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    CRÍTICA – Sonic Colors: Ultimate (2021, SEGA)

    Neste 7 de setembro foi lançado oficialmente Sonic Colors: Ultimate para diversos consoles. O jogo é um remake remasterizado do título originalmente lançado em 2010 para Nintendo DS e Wii.

    Sonic Colors: Ultimate está disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch. A versão Deluxe garantiu acesso antecipado ao game e mais alguns bônus de customização.

    Quem jogou antecipadamente se deparou com uma série de bugs visuais que comprometeram a experiência. Os glitches foram compartilhados aos montes nas redes sociais.

    Houve quem afirmasse que muitos bugs relatados ocorreram apenas em emuladores, alguns chegando a acusar que determinados relatos eram falsos.

    De qualquer forma, a desenvolvedora Blind Squirrel Games abriu um canal para receber feedbacks da comunidade e lançar atualizações para corrigir os problemas sinalizados (veja no tweet abaixo).

    Afinal, Sonic Colors: Ultimate é realmente ruim? Veja nossa análise do jogo para Nintendo Switch.

    SINOPSE

    Dr. Eggman construiu um imenso parque de diversões interestelar cheio de passeios incríveis e atrações coloridas – mas tudo é movido pela energia dos Wisps, uma raça alienígena que o vilão capturou.

    Use a super velocidade do Sonic para libertar os Wisps e aprender os segredos dos seus poderes fantásticos enquanto explora seis mundos únicos e coloridos, cada um repleto de inimigos perigosos e obstáculos a superar.

    Agora com deslumbrantes visuais aprimorados, recursos adicionais, um novo modo e jogabilidade melhorada, esta é a experiência definitiva de Sonic Colors.

    ANÁLISE DE SONIC COLORS: ULTIMATE

    O visual gráfico é parte fundamental para uma experiência completa em Sonic Colors: Ultimate. Afinal, o título lançado para consoles anteriores da Nintendo é bem avaliado pela comunidade. Além do nome fazer alusão às cores, é claro.

    Ou seja, havia grande expectativa para essa remasterização lançada agora para PC e consoles. Por isso, a enxurrada de bugs que tomou conta das redes sociais antes do lançamento da versão padrão de Sonic Colors: Ultimate realmente prejudicou o jogo.

    Recebemos o jogo na noite de 6 setembro e afirmo que não notei bugs visuais comprometedores. Acredito que entre o lançamento antecipado e horas antes de lançá-lo oficialmente a SEGA e a Blind Squirrel Games conseguiram corrigir problemas graves. Alguns relatos mostravam que já na primeira fase os graves glitches ocorriam, mas felizmente não estão mais acontecendo (ao menos no Switch).

    Sonic Colors: Ultimate é a remasterização do jogo lançado em 2010 e está disponível para PC e consoles. Leia nossa análise pro Nintendo Switch

    Apesar de não contar mais com bugs visuais, isso não significa que a qualidade gráfica de Sonic Colors: Ultimate esteja plenamente resolvida. As cutscenes e os mapas dos mundos possuem problemas de acabamento.

    Os destaques negativos das cutscenes são a estranha coloração de Tails e o serrilhado perceptível, especialmente nos ambientes. Em alguns momentos também há o uso excessivo de blur, indicando que a adaptação para a resolução atual poderia ser melhor.

    A respeito dos mapas, podemos dizer que o excesso de cores fez pesar ainda mais um cenário com grande quantidade de informações. O serrilhado também está presente nesta parte.

    A impressão que eu tive é que o mapa interplanetário e as telas de cada planeta apenas foram ampliadas para resoluções maiores. Dessa forma, diversos elementos coloridos estão muito próximos, quando o ideal seria refiná-los e dar mais espaçamento entre cada um.

    Sonic Colors: Ultimate possui uma gameplay divertida e variada

    Como destaquei antes, a parte visual ficou no centro das atenções por ser parte fundamental para o jogo. No entanto, a experiência em Sonic Colors: Ultimate não se limita a isso. E é na gameplay que residem seus melhores méritos.

    Pelos trailers dá a impressão de que o jogo é constantemente veloz. Quase como um teste contínuo para sua coordenação motora, como se apertar botões para pular e utilizar habilidades do Sonic fossem apenas ações automáticas, sem muito pensar.

    No entanto, o jogo mescla bem a adrenalina da velocidade, que se consolidou principalmente graças aos títulos para Mega Drive, com o estilo plataforma que tornou a franquia um sucesso.

    Sonic Colors: Ultimate é a remasterização do jogo lançado em 2010 e está disponível para PC e consoles. Leia nossa análise pro Nintendo Switch

    Além de fases que mesclam bem os dois modos de jogo, para zerar Sonic Colors: Ultimate você precisará voltar em planetas vencidos anteriormente. Isso porque muitas habilidades especiais dos Wisps são liberadas gradativamente, o que permite que você acesse áreas que na sua primeira experiência não poderiam ser acessadas, pois os Wisps estavam bloqueados.

    Um outro fator muito positivo de Sonic Colors: Ultimate é a experiência puzzle em alguns momentos. Um exemplo disso é o uso da habilidade laser. Essa mistura de estilos ação, plataforma e puzzle torna o jogo bem dinâmico e divertido.

    Os tutoriais em meio às fases são importantes e fáceis de compreender. Isso beneficia a experiência, especialmente porque a maioria é um ícone que você precisa habilitar para receber a informação.

    No entanto, fica uma ressalva sobre a experiência de retornar em planetas jogados anteriormente: Há momentos em que não há como desviar dos tutoriais, de modo que a repetição acaba sendo cansativa, pois quebra o ritmo de jogo.

    VEREDITO

    Sonic Colors: Ultimate é um jogo dinâmico e divertido que garante horas de entretenimento. O novo game da SEGA e Blind Squirrel Games oferece uma agradável experiência imersiva em um título que mistura bem os estilos de ação, plataforma e puzzle.

    Havia grande expectativa para essa remasterização, que infelizmente foi frustrada antes mesmo do lançamento oficial da versão padrão. Apesar dos problemas visuais mais graves terem sido corrigidos rapidamente, os bugs colocaram o título em uma situação difícil de reverter, pois há também aspectos visuais que não são glitches, e sim de acabamento que poderia ser melhor, considerando a capacidade gráfica do Nintendo Switch e das demais plataformas.

    3,8 / 5,0

    Assista ao trailer de Sonic Colors: Ultimate

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    CRÍTICA – Quanto Vale? (2021, Sara Colangelo)

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    Quanto Vale? é um filme autoral da Netflix e tem Sara Congelo na direção e Michael Keaton e Stanley Tucci em seu elenco principal.

    SINOPSE

    Após o terrível ataque terrorista do dia 11/09, um advogado tem a espinhosa missão de realizar um acordo com os familiares das vítimas. 

    Agora, ele cria uma fórmula que ranqueia as vítimas por suas rendas, mas a pergunta que deve ser respondida é a seguinte: quanto vale uma vida?

    ANÁLISE

    Quanto Vale? é o tipo de filme que possui uma fórmula bastante utilizada em longas estadunidenses: um homem luta por um dos lados da moeda, o dos grandes empresários e o outro fica do lado dos pobres e oprimidos, com uma trama jurídica que se estende com diversas mudanças de pontos de vista por conta de discussões sobre ética. 

    O longa dirigido por Sara Congelo não foge dessa premissa, indo ao encontro da cartilha citada acima. O advogado Ken Feinberg (Michael Keaton) é frio e segue a risca as normas da constituição. Já sua contraparte, Charles Wolf (Stanley Tucci) é um homem que perdeu sua esposa no atentado e quer justiça para todos os que sofreram perdas irreparáveis e que querem uma compensação financeira que vai pelo menos diminuir a dor. As atuações das duas estrelas da obra são muito bem realizadas, uma vez que eles entenderam muito bem a proposta de seus papéis, encarnando bem seus personagens, mesmo que o roteiro force momentos extremamente artificiais.

    No viés artístico, Quanto Vale? traz momentos de pura emoção, pois os relatos são bastante verossímeis a tudo que ocorreu. Do ponto de vista da realidade, a forma na qual atua o escritório de advocacia de Ken foge um pouco do habitual, uma vez que busca  aquele momento catártico, mas de uma forma pouco natural, principalmente por conta do advogado que se sensibiliza de maneira muito rápida.

    Uma discussão ética de quanto vale uma vida

    No cerne da questão, o filme é muito feliz, pois nos faz pensar a forma como somos vistos por algumas pessoas. O que determina que uma vida vale mais do que a outra? Qual é a fórmula para nos transformar em números diante de uma situação quase impossível de se prever? Como mensurar a dor de quem perde um ente querido? Todas essas perguntas são respondidas de forma muito satisfatória em Quanto Vale?, entretanto, a forma é que é discutível, uma vez que a artificialidade do roteiro é algo que nos incomoda bastante, diminuindo a experiência dentro da proposta formulaica da direção.

    VEREDITO

    Com um bom elenco, mas situações nada orgânicas, Quanto Vale? nos traz um misto de emoções, pois consegue ser tocante, mas não o suficiente para nos fazer refletir por muito tempo.

    Embora tenha momentos marcantes, ainda mais que se trata de um dos capítulos mais tristes da humanidade, o longa carece de espontaneidade, uma pena, já que o potencial está todo ali. Contudo, vale a pena assistir para revivermos uma pouco da nossa humanidade tão abalada na atual conjuntura em que vivemos.

    3,5/5,0

    Confira o trailer de Quanto Vale?

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    Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City | Saiba quem é quem no reboot

    Resident Evil – Bem-Vindo a Raccoon City é o novo longa que vai reiniciar a franquia nos cinemas, pois os longas de Paul W. S. Anderson já estão num passado bem distante.

    Dirigido por Johannes Roberts, o filme vai adaptar os jogos Resident Evil 1 e 2, trazendo personagens extremamente importantes. Confira agora os principais que irão aparecer:

    TOM HOPPER (ALBERT WESKER)

    Tom Hopper, o Luther de The Umbrella Academy, dará vida a Albert Wesker, líder dos S.T.A.R.S., que nos games é um personagem que trabalha para a nefasta Umbrella Corporation debaixo dos panos.

    Considerado um dos grandes vilões de Resident Evil, o antagonista já foi uma pedra no sapato de Jill Valentine e Chris Redfield diversas vezes, sendo um adversário bem complicado de enfrentar.

    Hopper já atuou em longas como O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio e A Ascensão do Cisne Negro.

    ROBBIE AMELL (CHRIS REDFIELD)

    O ator Robbie Amell está em alta ultimamente devido aos seus diversos projetos após sua participação em The Flash como Nuclear.

    Ele será Chris Redfield, irmão da protagonista Claire Redfield, que será interpretada por Kaya Scodelario em Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City.

    Chris já foi um dos líderes das forças especiais de combate às armas químicas da Umbrella, além de ter sua carreira iniciada nos S.T.A.R.S.

    O personagem já foi protagonista e antagonista em diversos games, como, por exemplo, Resident Evil 1, Resident Evil 5, Resident Evil 6 e Resident Evil Village, sendo um dos mais importantes da história da franquia. Por se tratar de uma adaptação dos dois primeiros jogos, Chris deve ter um dos papéis de destaque no longa dirigido por Johannes Roberts.

    Amell recentemente protagonizou o longa Code 8: Renegados e foi um dos vilões de A Babá e a Babá: Rainha da Morte.

    KAYA SCODELARIO (CLAIRE REDFIELD)

    Resident Evil - Raccoon City

    Agora falemos da dona do filme: Kaya Scodelario. Conhecida por seu papel em Maze Runner, a atriz será Claire Redfield, protagonista do longa.

    Claire é umas das personagens principais de Resident Evil 2 e Resident Evil Code Veronica, sendo uma das mais importantes dentro da franquia de jogos.

    Ali Larter (Heroes) já deu vida à irmã de Chris em diversos filmes do projeto anterior, fazendo um bom trabalho, embora seja bem questionável a qualidade dos filmes. Entretanto, a missão de Kaya não será nada fácil com a desconfiança criada em torno da nova empreitada da Sony.

    HANNAH JOHN-KAMEN (JILL VALENTINE)

    Lá vem a rainha da p*rra toda! Jill Valentine! A heroína de Resident Evil 1 e 3 estará no longa Bem-Vindo a Raccoon City e será interpretada por Hannah John-Kamen, que já foi a vilã Fantasma em Homem-Formiga e Vespa na Marvel.

    Hannah tem uma longa carreira e já fez parte de Game of Thrones, A Ascenção do Cisne Negro e Star Wars, por exemplo, com um currículo invejável!

    Jill é uma das mulheres fortes da franquia mais amada do gênero survivor e há uma grande expectativa em relação ao papel. O arco dela em Resident Evil 1 nos games é extremamente importante e não queremos que ela seja apenas uma coadjuvante de luxo no elenco principal.

    AVAN JOGIA (LEON KENNEDY)

    Resident Evil - Raccoon City

    Avan Jogia terá uma missão ingrata pela frente: interpretar Leon Kennedy, uma vez que ele é o queridinho dos fãs de RE.

    O policial iniciante de Resident Evil 2 é um dos protagonistas que mais aparece em produtos da franquia, sendo um dos ícones do game.

    Jogia tem uma carreira vasta, mas de poucas obras relevantes. Seu papel mais marcante foi em Zumbilândia: Atire Duas Vezes e agora ele tem uma boa provação.

    Uma vez que o longa já está cheio de protagonistas do game, acredito que Leon seja um dos coadjuvantes mais importantes, visto que é um dos protagonistas de Resident Evil 2 que será adaptado aqui. Torceremos por Avan!

    NEAL MCDONOUGH (WILLIAM BIRKIN)

    Outro rosto conhecido aqui é o de Neal McDonough, pois o ator já teve diversos papéis importantes. Ele já foi o vilão Damien Dark em Arrow e Legends of Tomorrow, além de dar vida à Byson em Street Fighter: A Lenda de Chun-Li.

    McDonough será William Burkin, um cientista de pouca ética que é um dos principais nomes da Umbrella Corporation, pois é um dos responsáveis pelo vírus que assola a humanidade.

    Birkin é o principal vilão de RE 2 e com certeza deve ser o principal responsável pelas atrocidades em Bem-Vindo a Raccoon City.

    NATHAN DALES (BRAD VICKERS)

    O novato Nathan Dales será Brad Vickers, um dos membros da S.T.A.R.S. que é conhecido por ser bastante medroso.

    O personagem certamente será um dos papéis menores, uma vez que o elenco já traz nomes de peso para o longa. Com um ator iniciante na história, Dales deve fazer uma ponta no filme apenas, mas já servindo de gancho para futuros projetos.

    DONAL LOGUE (CHEFE IRONS)

    Outro personagem que deve ficar em segundo plano, por exemplo, é o Chefe Irons, interpretado pelo experiente Donal Logue, da série Gotham.

    O personagem deve ser importante no arco de Claire, pois sua interação final é com ela na delegacia, com uma morte bastante brutal. Será que teremos fan service?

    E vocês? Estão ansiosos ou não por Resident Evil – Bem-Vindo a Raccoon City? Comentem!

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    CRÍTICA – A Magia do Dia a Dia com Marie Kondo (1ª temporada, 2021, Netflix)

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    Marie Kondo, a Personal Organizer mundialmente conhecida, retorna com seu reality show transformacional para encantar pessoas com seu método de organizar, planejar e gerenciar rotinas da forma que os deixem mais felizes. Com apenas 3 episódios nesta nova temporada, ela nos mostra que também é possível aplicar os fundamentos da sua metodologia em diferentes ambientes.

    SINOPSE

    Depois de Ordem na Casa, a escritora Marie Kondo está de volta para ensinar a novos convidados sua famosa técnica de arrumação. Mas no novo programa, ao invés de colocar em ordem apenas residências, Kondo percorrerá várias cidades ajudando a “trazer alegria” a inúmeros espaços diferentes.

    ANÁLISE

    Em 2019, com a estreia de Ordem na Casa, o mundo conheceu Marie Kondo, e a viu entrar nas casas e ajudar as pessoas a se reorganizarem usando seu método, jogando fora qualquer coisa que falhe em despertar alegria. A série foi um sucesso tão grande que as doações explodiram em todo o país, com centros em Washington, DC, registrando um aumento de 66%. Os meios de comunicação passaram a chamá-lo de “efeito Marie Kondo”.

    E então aconteceu o Covid. Com os americanos – e pessoas de todo o mundo – confinados principalmente em suas casas, a metodologia de Kondo tornou-se mais útil do que nunca, já que todos faziam o possível para afastar seu acumulador interno.

    Nesta nova temporada, a Netflix nos aproximou e fez com que criássemos uma conexão ainda maior com Marie. Ao longo do processo, os espectadores entram na casa de Marie Kondo, conhecendo sua família, um pouco sobre sua rotina, como ela aplica o método em sua própria casa enquanto vislumbramos como ela desperta alegria em sua vida diária.

    Ao longo dos episódios, Kondo e seu marido Takumi Kawahara percorrem etapas práticas que executam para administrar suas responsabilidades domésticas, que se aplicam a qualquer pessoa que compartilhe um espaço com outra pessoa.

    Os impactos da arrumação são surpreendentes, emocionantes e transformadores nas vidas das pessoas que Marie encontra. Suas habilidades vão além de organizar objetos, mostrando aos participantes que precisam encontrar a felicidade dentro de si mesmos, assim a organização começa de dentro para fora.

    VEREDITO

    Embora a nova série compartilhe um enredo semelhante de despertar alegria por meio da arrumação, como seu primeiro programa, A Magia do Dia a Dia vai além da casa física e explora como a organização pode ajudar seu trabalho, relacionamentos e comunidade em geral.

    Peneirar itens antigos ressuscita memórias que você normalmente não lembra, e fazer isso com amigos e familiares cria uma experiência de vínculo para todos os envolvidos naquele passado. Os participantes se conectaram totalmente uns com os outros, resgatando sentimentos e elementos necessários para uma vida mais feliz.

    Acredito que o fato da pandemia da Covid-19 e a gravidez do terceiro filho de Kondo tenha impactado na produção de apenas 3 episódios, porém foi o suficiente para me dar inspiração a colocar tudo em ordem por aqui!

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

    Estou ansiosa por uma nova temporada e vocês? Aproveite e conheça também outros reality shows da Netflix: Aluga-se Um Paraíso, Tattoo Fail, Glow Up e Vidrados.

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    CRÍTICA – Uma Noite de Crime: A Fronteira (2021, Everardo Valerio Gout)

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    Uma Noite de Crime: A Fronteira é o quinto longa da franquia iniciada em 2013. O filme é dirigido pelo diretor mexicano Everardo Valerio Gout.

    SINOPSE

    A Noite dos Expurgos se inicia e um grupo de pessoas vai para a segurança de seus abrigos para se proteger desse macabro evento.

    No dia seguinte, tudo está de volta ao normal, entretanto, milícia de extrema-direita decidem realizar uma eterna noite de crimes, caçando pessoas não brancas nos Estados Unidos.

    ANÁLISE

    Uma Noite de Crime foi um filme que fez um burburinho em 2013 por trazer a tona uma discussão de uma nova estrutura utópica de um sistema penal diferenciado no qual todos os cidadãos tem uma noite para extravasar e colocar para fora todo o seu ódio e questões sombrias. Por mais furada que possa ser a ideia, há bons pontos para serem discutidos, uma vez que o fatio dos crimes serem liberados de forma total por pelo menos um dia faria cidadãos “menos raivosos”.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Uma Noite de Crime: Confira a ordem cronológica da franquia

    Todavia, passaram-se quatro filmes da franquia e as discussões políticas sempre ficaram em segundo plano em detrimento de uma ação desenfreada e caótica apresentada por diversos diretores. Em Uma Noite de Crime; A Fronteira isso não é diferente, contudo, há um pequeno aprofundamento e subversões interessantes nessa estrutura.

    Ao trazer atores latino-americanos como protagonistas e também mostrar que até mesmo os americanos não extremistas guardam em seu âmago diversos preconceitos, o longa discute e mostra as mazelas de uma sociedade falida. Por mais que a violência e matança seja o foco da direção, o fato de as portas do Canadá e, principalmente, do México estarem abertas aos cidadãos estadunidenses é um tapa na cara dos mais conservadores, uma vez que desde a era Trump, muros imaginários foram construídos para separar os “americanos de verdade” dos imigrantes que ajudaram a construir a nação estadunidense.

    Entretanto, Everardo Valerio Gout prefere dar ênfase nos tiroteios confusos nos quais não sabemos quem está atirando em quem, tampouco a localização dos atiradores nas cenas de ação confusas e mal dirigidas. O elenco também é sofrível, se salvando apenas Ana de La Reguera (Army of The Dead) com uma atuação segura, consolidando a atriz como uma boa opção em filmes de ação.

    VEREDITO

    Uma Noite de Crime: A Fronteira é um longa que desperdiça o seu potencial de texto, uma vez que prefere a ação em detrimento das questões políticas. Contudo, de todos os cinco filmes da franquia, é o que melhor trabalha esse ponto, sendo pelo menos relevante nesse aspecto tão importante.

    Para quem é fã dos filmes anteriores, o longa apresenta tudo que já foi feito, com alguns caprichos, mesmo que a ação deixe muito a desejar. De qualquer forma, Uma Noite de Crime: A Fronteira pode ser uma opção de entretenimento e reflexão para quem entender a poderosa mensagem que está em suas entrelinhas.

    3,2/5,0

    Confira o trailer de Uma Noite de Crime: A Fronteira:

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    CRÍTICA – Kate (2021, Cedrick Nicolas-Troyan)

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    Kate é o novo longa de ação, estrelado por Mary Elisabeth-Winstead (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) e tem Cedrick Nicolas-Troyan na direção.

    SINOPSE

    Kate (Mary Elisabeth-Winstead) é uma assassina profissional que é envenenada por um membro de alto escalão da Yakuza

    Agora, ela tem 24 horas de vida restantes para buscar sua vingança e acabar de vez com sua missão.

    ANÁLISE

    O novo longa de ação da Netflix é muito semelhante ao que foi feito em Kill Bill por Quentin Tarantino, entretanto, sem aquela estrutura rocambolesca e galhofa que o filme estrelado por Uma Thurman tinha. 

    Com uma protagonista forte e uma trama mais séria, digna das obras de ação dos anos 80, Kate é clichê, previsível, mas muito divertido. 

    Mary Elisabeth-Winstead faz um bom trabalho, pois sua protagonista possui diversas camadas e uma grande complexidade. Nos momentos de ação, ela é durona e poderosa, entretanto, doce e gentil quando precisa entregar momentos de drama. A atriz é muito boa e subestimada na indústria que a coloca em patamares mais baixos. 

    O elenco de apoio é funcional, com destaque para a canadense Miku Martineau que faz Ani, uma jovem que é parecida com Kate e que tem uma história com a assassina, mesmo que seja de sofrimento. 

    A violência é um dos pontos positivos, uma vez que é bem aparente, com lutas bem coreografadas e com cenários de encher os olhos. O fato de Kate ser uma mulher forte, mas que tem suas dificuldades ao enfrentar homens treinados faz o nosso senso de crença ficar mais aguçado, sendo bastante pé no chão, por mais que hajam algumas situações acima do normal. 

    As reviravoltas e linearidade da história são bem previsíveis e batidas, todavia, não diminuem a experiência interessante que o longa nos propicia.

    VEREDITO

    Kate é um filme divertido, de certa forma batido, embora seja um entretenimento honesto em sua proposta. Com alguns minutos a menos e talvez algumas escolhas diferentes, por exemplo, o longa seria mais memorável. Contudo, com uma protagonista implacável, mas humana, a obra sem dúvidas vale a assistida.

    4,0/5,0

    Confira o trailer:

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