Início Site Página 419

    CRÍTICA – Lendas da Marvel (EP 07 e 08, 2021, Disney+)

    Chegando à terceira série desta nova geração do Universo Cinematográfico da Marvel, Lendas da Marvel nos traz em seus episódios 07 e 08 uma coletânea de cenas relevantes de Loki e do Tesseract.

    Lançados na semana passada, há exatos 7 dias da estreia da série Loki (09/06), os episódios de Lendas da Marvel nos trazem novidades. Não em seu conteúdo ou formato, mas no conceito (ou será que não?).

    Geralmente trazendo personagens já apresentados ao longo das 4 fases do UCM para refrescar a memória dos fãs, para a série do deus nórdico da trapaça, temos um dos capítulos dedicados ao Tesseract. O que será que a série reserva?

    Episódio 07 – LOKI

    Como de costume, em menos de 10 minutos, a Marvel busca enfatizar algumas das características mais marcantes do personagem de Tom Hiddleston. Sendo ele o protagonista da próxima série, nada mais justo do que dar grande destaque para o carisma que, convenhamos, personagem e ator tem de sobra.

    No entanto, apesar do carisma, ou talvez somado a ele, vem outra que provavelmente seja a principal característica, e uma das poucas realmente baseadas na mitologia nórdica: a dualidade. Loki seguidamente vaga entre a vilania e o heroísmo, fazendo com que nunca saibamos se suas ações são por um bem maior ou se apenas para o seu próprio. Minha aposta é de que este traço da personalidade seja o principal explorado na série com seu nome.

    Episódio 08 – TESSERACT

    Com a escalada dos artefatos místicos que foram passando de “meros” (se é que posso dar tão pouca relevância á eles) itens mágicos, à relíquias fundamentais para a ordem do Universo Cinematográfico Marvel, temos neste episódio de Lendas da Marvel o invólucro da Joia do Espaço como um personagem, de fato.

    Mesmo sendo um objeto, o poder, as possibilidades e tudo o que foi feito por esta Joia do Infinito, e para se apossarem dela, foi muito do que norteou a primeira e segunda fases deste famoso universo. Sua relevância já foi revelada e agora, com a confirmação da existência do multiverso, as possibilidades deste poder se tornam ainda maiores.

    POST RELACIONADO: Tesseract – Entenda a confusa linha do tempo do Cubo Cósmico

    Resta acompanharmos a série do deus (fraco, segundo o Hulk) da trapaça para podermos entender quais os novos desdobramentos que os últimos eventos do UCM geraram. Aproveita que Loki já está disponível no Disney+, e já tem texto informativo aqui no site.

    3,0 / 5,0

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição

    CRÍTICA – Awake (2021, Mark Raso)

    Awake é um filme original da Netflix e traz Finn Jones e Gina Rodríguez em seu elenco. O longa estará disponível a partir do dia 09/06 no catálogo da gigante do streaming.

    SINOPSE DE AWAKE

    Um fenômeno acontece e toda a população da Terra não consegue mais dormir. Entretanto, a jovem Matilda (Ariana Greenblatt) é uma das poucas que ainda consegue descansar, causando grande comoção por parte da ciência. Será que a cura será criada?

    ANÁLISEAwake

    Awake é um longa que traz boas ideias, contudo, escorrega e muito em seu roteiro.

    Explico: a questão da privação do sono como vetor principal para o apocalipse na Terra é interessante, mas os diálogos expositivos e artificiais em diversos momentos nos tiram bastante do filme.

    O personagem de Finn Jones, por exemplo, tem apenas a função de explicar os efeitos negativos da problemática do longa, saindo de cena logo em seguida. 

    A direção é confusa, pois traz elementos sensoriais que não encaixam na estrutura do longa, entregando cenas constrangedoras em alguns momentos. 

    Todavia, temos pontos positivos, principalmente nas atuações. Gina Rodríguez e a talentosa e promissora Ariana Greenblatt (Amor e Monstros) entenderam seus papéis, visto que entregam boas atuações. Os demais do elenco são funcionais, entretanto, o único realmente ruim em atuação é Lucius Hoyos que apresenta um personagem unidimensional e chato

    Por fim, a forma que é retratado o caos causado pela privação do sono também é tratado de forma bastante perspicaz, afinal, sabemos que ficar dias sem dormir pode nos levar à loucura, e Awake retrata isso muito bem.

    VEREDITO

    Awake é um misto de boas e más ideias, pois tem muitos acertos, mas tem muitos problemas em sua estrutura. Com uma direção e roteiristas mais competentes, o longa teria uma boa chance de ser marcante, contudo, será apenas mais um filme esquecível dentro do imenso catálogo da vermelhinha do streaming.

    2,5 / 5,0

    Confira o trailer de Awake:

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – StartUp (1ª temporada, 2016, Crackle)

    A série original da Crackle acaba de chegar ao catálogo da Netflix e já está no Top10 Brasil. StartUp é estrelada por Adam Brody (Shazam), Edi Gathegi (X-Men: Primeira Classe), Otmara Marrero (Connecting) e Martin Freeman (Pantera Negra).

    SINOPSE

    A GenCoin é uma ideia de tecnologia brilhante, mas controversa, centrada na moeda digital; uma ideia que é incubada com dinheiro fraudulento por três estranhos que não necessariamente se encaixam no molde de empreendedores de tecnologia e para piorar, um agente corrupto do FBI fará qualquer coisa para derrubá-los.

    ANÁLISE

    O agente do FBI, Phil Rask (Martin Freeman), que chantageava o um banqueiro fraudulento cruza o caminho do jovem empreendedor Nick Talman (Adam Brody) logo após seu pai deixar com ele uma grande quantia de dinheiro originado das fraudes e desaparecer.

    Convencido de que o projeto de criptomoeda chamado GenCoin, criado por Izzi Morales (Otmara Marrero) pode realmente mudar o mundo, Nick investe todo o capital na empresa de tecnologia, mas acaba atraindo atenção de pessoas violentas lideradas por Ronald Dacey (Edi Gathegi).

    O filho de um banqueiro fraudulento, um traficante haitiano-americano e uma cubana-americana muito talentosa na área da informática; essas três pessoas, totalmente diferentes, são forçadas a trabalhar juntas para criar sua versão do sonho americano com a GenCoin.

    VEREDITO

    Na primeira temporada os altos e baixos para deixarem de ser empreendedores e tornarem-se empresários é contagiante, mas sem dúvidas toda a jornada dos personagens de Adam Brody e Otmara Marrero é ofuscada pelo carisma e interpretação de Edi Gathegi.

    Ver a busca de Ronald para o melhor para sua família e sua comunidade ao se dividir entre o tráfico e sua startup é uma jornada entre dois mundos distintos, onde ao chegar na season finalle é nítida a sensação de que a primeira temporada teve apenas uma estrela.

    Todos os protagonistas estão muito bem, mas depois de Gathegi, Martin Freeman é sem sombras de dúvidas o mais marcante com seu – me faltam palavras – agente Rask. Os trejeitos de Freeman e a personalidade do personagem contrastam com a filmografia do ator, que já interpretou bons mocinhos como: Bilbo Bolseiro (trilogia O Hobbit), Watson (série Scherlock) e agente Ross (Universo Cinematográfico Marvel).

    Com uma trama envolvente a série original da Crackle pode ser antiga, mas ao chegar na gigante do streaming certamente ganhará novos fãs e quem sabe um retorno para uma nova temporada. Já que tivemos grandes exemplos de que uma grande fanbase tem poder sobre a indústria, vide La Casa de Papel e Liga da Justiça de Zack Snyder.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer original:

    As três temporadas já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Loki: Tudo sobre a série, elenco e mais!

    Loki é a nova série da Marvel Studios para a Disney+ com sua estreia marcada para esta quarta-feira (9). A série vai se aprofundar no icônico vilão, interpretado por Tom Hiddleston, mostrando as consequências de certos eventos que aconteceram logo após Vingadores: Ultimato. Contando com 6 episódios, a série terá a mesma dinâmica de WandaVision e Falcão e o Soldado Invernal, sendo lançada semanalmente com duração de 45 min a 1h.

    A série faz parte da Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel e com certeza trará ganchos para se conectar com o resto do universo que está sendo criado tanto nas produções do serviço de streaming da Disney quanto nos cinemas.

    Com a Marvel Studios desenvolvendo séries de séries limitadas para a Disney+ centradas em personagens coadjuvantes dos filmes do UCM, a série foi oficialmente confirmada em novembro de 2018, junto com o envolvimento de Hiddleston.

    As filmagens da série começaram em janeiro de 2020 em Atlanta, Geórgia e foram suspensas em março devido a pandemia de Covid-19. A produção foi retomada em setembro e concluída em dezembro 2020. Loki conta com direção de Kate Herron (Sex Education), enquanto Michael Waldon (Rick & Morty) é o produtor principal.

    Mas o Loki não morreu?

    Aparentemente não! O anti-herói “morreu” em Thor (2011), para depois ser ressuscitado na cena pós-crédito. Ele também fingiu sua morte em Thor: O Mundo Sombrio (2013), a fim de usurpar o trono de Asgard. Na verdade, Thanos disse “sem mais ressurreições” quando quebrou o pescoço de Loki em Vingadores: Guerra Infinita (2018), mas o Deus da Trapaça se recuperou – embora , tecnicamente, Loki não tenha ressuscitado nesta nova série.

    Em vez disso, ele foi extraído de um ponto anterior na linha do tempo UCM. Você se lembrará de quando o Homem de Ferro, o Capitão América e o Homem-Formiga viajaram no tempo de volta a 2012 para obter o Tesseract – que nada contém a Joia do Espaço – em Vingadores: Ultimato (2019). Ao fazer isso, eles se encontraram nos eventos de Os Vingadores (2012), quando Loki tinha a pedra e a usou para escapar após ser capturado. Como resultado, esta versão mais jovem do Deus da Trapaça é mais vil do que a versão vista em Thor: Ragnarok (2017).

    Sinopse

    A história se passa logo depois dos eventos de Vingadores: Ultimato e mostra a vida de Loki depois de escapar vivo com o Tesseract em uma das linhas do tempo alternativas. Com o poder da Joia do Espaço, o asgardiano começa a saltar no tempo com a intenção de chegar a Midgard.

    Ao longo de sua jornada, ele acaba interferindo em momentos importantes da história da humanidade e se depara com a Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização que monitora todas as ocorrências do tempo e do espaço. Forçado a responder por seus crimes, ele recebe uma escolha: ser apagado da existência ou ajudar a consertar a linha do tempo original.

    As atividades de Loki com a AVT devem abranger uma ampla linha de tempo, com uma imagem vista anteriormente mostrando o anti-herói travesso no que parece ser a América dos anos 1970, em frente a um outdoor anunciando Tubarão de Steven Spielberg.

    A diretora, Kate Herron, disse ao The Hindu que a série “não era apenas sobre ir ‘a qualquer lugar’, era sobre ir ‘a qualquer momento’, permitindo que a série explorasse muito mais a linha do tempo da Marvel do que Vingadores: Ultimato.

    Elenco e personagens

    Além do asgardiano, o elenco também conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Wunmi Mosaku, Sophia Di Martino, Erika Coleman, Richard E. GrantEugene Cordero e Sasha Lane.

    Mobius M. Mobius (Owen Wilson)

    O analista da Autoridade de Variação do Tempo é descrito por Kevin Feige como “confuso pelos eventos do UCM”. Nas HQs, Mobius tentou punir o Quarteto Fantástico por diversas infrações temporais. Na série, ele aparenta ser mais ativo e de fato estará junto de Loki nas missões da agência. O que nos faz especular que em algum momento da série ele pode ser promovido a juiz.

    Owen Wilson é conhecido por performances cômicas em filmes como Zoolander, Penetras Bons de Bico, Uma Noite no Museu, além dos dramas Meia Noite em Paris e Marley e Eu.

    Ravonna Lexus Renslayer (Gugu Mbatha-Raw)

    Em Loki, Ravonna Lexus-Renslayer é uma poderosa integrante da Autoridade de Variação do Tempo, servindo como uma das juízas da organização. A personagem foi criada pela Marvel nos anos 60, e desempenhou papéis importantes em várias tramas das HQs.

    Nas HQs, a personagem é filha do Rei Carelius, cujo império virou alvo da expansão de Kang. Nas idas e vindas do universo Marvel, Ravonna e Kang se apaixonam e chegam a se casar!

    A presença da personagem, portanto, é mais um indício óbvio de que Kang deve mesmo participar da série. Já que o ator Jonathan Majors está confirmado como o vilão para Homem-Formiga 3, mas nada o impede de ser introduzido antes.

    Hunter B-15 (Wunmi Mosaku)

    O trailer de Loki já revelou que a personagem deve acompanhar o Deus da Trapaça em suas missões no passado. Hunter B-15 não faz parte do cânone da Marvel nas HQs. A personagem foi criada exclusivamente para a série da Disney+, e é descrita apenas como “uma soldado de alto escalão da TVA”.

    Wunmi Mosaku é conhecida por seus papéis como Joy na minissérie BBC Two, Moses Jones (2009) e Holly Lawson na série Vera da ITV (2011-2012).

    Mosaku ganhou o prêmio BAFTA em 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel como Gloria Taylor no filme para TV Damilola, Our Loved Boy (2016). Em 2019, ela estrelou a quinta temporada de Luther. Em 2020, ela estrelou como o Ruby Baptiste em Lovecraft Country, da HBO.

    Em 2020 a atriz foi indicada ao BAFTA de Melhor Atriz e também ganhou o British Independent Film Awards na categoria de Melhor Atriz por seu papel como Rial no filme His House.

    Sophia Di Martino

    Uma atriz talentosa e uma carreira com mais de 46 projetos entre séries e filmes. Recentemente, Sophia Di Martino atuou em séries como Into the Badlands e Silent Witness, além de interpretar Carol no filme Yesterday (2019).

    Pouco sabemos sobre a personagem que Sophia irá interpretar, mas rumores indicam que a atriz fará o papel de Lady Loki, a versão feminina do Deus Trapaceiro.

    Erika Coleman

    Apesar de ter apenas 13 créditos de atriz em sua filmografia, Erika Coleman está aproveitando os frutos de seu trabalho, encontrando sucesso em sua carreira no cinema e na TV em apenas um curto espaço de tempo. A atriz é conhecida principalmente por atuar em séries como Twisted Minds, Stranger Things e Dinastia.

    Seu papel na série ainda é um mistério.

    Richard E. Grant

    O renomado ator inglês com mais de 100 créditos em filmes e séries é conhecido por performances em filmes clássicos como Drácula de Bram Stoker, A Época da Inocência e Assassinato em Gosford Park; o ator participou de algumas das grandes produções dos últimos anos, como Game of Thrones, Logan, Star Wars: A Ascensão Skywalker e Poderia Me Perdoar?, longa que lhe rendeu uma indicação ao Oscar.

    Esperamos que o personagem de Richard E. Grant tenha algum peso relevante para a trama da série.

    Eugene Cordero

    O ator, escritor e comediante americano, conhecido em diversas participações de televisão como The Office, Brooklyn Nine-Nine, Veep, The Good Place e The Mandalorian. O ator também contracenou com Tom Hiddleston em Kong: Ilha da Caveira.

    Seu papel também será uma surpresa.

    Sasha Lane

    Apesar de ter sua estréia no cinema com o aclamado pela crítica e premiado American Honey (2016). Sasha Lane também é conhecida pela atuação nos filmes Hearts Beat Loud e O Mau Exemplo de Cameron Post (2018), Sasha também viveu Alice Monaghan no reboot de Hellboy.

    Estamos ansiosos para conhecer sua personagem na série Loki.

    O futuro de Loki

    Parece improvável que a jornada de Loki termine aqui. Com Tom Hiddleston recentemente provando que está “animado” sobre o futuro do personagem no Universo Cinematográfico Marvel e rumores de uma segunda temporada já está circulando.

    Em entrevista para a Total Film, o ator comentou:

    “Neste ponto, aprendi que ter qualquer expectativa é fútil e uma missão tola. Depois de me despedir do personagem uma, duas, três vezes, não sei o que o futuro reserva. Mas estou animado para descobrir. Acho que nunca poderíamos ter visto 10 anos à frente.”

    Nate Moore, vice-presidente de produção e desenvolvimento da Marvel Studios, disse para a IndieWire:

    “Acho que há muita narrativa em Loki que é realmente irreverente, inteligente e legal. Tom Hiddleston, está fazendo um dos seus melhores trabalhos nesta série. É realmente incrível. Eu penso em todas as coisas boas que ele fez, mas em Loki ele vai mostrar lados tão diferentes que teremos um novo nível de atuação. Acho que a série vai surpreender muita gente.”

    Loki chega amanhã (09) ao catálogo do serviço de streaming Disney+. E você, como está seu hype? deixe seus comentários abaixo!

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Call of Duty: Warzone e Cold War | Tudo que sabemos sobre a Temporada 4 [ATUALIZADO]

    A Temporada 3 de Call of Duty: Warzone e Cold War teve um dos inícios mais interessantes da franquia até hoje. Com elementos que foram desde zumbis em Verdansk, até mesmo à completa destruição da cidade por uma bomba atômica. Mas o que será que vem por aí na Temporada 4?

    Ao apresentar um novo mapa ambientado em 1984 em Warzone, Call of Duty: Black Ops Cold War recebeu diversos novos modos, mapas, armas e até mesmo operadores. Esse que vos escreve precisa revelar que o melhor mapa apresentado nessa temporada foi Yamantau.

    Se você está subindo de nível no Passe de Batalha e está curioso para o que vem a seguir, abaixo listamos todos os elementos que sabemos sobre a Temporada 4 de Call of Duty: Warzone e Cold War.

    QUANDO A TEMPORADA 4 DE CALL OF DUTY SERÁ LANÇADA?

    Apesar da Activision ainda não ter se pronunciado a respeito da nova temporada de Call of Duty: Black Ops Cold War, atualmente, o passe de batalha nos dá uma data de quando a atual temporada chegará ao fim. A Temporada 4 terá início em 17 de Junho de 2021.

    LEIA TAMBÉM: Call of Duty: Warzone | Melhores loadouts para a Temporada 3 – Cold War

    [INÍCIO DA ATUALIZAÇÃO] O trailer da temporada 4 coloca Adler na frente do conflito ao redor do satélite que caiu ao Norte da África.

    HÁ ALGUM TRAILER DA TEMPORADA 4 DE CALL OF DUTY: WARZONE E BLACK OPS COLD WAR?

    Sim! O trailer finalmente foi lançado no dia 11 de junho. A Activision no trailer confirma a data de lançamento da próxima temporada no dia 17 de junho, próxima quinta. Algum Como mostra o trailer, algum pequeno evento deve ocorrer e deve mudar a paisagem de Verdansk. No trailer podemos ver que a queda do satélite americano na terra possui dois locais. Sendo o primeiro em Verdansk e o segundo, ao Norte da África em Algeria. O que será que vem por aí em Warzone e também em Call of Duty: Black Ops Cold War?

    O QUE SERÁ ADICIONADO AOS GAMES NA TEMPORADA 4?

    Até o momento, vimos o visual de alguns personagens, como o que faz uma estação espacial de refém e vemos também um novo visual de Adler.

    Mas ainda assim, toda a nova temporada dos games tem trazido tanto um novo Passe de Batalha como Novos Operadores, mapas, armas, modos e eventos in-games que podem ser usados tanto no Black Ops Cold War, como no Warzone.

    A mudança da Temporada 3 no Warzone trouxe um interessante elemento quando Verdansk foi completamente destruída por uma bomba nuclear, e os jogadores foram enviados no tempo para 1984. Esse mapa provavelmente vai continuar por bastante tempo.

    Ainda assim, é provável que algumas mudanças vão acontecer por meio de eventos in-game e mudanças no mapa, como foi o evento dos Heróis de Ação dos Anos 80. Apesar de Verdanks continuar bem familiar aos antigos jogadores, vazamentos apontam algumas mudanças no mapa, que aparentemente vão trazer um sistema de viagem rápida.

    Por meio de uma pesquisa, foi revelado que Verdansk 1984 vai receber um novo sistema de viagem rápida com “Portas Vermelhas”.

    Para quem não jogou o Cold War, a versão single player conta com um sistema de viagem rápida por meio de portas vermelhas que estão localizadas nos túneis do metrô. Esse recurso foi adicionado ao mapa moderno de Verdansk, mas retirado na versão dos anos 80.

    Então é provável que as portas vermelhas vão ter um importante papel no futuro em Verdansk 84.

    Os detalhes vazados ainda apontam a chegada de três novos operadores na Temporada 4. Entre eles estão os nomes Deathstalker, Komodo e Quicksand.

    Apesar de grande parte dos detalhes serem meramente especulação, o sistema de portas vermelhas e os novos operadores são detalhes obtidos por insiders.

    Assim que novos detalhes da temporada forem revelados, atualizaremos esse artigo.

    O que vocês esperam da Temporada 4 de Call of Duty: Warzone e Cold War? Contem pra gente!

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – Mayhem in Single Valley (2021, Fluxscopic)

    Pegando o dicionário inglês-português, brevemente identificamos que mayhem significa caos. É exatamente isso que podemos esperar de Mayhem in Single Valley, desenvolvido pelo estúdio canadense Fluxscopic Ltd. e distribuído pela editora de jogos independentes tinyBuild (também responsável por grandes títulos como Hello Neighbor, Graveyard Keeper, SpeedRunners, etc.).

    Mayhem in Single Valley é exatamente o que o nome remete: uma aventura caótica, com personagens -no mínimo- peculiares, uma história bastante louca e uma proposta muito divertida. Só pela descrição (dos próprios desenvolvedores), podemos ter uma noção do que o jogo reserva:

    Mayhem in a Single Valley é uma aventura de ação de cima para baixo em uma escala épica. Uma história distorcida cheia de personagens estranhos, pixel art deslumbrante e dezenas de quebra-cabeças exclusivos, baseados em física, luz e muito mais. Oh, já mencionamos esquilos radioativos?

    TEMÁTICA E HISTÓRIA

    Desde o início da gameplay, já é possível observar que Mayhem in Single Valley traz uma carga densa de humor non-sense, com um herói improvável e desafios “atípicos”.

    A história do jogo se desenrola a medida que Jack, um jovem com uma família disfuncional começa seu grande dia, em que finalmente deixará Single Valley (ou não). Assim que se despede de seus familiares, ele avista o derramamento de algum líquido radioativo no rio, o que começa a enlouquecer e dar poderes especiais para os animais, transformando os cidadãos em zumbis.

    A partir daí, Jack parte em sua aventura para salvar Single Valley. Como eu gosto de dizer, daí pra frente, é só pra trás. O que já parecia absurdo se torna ainda mais a medida que novos personagens são apresentados e histórias paralelas são contadas. A insanidade de alguns piadas do jogo lembram muito alguns desenhos tipo Simpsons (principalmente South Park, pelo cunho +18 delas).

    JOGABILIDADE

    O jogo possui controles bastante intuitivos, e pode ser melhor aproveitado utilizando um joystick. Eu rodei ele pelo computador, através da Steam, e tive toda a minha experiência utilizando o teclado e mouse. Alguns comandos, principalmente de alterar o item a ser arremessado e a mira, se tornam pouco práticos sem o uso de um joystick, mas nada que prejudique muito a jogatina.

    Mayhem in Single Valley possui puzzles e alguns desafios ao longo da jornada de Jack, mas nenhum deles é exageradamente complexo. O nível de dificuldade do jogo é balanceado, tendo apenas alguns trechos em que eu fiquei aborrecido por não conseguir passar (problema do jogo ou limitação minha?).

    Mas mesmo em trechos mais difíceis, onde acabamos morrendo de várias formas, o jogo se prova divertido, pelas mais diversas animações de morte do personagem. Existem tantas formas divertidas de morrer (isso soou estranho) em Mayhem in Single Valley que às vezes podemos esquecer o objetivo e explorar quais novas animações o jogo pode oferecer.

    Por não perdermos itens ao morrer, já que o jogo salva automaticamente e podemos reiniciar do último check-point, muitas vezes se tornar até mais vantajoso curtir uma animação e recuperar algum item gasto errado, do que insistir em uma jogada que nem começou bem.

    GRÁFICOS E ÁUDIO

    A Fluxscopic se dedicou realmente neste projeto. Mesmo que Mayhem in Single Valley tenha extrapolado as expectativas de seus criadores, vemos que houve muito empenho para que esta fosse uma grande obra de arte.

    A pixel art é excelente e bastante detalhada, colaborando para a diversão e fomentando a exploração, instigando o jogador a descobrir que outros cenários foram criados desta maneira.

    Apesar da câmera isométrica, temos uma animação em 3D muito bem feita, também, com alguns easter-eggs deixados ao fundo, apenas para a diversão do jogador, já que não são acessíveis. Alguns podem achar inútil, mas me soou como uma preocupação do estúdio em fornecer entretenimento em cada detalhe.

    A trilha sonora de Mayhem in Single Valley é também um ponto muito alto, e a forma como a consumimos é bastante inovadora. A medida que exploramos o cenário, encontramos não só itens úteis para a aventura como vários colecionáveis. Dentre estes colecionáveis, encontramos alguns objetos da lore do jogo, que não afetam em nada no jogo em si, mas também encontramos fitas.

    Com o toca-fitas que coletamos em nosso quarto, no início do jogo, podemos escolher qual fita escutar e desta forma escolher qual a trilha sonora queremos para cada trecho do jogo. Obviamente, cada cenário possui uma fita, o que indica que aquela é a “mais recomendada”. Mas ainda assim, podemos fazer nossas próprias escolhas e jogar com a música que quisermos (ou até sem música).

    VEREDITO

    Aqui temos um clássico indie com muito potencial. Mayhem in Single Valley explora com excelência cada um dos conceitos que se propõe, não saturando sua temática e trazendo uma história simples, divertida e bastante honesta.

    A Fluxscopic faz o que muitas grandes empresas dessa indústria ainda pecam: entrega diversão, utiliza bem seus elementos e sabe dar liga em tudo o que oferece. É um jogo perfeito e sem falhas? Não. Existem alguns (poucos) lugares em que podemos pular e ficar trancados ou até mesmo erros de hitbox.

    Mas vamos lá: o primeiro jogo completo, de um estúdio independente, custando R$ 28,99 ($14,99 dólares), dedicadamente animado e com grandes doses de diversão; temos aqui um ótimo game. Buscando mais sobre o estúdio, li ainda que os desenvolvedores frequentemente leem e assistem críticas da comunidade para assim otimizar o game e oferecer o melhor aos jogadores (aqui vocês podem conferir todos os patches de aprimoramento).

    Entendem o que eu falo? Um jogo originalmente muito bom, com preço bacana, e com uma empresa preocupada com a diversão dos seus consumidores. Isto é uma aula para muita empresa desta vasta indústria de videogames.

    Explanadas minhas considerações, justifico minha nota pela qualidade deste ótimo indie e por sua capacidade de divertir até nas falhas.

    4,5 / 5,0

    E você, já jogou Mayhem in Single Valley? O que achou? Deixa sua nota e comenta sobre suas impressões.

    Curte o nosso trabalho?

    Se sim, sabe que ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.