quando ela engravida, ambos tentam reacender a paixão na relação e decidem viajar até ao magnífico e extenso norte da Suécia para um passeio de ski.

    O filme é protagonizado por Anastasios Soulis, Nanna Blondell, Johannes Kuhnke, Kalled Mustonen e Tomas Bergström.

    SINOPSE

    David (Anastasios Soulis) e Nadja (Nanna Blondell) tentam reavivar o seu relacionamento numa caminhada romântica no norte da Suécia. A viagem rapidamente se transforma num pesadelo quando um ponto laser vermelho aparece na sua tenda, e eles são forçados a fugir para o frio implacável perseguidos por um atirador desconhecido.

    ANÁLISE

    Com 1h26min, Ponto Vermelho é o mais novo filme de “pessoas sendo caçadas”, apesar do tema ser algo nada inédito, a Netflix segue acertando ao dar espaço para produções fora de Hollywood.

    Com filmes e séries de todo canto da Europa e Ásia, este provavelmente é o maior ponto positivo da gigante do streaming.

    O longa de Alain Darborg não foge muito do padrão, e mesmo acertando a mão no plot twist; peca no desenvolvimento da trama.

    VEREDITO

    Se você pular para os 26min finais de Ponto Vermelho fique tranquilo e aproveite, pois não terá perdido muita coisa.

    Infelizmente a primeira hora do longa é apenas para apresentar nossos protagonistas, sua breve relação que justifique uma viagem para o norte e a inserção de suspeitos de caça-los. Tudo seguindo a “cartilha de filmes de caçada”.

    O filme é ruim? Não. Tem um final mind-blowing? Sim. Mas certamente você pode assistir outros lançamentos da Netflix como: o romântico Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, os aguardados Relatos do Mundo e Malcolm & Marie ou a série nacional Cidade Invisível; ou até mesmo de séries sobre organização e decoração à curtas-metragens.

    PUBLICAÇÕES RELACIONADAS:

    Netflix: 8 séries sobre organização e decoração

    5 curtas-metragens originais da Netflix para você aproveitar

    Mas na falta de opções dê o play sem expectativas.

    2,5 / 5,0

    Assista ao trailer dublado:

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    REVIEW | GameSir X2 Type-C (2020, GameSir)

    Recentemente, recebemos o GameSir X2 Type-C, um gamepad high-end e ainda que tenhamos ficado extremamente animados ao receber, apenas o recebimento não me preparava o que estava por vir.

    O design do controle é brilhante pelo simples fato de ser ergonomicamente projetado para encaixar nas nossas mãos sendo elas pequenas ou grandes, e mostra que com ele, sua jogatina mobile com certeza não precisará de um upgrade.

    ANÁLISE

    O gamepad que ganhou uma versão/atualização em 2021 – pelo simples fato da versão de 2020 ter sido sold out em todas as gamestores no mundo sejam físicas ou onlines – com muito poucas alterações principalmente em seu design, é uma grata surpresa para quem passa grande parte do tempo jogando pelo celular.

    O design inovador te dá uma garantia de maior controle na sua jogabilidade até mesmo quando um desafio maior se coloca entre você e seu objetivo.

    GameSir X2

    Até mesmo eu, que não curto muito jogar no celular por alguns problemas de visão, me vi vidrado na tela do meu smartphone por algumas horas ao longo de alguns dias enquanto produzia a análise desse gamepad – e cá entre nós, te garanto que voltarei algumas vezes para finalizar algumas corridas em Asphalt 9, e até mesmo de Call of Duty Mobile.

    Dado o fato de alguns games considerarem o uso de gamepads como um tipo de trapaça, eles passaram a descontinuar o uso de alguns em suas plataformas, por isso, alguns aplicativos para mapeamento de botões talvez seja necessário se você quiser jogar um Call of Duty Mobile, ou até mesmo o Free Fire. Mas tenha em mente: Em nenhum momento, sua jogabilidade fica comprometida com o uso do controle e/ou do aplicativo de mapeamento.

    Games de corrida se destacam com o uso do gamepad, pois nos proporciona um maior controle dos nossos carros, principalmente em curvas fechadas, ou ultrapassagens próximas as linhas de chegada.

    GameSir X2

    O game Need For Speed: No Limits, lançado em 2016 é um desses games, que se torna ainda mais completo com o uso do gamepad, e a cada curva, parece nos lançar nas pistas não oficiais nos dando uma maior responsividade quando comparamos o controle, com o uso dos dedos na tela.

    Mas vamos para algumas especificações técnicas?

    PARTE TÉCNICA

    Lembra que lá no começo do texto eu falei que o GameSir X2 é um gamepad high-end? Sabe o que isso quer dizer? High-end é um termo que pode ser utilizado nas mais diversas categorias que trazem consigo um conceito de luxo, exclusividade e até mesmo alta performance.

    Nos mais diversos detalhes presentes no gamepad, podemos ver o mais perfeito exemplo de high-end. Com acabamentos gravados no encaixe interno do controle, e no grip emborrachado de ambos os lados do controle.

    Imagem original do Nasi Lemak Tech

    Uma das coisas mais brilhantes ao meu ver, é uma patente desenvolvida pela GameSir, que tem um ângulo de encaixe regulável para a entrada Tipo-C do controle permitindo que você mova o encaixe em um ângulo de até 51º, não oferecendo qualquer tipo de risco ao encaixar ou tirar o gamepad do seu celular.

    Como vocês devem saber, o fato do gamepad contar com um conector Tipo-C, isso garante que sua gameplay tenha uma maior responsividade de ações, assim como um menor delay no tempo de resposta in-game.

    Se você acha que o GameSir X2 Type-C é como os gamepads mais comuns do mercado, que após alguns dias de jogatina, os botões nem mesmo respondem aos seus toques, vocês estão imensamente enganados. Pois tanto os botões direcionais, como os botões de ação tem uma durabilidade de até 3 milhões de toques, sem falar no quão silenciosos os botões são.

    As alavancas analógicas são confortáveis, e não tem folga alguma ao controlar nossos personagens em meio às gameplays, sendo possível jogar de forma precisa, realizando ações, de modo que nossos personagens não fiquem vagando pela tela, como ficariam normalmente quando controlados por meio do touch.

    CONSUMO DE ENERGIA

    Apesar do gamepad não conter uma bateria interna, ele é alimentado por meio da porta Tipo-C. O GameSir X2 conta com um consumo de bateria ultra-baixo, de 2mAh, te permitindo jogar por horas e horas, sem te deixar na mão.

    DETALHES DE ACABAMENTO

    GameSir X2
    Imagem original do site keengamer.com

    Algumas coisas podem passar despercebidos por olhares não tão atentos, mas tudo no GameSir X2 Type-C é feito para que a sua diversão seja garantida. Confira os detalhes:

    • O GameSir X2 é equipado com alavancas de nível profissional de competições e-Sports, que torna o gamepad comparado aos controles profissionais;
    • Ao colocar o seu celular no GameSir X2 Type-C, você notará que existe um vão entre o celular e o controle, garantindo que exista uma circulação de ar, para que assim, o celular tenha uma boa dissipação de calor;
    • O GameSir X2 possui um botão específico para que você tire screenshots, garantindo que você guarde aqueles momentos especiais de jogatina não só na memória.

    VEREDITO

    O GameSir X2 Type-C é uma das melhores surpresas recebidas pela redação do Feededigno, e se mostra como uma ótima fonte de divertimento, e até mesmo um controle profissional para competições.

    O cuidado que a GameSir teve ao produzir o X2 Type-C, é visto das mais diversas formas, e isso é passado para nós tanto no feedback que temos ao jogar, como até mesmo na acessibilidade de deixar todos os botões de ação próximos, para que possamos reagir rapidamente, sem que fiquemos procurando um campo na tela, em que devemos usar o touch.

    O GameSir X2 é uma grata surpresa e se você joga no celular e ainda não tem, está perdendo tempo!

    4,5 / 5,0

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