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    OPINIÃO – Por que amamos tanto o Homem-Aranha?

    O Homem-Aranha é um herói que nós todos nos identificamos e gostamos, mas por que isso acontece? Qual é a magia por trás da história do Amigão da Vizinhança que nos faz ter muita admiração pelo personagem?

    Criado por Steve Ditko e Stan Lee na HQ Amazing Fantasy #15, em agosto de 1962. Desde então, o Teioso fez parte de nossas vidas, recebendo diversas animações, quadrinhos, livros, games e filmes, sendo um ícone da cultura pop e o maior herói da Marvel Comics.

    A resposta para tanto sucesso está no seguinte contexto: diferente de outros heróis superpoderosos e míticos, que são deuses em suas tramas, Peter Parker é como você e eu. Ele tem problemas mundanos, um trabalho comum, um relacionamento conturbado, finanças ferradas e, mesmo assim, está lá sempre pronto para combater o crime, pois com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.

    Ao passo que o Homem-Aranha consegue levantar um tanque, ele tem que juntar a grana no final do mês para ajudar sua tia com os remédios e despesas da casa, ficando desesperado por não poder fazer mais por ela. Enquanto enfrenta alienígenas sádicos que destroem metade do universo, o nosso herói também fica sem receber por não trazer fotos boas do Homem-Aranha para ser difamado pelo próprio jornal do qual trabalha.

    Stan Lee disse uma vez em uma entrevista que o Homem-Aranha pode ser qualquer um, pois até de forma acidental, o traje cobre completamente o corpo do herói ajudando a esconder completamente sua identidade. O lendário quadrinista da Marvel complementou dizendo que todas as crianças podem ser ele, mas eu amplio e digo: somos todos Homem-Aranha!

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    CRÍTICA | Dexter: New Blood – S1E7 Skin of Her Teeth

    O sétimo episódio de Dexter: New Blood, intitulado Skin of Her Teeth, já está disponível na Paramount+. Roteirizado por Veronica West, Kirsa Rein e Alexandra Salerno, o mais recente capítulo da saga de Jim Lindsay (Michael C. Hall) é dirigido por Sanford Bookstaver.

    O texto a seguir terá spoilers do episódio.

    SINOPSE

    Dexter passa de predador a protetor por causa da preocupação de que um serial killer esteja de olho em alguém por quem ele se preocupa profundamente.

    ANÁLISE

    Finalmente chegamos aos momentos cruciais da trama de Dexter: New Blood. Neste episódio, Kurt Caldwell (Clancy Brown) e Dexter colocam as cartas na mesa, expondo cada movimento do complicado jogo criado pelos serial killers.

    Entretanto, é difícil não se sentir frustrado com as saídas fáceis de roteiro propostas nesse episódio e no anterior (Too Many Tuna Sandwiches). Kurt descobriu que Dexter foi o responsável pela morte de seu filho, tudo isso com base em uma fuligem que apareceu em sua jaqueta ao chegar bêbado em casa. A pobreza na condução desse plot é triste, pois existiam várias outras formas de desenrolar essa situação.

    De qualquer forma, chegamos ao embate entre serial killers e às consequências que respingam em seus filhos. A desculpa de Kurt para o DNA encontrado no corpo de Iris (Jessica Perry), amiga de Angela (Julia Jones), foi conveniente, mas sua saída poderia ser dificultada com base em um depoimento de Molly (Jamie Chung) sobre a cabana e a forma como ele tentou sequestrá-la.

    Ou ainda: se o pai de Kurt foi o responsável pela morte de Iris, por que Kurt não quis que a polícia investigasse aquela caverna especificamente? Ocultação de cadáver não é considerado crime? Sua interferência na investigação em andamento sobre o sumiço de seu filho também poderia ser tipificada. Unindo todos os pontos, seria tão fácil assim deixá-lo escapar?

    A verdade é que a forma irracional que Dexter vem agindo ao longo dos últimos episódios criou plots que não se sustentam. Junte isso a uma montagem preguiçosa – como aquele encerramento abrupto após a cena da cadeia – e você tem uma trama que mais se arrasta do que surpreende.

    CRÍTICA | Dexter: New Blood – S1E7 Skin of Her Teeth

    Neste episódio finalmente tivemos um mini confronto entre Harrison (Jack Alcott) e Dexter. A situação, que foi postergada inúmeras vezes, também aconteceu de forma abrupta, com Dexter simplesmente aparecendo na hora certa para ajudar o filho. Devido à péssima montagem, que elenca outras situações entre um momento e outro, você até esquece que ele estava invadindo o escritório de Kurt momentos antes desse acontecimento.

    Dexter: New Blood deveria ser sobre a relação de Harrison e Dexter, e são esses momentos que eu mais espero a cada novo episódio. Entretanto, o roteiro dá voltas e voltas em personagens desnecessários e situações vazias, e pouco trabalha de fato o relacionamento entre os dois.

    Um exemplo de personagem desnecessária: Audrey (Johnny Sequoyah). Mais uma vez, ela faz uma breve ponta no episódio, mostrando o quão deslocada da trama ela está. Talvez ela possa ser a próxima vítima de Kurt, sendo uma ação em represália à investigação de Angela, ou uma primeira vítima de Harrison. Sua situação gira em torno dessas possibilidades, o que, sinceramente, é muito difícil de se importar.

    A lista de personagens desnecessários para a trama se alastra a cada novo episódio, mas é interessante fazer (por vezes) uma reflexão sobre aqueles que já apareceram, mas nunca mais foram vistos: alguém lembra de Edward (Fredric Lehne), o bilionário que serviu apenas de bait nos primeiros episódios?

    Agora vamos mudar o foco para outra personagem importante da história. Angela, que até então estava focada em descobrir o paradeiro de várias mulheres desaparecidas, agora vai seguir os passos de Dexter… Mesmo depois de ter descoberto o corpo de sua amiga em uma das cavernas. Mesmo depois de saber que Kurt tinha um bunker em uma cabana abandonada no meio do nada. Mesmo depois de saber que Molly quase foi sequestrada pelo sujeito.

    CRÍTICA | Dexter: New Blood – S1E7 Skin of Her Teeth

    Skin of Her Teeth passa a impressão de que apenas alguns segmentos do episódio valeram a pena. E se colocarmos na balança, basicamente todos os últimos episódios se resumiram a esses pequenos (e por vezes surpreendentes) momentos da história. Se nós espectadores conseguimos pensar melhores saídas para inúmeras situações construídas, por que os idealizadores não conseguem fazer o mesmo?

    Felizmente, em meio a esse amontoado e situações, tivemos a breve aparição de John Lithgow como Trinity em um flashback assustador. Por mais fanservice que a situação seja, nem ela serve para salvar este episódio.

    VEREDITO

    Skin of Her Teeth escancara o quanto a condução de Dexter: New Blood está perdida em suas próprias reviravoltas. Com saídas fáceis e uma montagem preguiçosa, o episódio possui 10 minutos interessantes e, o restante, se resume a escolhas criativas duvidosas.

    3,0/5,0

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    Conheça Maxine Hunkel, a Ciclone

    Maxine Hunkel ou mais conhecida pelo codinome Ciclone é um membro da Sociedade Justiça da América, foi criada pelos escritores Mark Waid e Geoff Johns, junto com os artistas Alex Ross e Dale Eaglesham.

    Sua primeira aparição foi na HQ Sociedade Justiça da América #1 – Vol. 3, em 2006.

    ORIGEM

    Maxine Hunkel é a neta de Abigail Mathilda, famosa heroína da Sociedade Justiça da América, também conhecida como Tornado Vermelho; uma esperta e corajosa dona de casa dos anos 40 que tomou uma atitude: disfarçada com uma panela que servia de capacete, limpou a vizinhança dos malandros e bandidos locais.

    Maxine cresceu ouvindo histórias e idolatrando a avó e aos 6 anos de idade foi raptada pelo cientista T.O. Morrow, o responsável por ter criado um andróide conhecido como o segundo Tornado Vermelho. Esse cientista infectou Maxine com uma substância chamada de nanobytes o que acredita-se ser a fonte dos seus poderes.

    PODERES E HABILIDADES

    Maxine possui o poder de manipular o vento. Com esse poder ela é capaz de criar ciclones, furações, rajadas de vento e redemoinhos.

    Ela também é capaz de voar e não foi confirmado mas ela já demonstrou que pode usar suas habilidades para controlar correntes e ondas sonoras.

    EQUIPES

    Ao fazer parte da Sociedade Justiça da América, Maxine foi a primeira a receber treinamento e esteve bem próxima de vários heróis. Ela era muito fã da Stargirl ficou bastante animada ao conhecer a heroína e já lutou ao lado de Alan Scott ao proteger a Terra da invasão de Darkseid.

    CURIOSIDADES

    O traje da Ciclone é inspirado nas histórias de O Mágico de Oz, ela usa um chapéu pontudo verde de vez em quando, fazendo com que ela se pareça com a Feiticeira (que usava um chapéu idêntico) e a bruxa Malvada do Oeste. Ela veste o seu macaco de estimação chamado Frankie com roupas que fazem referências aos macacos alados que também são do romance de L. Frank Baum.

    OUTRAS MÍDIAS

    Até o momento Ciclone só aparece nos quadrinhos mas isso vai mudar, a atriz Quintessa Swindell (Gatunas e Voyagers) irá interpretar a personagem no filme Adão Negro que está previsto para ser lançado em julho de 2022.

    Ao que tudo indica a personagem vai continuar fiel aos quadrinhos e vai fazer parte da Sociedade Justiça da América com o Gavião NegroSenhor Destino.

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    CRÍTICA – A Ótica do Cinema (1ª temporada, 2021, Netflix)

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    A Ótica do Cinema (Voir) é um documentário de seis episódios sobre a relação entre o cinema e os cinéfilos (entusiastas de filmes). A criação é de Drew McWeeny com produção de David Fincher e David Prior

    SINOPSE

    A série documental explora várias questões referentes ao cinema e seu poder de transformação na vida das pessoas. A cada episódio, cineastas, críticos e teóricos de cinema se juntam para debater a importância da sétima arte na construção do mundo e da sociedade.

    ANÁLISE

    O cinema é uma das artes mais apreciadas do mundo, o fácil acesso (na maioria das vezes), o poder de entretenimento e a imersão são alguns dos elementos que levam as pessoas a verem um filme. Contudo, existem aqueles mais aficionados, que enxergam no cinema, não somente como um passatempo, mas um estilo de vida. Logo, é com essas pessoas que A Ótica do Cinema deseja falar. 

    Nesse sentido, a produção de David Fincher e David Prior faz um passeio por entre filmes, gêneros, conceitos cinematográficos e filosóficos em seis episódios de 20 minutos cada. São histórias de pessoas, ou melhor, cinéfilos que enxergam nos filmes mil e uma possibilidades. 

    Dessa forma, o primeiro episódio “O Verão de Tubarão trata do lançamento do clássico de Steven Spielberg em 1975 e como Sasha Stone junto com sua irmã viu o filme mais de 40 vezes naquele verão. O episódio faz um contraste entre a época e o início da paixão de Sasha pelo cinema.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA – TBT #42 | Tubarão (1975, Steven Spielberg)

    Já no segundo episódio “O Apelo da Vingança“, Tony Zhou fala sobre os filmes de vinganças e como Lady Vingança (2005) de Park Chan-wook mudou sua percepção sobre esse estilo de filme. O terceiro episódio, “Mas Eu Não Gosto Dele“, traz o próprio criador da série, Drew McWeeny, analisando os protagonistas dos quais não gostamos e como isso reflete no nosso entendimento do filme. 

    Os outros três episódios de A Ótica do Cinema também apresentam essa relação íntima entre cinéfilo e filme, evidenciando óticas cinematográficas e principalmente, as colocando em xeque. Pois, dessa forma, a produção busca não somente mostrar percepções pessoais, mas fazer o próprio espectador questionar o que ele entende por cinema. 

    A produção opta por utilizar o formato de vídeo ensaio, com imagens e cenas de vários filmes compondo uma narração em off. Consequentemente, sendo uma carta de amor aos cinéfilos e uma viagem pelo melhor do que há no cinema. 

    VEREDITO

    A Ótica do Cinema é um documentário incrível com um imenso repertório cinematográfico e uma potente reflexão sobre vários conceitos cinematográficos. Com uma narrativa leve e instigante é essencial para os cinéfilos de plantão.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer original:

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    Noites Sombrias #44 | A Última Noite (2021, Camille Griffin)

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    A Última Noite é um filme de “terrir” estrelado por Keira Knightley (franqua Piratas do Caribe), Mathew Goode (Watchmen) e Roman Griffin Davis (Jojo Rabbit).

    SINOPSE DE A ÚLTIMA NOITE

    Um grupo de pessoas quer curtir a sua última noite vivos, pois uma nuvem tóxica está matando toda a humanidade de forma bastante voraz.

    ANÁLISE

    A Última Noite é o típico filme mórbido e que traz diversas questões filosóficas que são abordadas de forma bastante aberta em alguns momentos, mas em outros, não.

    Um dos pontos a serem debatidos é a dos privilégios de uma classe média que tem a escolha de morrer de forma não dolorosa, pois uma pílula tirará o sofrimento deles. Isso é uma alegoria poderosa sobre como os mais abastados sofrem menos por conta de seus luxos na hora morte, assim como podem curtir os seus últimos momentos do jeito que quiserem, como quiserem, por conta dos mais pobres não terem essa possiblidade.

    Os diálogos apresentados aqui também abordam questões como fake news, hierarquia de poder e o significado da vida e da morte. Em alguns momentos o longa se perde dentro de tramas que não agregam muita coisa, ficando muito no campo da superficialidade. Isso faz com que percamos o foco nas formas de como cada um lida com as suas últimas horas de vida. O tom do longa também não fica muito claro, uma vez que ele se inicia como uma comédia bastante ácida, mas entra pesado no drama.

    Nos momentos em que foca nisso, A Última Noite acerta muito, pois tem um elenco afiado e que está em alto grau de atuações. Os destaques ficam para Roman Griffin Davis e Keira Knightley que tem atuações muito seguras e que trazem uma carga dramática muito boa, tendo as melhores cenas do filme.

    VEREDITO

    Com um tom indeciso, mas questões filosóficas pertinentes, A Última Noite é um filme que faz pensar. Por mais que ele fique enfadonho, há aqui muita coisa boa a ser apresentada e o longa deve sim ser visto.

    3,5/5,0

    Confira o trailer de A Última Noite:

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    Homem-Aranha: Ranking de filmes do Teioso

    Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa estreou no dia 16/12 e nós do Feededigno surtamos com tudo que ocorreu! Sendo assim, decidi fazer minha listinha pessoal com o ranking do pior ao melhor filme do Teioso nas telonas, confira!

    9º. O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA 2: A AMEAÇA DE ELECTRO

    homem-aranha

    Em nono lugar, temos O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro, que trouxe pela segunda vez Andrew Garfield (Tick, Tick…Boom) na pele de Peter Parker.

    Na trama, após ver o pai de sua amada Gwen Stacy (Emma Stone), Peter (Andrew Garfield) agora deve lidar com a culpa, enquanto uma nova ameaça surge em sua vida: o Electro (Jamie Foxx).

    Artigo relacionado – Sexteto Sinistro: Conheça o grupo de vilões do Homem-Aranha

    Com um roteiro confuso e que foca em eventos desnecessários dentro da história do Homem-Aranha como, por exemplo, a morte dos pais de Peter, o longa patina muito ao apresentar os vilões, principalmente Harry Ousbourne (Dane DeHann), que é insuportável.

    O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro infelizmente é um desperdício de um bom herói.

    8º. HOMEM-ARANHA 3

    TBT #154 | Homem-Aranha 3 (2007, Sam Raimi)

    O mais polêmico de todos da lista, Homem-Aranha 3 é o símbolo de como uma retcon pode dar muito errado se mal executada.

    Peter Parker (Tobey Maguire) está com sua vida, enfim, nos trilhos. Prestes a se casar com Mary Jane (Kirsten Dunst), ele é amado pelos cidadãos de Nova Iorque. Entretanto, as coisas mudam quando Peter descobre que o assassino de seu pai na verdade foi Flint Marko (Thomas Haden Church) e agora o nosso herói busca vingança.

    O longa de 2007 começou de forma errada, pois Sam Raimi, o diretor aclamado da trilogia, havia pensado no filme com três vilões, o Duende Verde, o Homem-Areia e o Abutre. Todavia, o estúdio obrigou Raimi a trocar Abutre pelo Venom, o que desagradou bastante o cineasta.

    Com mudanças drásticas, roteiro preguiçoso e cenas lamentáveis e constrangedoras, Homem-Aranha 3 é o tipo de obra ame ou odeie e marcou uma geração, mesmo que de forma bastante negativa.

    7º. O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA

    Em sétimo lugar, temos o primeiro filme que traz Andrew Garfield na pele do Amigão da Vizinhança.

    Ao ser picado por uma aranha radioativa, Peter recebe poderes extraordinários e deve usá-los para enfrentar um poderoso antagonista: o Lagarto (Rhys Ifans).

    O primeiro filme de Garfield dividiu a crítica, pois trouxe um Homem-Aranha mais piadista e um Peter mais descolado, algo que agradou algumas pessoas, mas deixou os fãs mais fervorosos um pouco incomodados.

    A nova roupagem serviu para apresentar novos arcos, todavia, o vilão quase irrelevante com um plano besta e um roteiro cheio de furos fez com que o longa perdesse muitos pontos.

    6°. HOMEM-ARANHA: LONGE DE CASA

    Vamos falar sobre outro longa que dividiu o público. Homem-Aranha: Longe de Casa, que trouxe mais uma vez Tom Holland (O Diabo de Cada Dia) para o icônico papel de Peter Parker.

    O nosso jovem herói voltou à vida após o estalar de dedos de Thanos em Vingadores: Guerra Infinita. O único objetivo dele agora é ser um garoto normal, enquanto um novo herói chamado Quentin Beck/Mystério (Jake Gyllenhall) surge contendo uma ameaça global.

    Homem-Aranha: Longe de Casa foi um filme que incomodou bastante parte dos fãs do Teioso, pois esperávamos mais desse Peter Parker assumindo responsabilidades e se tornando o verdadeiro Homem-Aranha raíz dos quadrinhos.

    Entretanto, vemos mais uma vez o personagem ser uma sombra de Tony Stark e muitas incoerências de um roteiro perdido e que tenta a todo momento forçar uma barra, tentando colocar o garoto como líder dos Vingadores. A ingenuidade absurda do Amigão da Vizinhança também atrapalha bastante nossa experiência cinematográfica.

    5°. HOMEM-ARANHA: DE VOLTA AO LAR

    O primeiro Homem-Aranha do MCU foi apresentado aqui na pele de Tom Holland.

    Peter Parker é um jovem que vive o sonho de ser um super-herói. Com Tony Stark (Robert Downey Jr.) como mentor, o Amigão da Vizinhança agora enfrenta o temível Abutre (Michael Keaton) que tem como objetivo roubar artefatos poderosos para vender no mercado ilegal.

    A estreia do Teioso no MCU causou alvoroço em Guerra Civil e os fãs aguardaram ansiosos pelo filme solo do personagem.

    Com uma proposta pequena, mas bastante funcional, Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um longa que aquece o coração e mostra o protagonista em uma jornada de amadurecimento, ao mesmo tempo em que ele tem que viver sua vida de adolescente, sendo uma das obras mais legais da Marvel nos cinemas.

    4°. HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO

    homem-aranha sem volta para casa

    Se hoje Homem-Aranha Sem Volta para Casa existe é muito por conta da melhor animação de 2018.

    Homem-Aranha no Aranhaverso conta a história de Miles Morales, um jovem negro que é picado por uma aranha e ganha superpoderes. Após o Rei do Crime ativar uma máquina que uniu os universos, várias versões do Homem-Aranha vão parar no mundo de Miles, que agora deve salvar o multiverso.

    Apresentando um dos heróis mais carismáticos com o manto do Teioso, Homem-Aranha no Aranhaverso é um dos mais divertidos e emocionantes filmes do personagem. Com uma trilha sonora impecável e um traço diferente do habitual, o longa traz o herói na essência, apresentando uma jornada de amadurecimento do protagonista.

    3°. HOMEM-ARANHA

    O começo de tudo que vimos até hoje se iniciou em 2002 com Tobey Maguire na pele do Amigão da Vizinhança.

    Peter Parker (Tobey Maguire) é um adolescente tímido e que não tem nenhuma popularidade. Após ser picado por uma aranha, ele adquire poderes que o ajudam a enfrentar o poderoso Duende Verde (Willem Dafoe).

    Homem-Aranha é um dos filmes mais sensacionais da história do cinema, pois apresenta um herói falho e com problemas mundanos que aprende na base do sofrimento que grandes poderes vem com grandes responsabilidades. Maguire consegue dar um ar bondoso e heroico para Peter Parker.

    2°. HOMEM-ARANHA: SEM VOLTA PARA A CASA

    CRÍTICA - Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021, Jon Watts)

    Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é o filme do ano em 2021 e traz o maior fan service de todos os tempos no gênero de super-heróis.

    Após ter sua identidade revelada por Mysterio, Peter está vivendo um inferno na Terra. Para tentar consertar isso, ele vai atrás de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) que faz um feitiço de esquecimento. Contudo, as coisas dão errado e agora ele deve enfrentar diversos vilões do multiverso.

    O novo longa é um épico em todos os níveis, uma vez que faz muitas referências e amarra uma história bastante decente com muitos acontecimentos lendários.

    Por mais que a trama tenha falhas, o novo filme do Teioso tem uma aura poderosa de heroísmo e entrega tudo que os fãs sempre quiseram.

    1°. HOMEM-ARANHA 2

    Homem-Aranha 2

    O primeiríssimo lugar não poderia ser diferente. Homem-Aranha 2 é um marco no gênero e até hoje continua imbatível.

    Peter vive seu segundo ano como Homem-Aranha e os perrengues estão cada vez maiores. Morando sozinho de aluguel e com uma crise existencial, ele agora deve se preocupar também com o Dr. Octopus (Alfred Molina), um cientista que enlouqueceu depois de um acidente com seus tentáculos metálicos.

    Misturando muito bem romance, ação, comédia e drama, o longa é uma referência em obras da sétima arte. Se na DC Comics o Superman de Christopher Reeve e o Batman de Nolan são o norte de herói e anti-herói, na Marvel, Homem Aranha 2 é esse ícone. Com um roteiro bem estruturado e uma direção perfeita de Sam Raimi, o longa estará com carinho em todos os corações nerds.

    E para vocês, como seria esse ranking? Comentem!

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