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    House of the Dragon: Conheça Fumaresia, o dragão dos Velaryon

    Fumaresia (Seasmoke) foi um dos dragões da Casa Targaryen, apesar de jovem era mais ágil no ar do que seus irmãos mais velhos e seu tamanho era comparável a Tessarion, a Rainha Azul, que era cerca de três vezes menor que Vermithor, o Fúria de Bronze, mas não era tão temível quanto ambos.

    ORIGEM

    Não se sabe ao certo onde Fumaresia nasceu.

    APARÊNCIA

    Fumaresia era um dragão cinza-prateado pálido e durante a Dança dos Dragões já tinha tamanho suficiente para batalhar, mas ainda era um jovem dragão.

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    CAVALEIROS

    As únicas pessoas que montaram Fumaresia foram:

    • Laenor Velaryon;
    • Addam Velaryon.

    FEITOS

    Fumaresia era o orgulho e a paixão de Laenor Velaryon, filho de Lorde Corlys Velaryon e Princesa Rhaenys Targaryen; após sua morte em 120 d.C., ninguém ainda havia reivindicado seu dragão.

    Durante a guerra civil que ficou conhecida como Dança dos Dragões, Jacaerys Velaryon convocou voluntários para cavaleiros de dragão para montarem dragões que estivessem sem um cavaleiro, incluindo Fumaresia, que matou um de seus guardas reais, Sor Steffon Darklyn, durante uma tentativa de montá-lo. 

    Mais tarde, Addam de Hull foi capaz de reivindicá-lo e montá-lo. Addam foi declarado um filho bastardo de Laenor, embora houvesse rumores de que ele era realmente um bastardo do pai de Laenor, Corlys – de qualquer forma, a relação de sangue de Addam com o cavaleiro anterior de Fumaresia pode ter sido um fator para o dragão aceitá-lo.

    O jovem dragão – junto de seu cavaleiro, agora chamado de Addam Velaryon – fora um dos cinco dragões que participaram da Batalha na Goela e também estava durante a Queda de Porto Real. Uma vez que foi decidido que a Rainha Rhaenyra Targaryen permaneceria em Porto Real, esperava-se que Syrax, Tyraxes e Fumaresia fossem suficientes para a defesa da cidade, enquanto o resto dos cavaleiros de dragão foram para a batalha em Tumbleton.

    Com os Dois Traidores em sua mente e muitas vozes no Conselho Negro questionando a lealdade de Sor Addam, apenas a Mão da Rainha, Lorde Corlys, falou com a Rainha Rhaenyra em defesa do jovem cavaleiro, observando que Sor Addam e seu irmão Alyn. Os protestos apaixonados da Mão da Rainha foram em vão e a Rhaenyra Targaryen, suspeitando de um vira-casaca, ordenou a Sor Luthor Largent que prendesse Addam Velaryon. 

    Sor Addam, que havia sido avisado por Corlys Velaryon, conseguiu escapar voando em Fumaresia, fugindo antes que pudesse ser questionado. Ao ordenar a prisão de Addam, a rainha perdeu não apenas um dragão, mas também sua Mão da Rainha, já que Corlys foi espancado e preso por advertir Addam.

    Quando a Segunda Batalha de Tumbleton foi colocada em movimento, Sor Addam estava determinado a provar que todos os bastardos não precisavam ser vira-casacas. Addam Velaryon atacou Tumbleton à noite, pegando os Verdes completamente desprevenidos. À medida que o caos se seguia, Addam podia ver a batalha se transformando em uma derrota abaixo dele. A essa altura, dois dos cavaleiros de dragão inimigos, Hugh Hammer e Daeron, o Ousado, estavam mortos; embora Addam não pudesse saber disso, ele pode ver Vermithor, Tessarion Asaprata.

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    Mesmo sem cavaleiro, Tessarion, a Rainha Azul levantou vôo e Addam virou seu dragão para encontrá-la. Como ambos eram jovens dragões, eles se moviam rápida e agilmente enquanto lutavam. Enraivecido Vermithor, também sem cavaleiro, subiu ao céu e começou a matar indiscriminadamente aqueles que estavam no chão.

    Enquanto Vermithor, o Fúria de Bronze causava carnificina, Fumaresia caiu sobre ele, jogando-o na lama. De acordo com o Arquimeistre Gyldayn, Addam Velaryon deve ter se sentido obrigado a proteger seus homens no solo, embora certamente soubesse em seu coração que seu dragão não poderia se igualar ao dragão mais velho. 

    MORTE

    A Rainha Azul sem cavaleiro logo se juntou à briga e todos os três dragões lutaram até a morte no chão em meio a lama, sangue, cadáveres e fumaça. Vermithor matou Fumaresia quando ele trancou seus dentes em seu pescoço e arrancou a cabeça do jovem dragão. Ele tentou voar com seu prêmio ainda em suas mandíbulas, mas suas asas esfarrapadas não conseguiam levantar seu peso. Depois de um momento, ele desmaiou e morreu. 

    Vermithor também havia ferido mortalmente a dragoa Tessarion, que morreu logo depois.

    Após a Segunda Batalha de Tumbleton, Lorde Unwin Peake ordenou uma retirada, levando os restos do grande exército que o Príncipe Daeron e Lorde Ormund Hightower haviam liderado. Já Addam Velaryon, acusado de traição, salvou Porto Real dos inimigos da rainha ao custo de sua própria vida. 

    Os restos mortais de Fumaresia e Vermithor se tornaram uma atração turística em Tumbleton. 

    LEIA TAMBÉM:

    House of the Dragon: Conheça os dragões Targaryen

    A série A Casa do Dragão, spin-off de Game of Thrones chega ao catálogo da HBO Max no dia 21 de agosto.

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    CRÍTICA – O Menino de Asakusa (2021, Gekidan Hitori)

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    O Menino de Asakusa é um filme japonês original da Netflix. A história é baseada na biografia do comediante Takeshi Kitano, conhecido como Beat Takeshi. A direção e roteiro são de Gekidan Hitori. No elenco estão Yuya Yagira, Yo Oizumi e Mugi Kadowaki.

    SINOPSE

    Em Asakusa, uma região decadente de Tóquio em meados da década de 1960. Depois de abandonar a faculdade, Takeshi trabalha no clube de comédia, teatro e strip Asakusa France-za, onde rapidamente ganha experiência com o famoso comediante Senzaburo Fukami.

    ANÁLISE

    Sem dúvida ser comediante é uma das profissões mais difíceis do mundo. O ato de fazer o outro rir é um processo que só os melhores comediantes entendem. Takeshi Kitano e Senzaburo Fukami sabiam essa tal fórmula. Por isso, O Menino de Asakusa busca ao máximo honrar esses dois ícones do humor japonês. 

    Baseado em um livro de memórias do próprio Takeshi, conhecido mundialmente como Beat Takeshi e também pelos trabalhos como diretor e ator, O Menino de Asakusa acompanha os primeiros anos da carreira do comediante, quando o lendário e já falecido Senzaburo Fukami o pega como discípulo para ensinar a arte da comédia. 

    Logo, o filme mostra a ascensão de Takeshi e a decadência de Fukami, ao passo que o primeiro sobe ao estrelato após sair do teatro e ir para a televisão. Já Fukami tinha um imenso amor pelo teatro e não conseguiu se adaptar aos tempos modernos. Dessa forma, o filme traz um debate sobre o avanço tecnológico frente a arte, nos 60 e 70, pois com o surgimento da televisão, muitas pessoas deixaram de ir em teatros para se divertir direito da sala de casa. 

    É sobre essa perspectiva que o longa apresenta essa grande história de amizade e ensinamento. O jeito provocativo de Fukami faz um ótimo contraponto ao Takeshi dos primeiros anos de carreira, um menino desengonçado com aspiração a comediante.

    O filme expressa muito bem o conceito de superar o mestre e o quanto isso pode ser sentido pelas pessoas. No teatro Asakusa France-za, o futuro parece incerto e muitos que trabalham lá sentem que seus sonhos já não são mais válidos. Por isso, mesmo que Fukami se sinta abandonado por Takeshi, o sucesso do discípulo também é o sucesso do mestre. 

    Dessa forma, a trilha sonora de O Menino de Asakusa é formidável, com ritmos de jazz que introduzem muito bem o tom divertido e dramático do longa. A montagem faz um passeio entre passado e presente, mostrando o início da carreira de Takeshi até seu estrelato na TV, já mais velho. 

    Além disso, a direção de Gekidan Hitori aproveita muito bem os planos abertos nos palcos com um belo jogo de luz. Já Yuya Yagira como Takeshi e Yo Oizumi  Fukami são o ponto chave do filme, a dupla têm dinâmica e carisma de sobra. Um filme comovente e que sabe desfrutar do seu grande trunfo: a ato de fazer o outro rir.  

    VEREDITO

    O Menino de Asakusa é uma ótima cinebiografia, contando a história do comediante Beat Takeshi. Com uma estonteante trilha sonora e grandes atuações, é um longa para conhecer mais do humor japoneses e de Beat Takeshi e Senzaburo Fukami, dois ícones da comédia.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

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    Jornada Astral: Conheça o novo programa da HBO Max comandado por Angélica

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    Se você curte Astrologia e é ligado em tudo sobre signos, então essa novidade é para você: Jornada Astral, primeiro programa de Angélica junto com o influenciador Vítor diCastro e a astróloga Paula Pires estreia na HBO Max dia 21 de dezembro. A atração é produzida pela Conspiração Filmes e Warner Media.

    A premissa do programa é mergulhar na intimidade de duas celebridades diferentes, mas que possuem o mesmo signo astral. No bate-papo com os apresentadores, os convidados entrarão em três cabines astrais, que representam o passado (com entrevistas mais intimistas, abordando momentos sensíveis), o presente (que fará um contraponto entre as diferentes personalidades dos convidados que compartilham o mesmo signo solar) e o futuro (que olhará para o que vem pela frente através da astrologia).

    A nova produção Max Originals terá 12 episódios e entre os convidados estão Preta Gil, Xuxa, Eliana, Cleo, Caio Castro, Sabrina Sato, Tiago Abravanel e Mônica Martelli.

    O Feededigno recebeu o convite para participar da coletiva de imprensa que aconteceu de forma online com a presença dos apresentadores, e assim, conseguimos mais detalhes sobre o programa. Confira:

    Sinopse oficial

    Na cabine do passado, os astros são o guia para entrevistas intimistas que abordam momentos sensíveis e emocionantes na trajetória dos personagens. Na do presente, um contraponto entre as diferentes personalidades dos convidados que passam por uma dinâmica para se conhecerem a partir do signo solar compartilhado. E na cabine do futuro, um convite para olhar para o horizonte de cada um deles.

    Dinâmica

    “Primeiro, eles vão reviver momentos de suas vidas e carreiras. É quando a Paula começa a comentar traços das personalidades. Eles ficam bem curiosos e emocionados! No presente, é quando os convidados se encontram pela primeira vez. Também nos juntamos ao Vítor para dinâmicas divertidas, onde eles se reconhecem ou não no outro. Por último, vamos para o futuro. É quando a gente faz um convite para olhar para os novos horizontes. O público vai gostar bastante dessa parte – principalmente quem for do signo do episódio”, explica Angélica.

    Angélica & Astrologia

    A apresentadora, que terá seu primeiro projeto com a HBO Max, contou que a astrologia é um assunto dentro de casa. “Eu sempre fui muito curiosa, sempre gostei de conhecer coisas novas. Eu também já estou em uma busca pelo autoconhecimento há uns anos, mas quando eu comecei a gravar eu fiquei ainda mais impressionada com meu mapa astral”, contou. Angélica também revelou que seus filhos, principalmente a Eva, adoram astrologia: “Aqui todo mundo sabe o signo e o ascendente, mas claro que com o programa eu aprendi muito mais”.

    Autoconhecimento

    Assim como Angélica, muita gente buscou a astrologia como ferramenta de autoconhecimento. “O boom da astrologia vem de uns quatro ou cinco anos atrás, agora estamos no auge. As pessoas perceberam não só a vontade do autoconhecimento, mas também a necessidade de se transformar. A pandemia escancarou mais a questão da autotransformação”, disse a astróloga Paula Pires.

    Para Vítor, o programa vem na onda de mostrar para as pessoas que a astrologia nunca foi o horóscopo diário das revistas dos anos 1990: “Nunca foi isso. Ela é uma ferramenta para o autoconhecimento”.

    Confira o trailer do programa:


    Desenvolvida por Carolina Albuquerque e Sergio Nakasone, Jornada Astral tem produção executiva de Luísa Barbosa, produção de conteúdo de Paula Kirchner, direção geral de Carla Barros e direção artística de Isabel Nascimento Silva. Jornada Astral estreia no dia 21 de dezembro, na HBO Max.

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    CRÍTICA – Harlem (1ª temporada, 2021, Amazon Prime Video)

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    Harlem é uma série da Amazon Prime Video em conjunto com a Universal Televison. Criada, escrita e produzida por Tracy Oliver (Girls Trip), a produção tem no elenco Meagan Good, Grace Byers, Jerrie Johnson e Shoniqua Shandai.

    SINOPSE

    Harlem é uma nova comédia que segue quatro melhores amigas ambiciosas e cheias de estilo no Harlem, na cidade de Nova York: Camille (Meagan Good) uma professora em ascensão lutando para abrir espaço em sua vida amorosa; Tye (Jerrie Johnson), uma empreendedora de tecnologia sempre namorando alguém novo; Angela (Shoniqua Shandai), uma cantora sem filtros e equalizações; e Quinn (Grace Byers), um estilista romântica e desesperada.

    ANÁLISE

    Comédia sobre amigos vivendo suas caóticas vidas em grandes metrópoles têm aos montes nas TVs e streaming. Mas, quando uma produção com uma premissa tão batida, consegue se destacar é surpreendente. Dito isso, Harlem tem o suficiente para ser clichê e ao mesmo tempo original. 

    Isso porque, a produção aposta em temas que poucas séries de comédia tem interesse em falar: a vivência da mulher negra. Ao acompanhar as quatro amigas, Camille, Tye, Angela e Quinn em suas vida profissionais e confusões amorosas, Harlem não só se propõe a criar situações divertidas, como expõe discussões sobre o que é ser uma mulher negra em uma grande cidade.

    Seja, na figura de Camille e seu empenho em alcançar uma boa posição como professora universitária; ou Tye, uma mulher negra lésbica e bem-sucedida, que precisa se esforçar ao máximo para se manter em posição de destaque; até mesmo Quinn, que tenta provar para os pais que consegue manter seu próprio negócio; e Angela, a mais “de boa com a vida”, mas que está atrás do seu sonho de ser cantora. 

    Cada personagem enfrenta suas próprias adversidades e têm personalidades distintas bem demarcada pelo show. Mas, é quando esse quarteto está junto falando sobre percepções negras acerca da vida que o roteiro mostra o quanto séries como Harlem são necessárias para a comunidade negra. 

    Não há dúvida que o público ama séries como Sex and the City (inclusive, saiu um spin-off), mas como é bom vermos e falarmos sobre experiências de pessoas negras. Sem apelar para um drama sobre sofrimento das pessoas negras, sendo somente divertido e leve, mas trazendo apontamos importante sobre feminismo e negritude. 

    CRÍTICA | Harlem (1ª temporada, 2021, Amazon Prime Video)

    Dessa forma, Harlem é ideal para quem curte séries como Ela Quer Tudo ou até mesmo Cara Gente Branca. Pois, tanto seu roteiro, como sua direção trazem um certo expositivo que tira sarro de situações – como fazer um musical sobre o filme Corra de Jordan Peele com uma mulher branca sendo protagonista – ao mesmo tempo que critica e reflete.

    Logo, é uma produção muito segura e potente, a criadora Tracy Oliver já estava trabalhando há tempo na série e o resultado não poderia ser mais positivo. Em parte também pelo ótimo trabalho do quarteto que têm sintonia e carisma de sobra.  

    VEREDITO

    Ainda que alguns escorregões sejam perceptíveis, como um texto forçado para que certas situações aconteçam, nada tira a beleza de Harlem em falar sobre mulheres negras de forma tão simples e real. Certamente, um achado da Amazon Prime Vídeo que deve render mais temporadas.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

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    TBT #155 | Star Trek: Além da Escuridão (2013, J.J. Abrams)

    Star Trek é uma das franquias que mais tenho afeto na vida. Não só por sua origem, mas também por ter sido a franquia responsável por me introduzir no mundo da ficção-científica. Após acompanhar a série original ainda na infância, a trilogia de J.J. Abrams que teve início em 2009, é responsável por adaptar alguns dos arcos mais emotivos a meu ver. Em 2013, Star Trek: Além da Escuridão foi lançado.

    Aprofundando o arco de um dos maiores vilões e uma das maiores ameaças que a tripulação da Enterprise já enfrentou, Khan (Benedict Cumberbatch).

    SINOPSE

    Os tripulantes da Enterprise descobrem uma força terrorista dentro da sua própria organização. O capitão Kirk desafia as regras da Frota Estelar e lidera uma missão para capturar uma arma de destruição em massa.

    ANÁLISE

    Star Trek: Além da Escuridão

    Um dos mais brilhantes e mais marcantes elementos presentes na franquia Star Trek, são ameaças dormentes dentro da própria Frota Estelar. Assim como isso foi visto em Além da Escuridão, a primeira temporada de Picard foi responsável por colocar um dos maiores Almirantes enfrentando ameças dormentes dentro da Força responsável por proteger e democratizar a galáxia.

    O desenvolvimento de Star Trek: Além da Escuridão se dá assim como no primeiro filme, colocando como ponto de partida um atrito entre Kirk (Chris Pine) e Spock (Zachary Quinto), que darão aos dois personagens um maior aprofundamento durante o longa.

    Com um desenvolvimento emotivo, Além da Escuridão nos apresenta os elementos mais humanos que apenas a franquia é capaz de trazer mesmo abordando história de planetas e personagens alienígenas alienígenas.

    Star Trek: Além da Escuridão

    Com um background futurista, o filme e nos lança em meio a uma história, com referências à filmes anteriores, e diferentes interações, tudo isso enquanto se aprofunda na história da Linha Kelvin – Caso você tenha perdido a explicação dessa linha temporal, leia nosso outro primeira crítica de Star Trek (2009).

    O cuidado e o respeito de J.J. Abrams em apresentar diversos aspectos relacionados à franquia Star Trek, foi o que deu ao diretor a coragem e a ideia à Disney de continuar a franquia Star Wars.

    VEREDITO

    Enquanto nos aprofundamos na história da Enterprise, a nave enfrenta uma das maiores ameaças que essa versão da tripulação já enfrentou. O Khan de Cumberbatch realmente se prova como uma força imponente que pode se mostrar um verdadeiro e tangível risco se não levado a sério.

    Um dos pontos mais altos desse longa é a atuação de Pine e Quinto, respectivamente Kirk e Spock, cuja relação se desenvolve imensamente e mostra um sinal do que a relação dos dois personagens foi na série original.

    4,0 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

    A trilogia Star Trek de J.J. Abrams está disponível na Netflix.

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    CRÍTICA – Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021, Jon Watts)

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    Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (Spider-Man: No Way Home, título original) é uma continuação de Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) e Homem-Aranha: Longe de Casa (2019); a produção é o 27º filme do Universo Cinematográfico Marvel e o 9º longa da Fase Quatro planejado pela Marvel Studios

    O elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Jacob Batalon, Marisa Tomei e Benedict Cumberbatch.

    SINOPSE

    Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, a identidade do nosso simpático herói amigão da vizinhança é revelada, colocando suas responsabilidades de super-herói em conflito com sua vida normal e colocando em risco aqueles com quem ele se preocupa. Quando Peter Parker (Tom Holland) pede a ajuda do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) para restaurar seu segredo, o feitiço abre um buraco em seu mundo, liberando os vilões mais poderosos que já lutaram contra o Homem-Aranha em qualquer universo. Agora, Peter terá que superar seu maior desafio, que não apenas alterará para sempre seu próprio futuro, mas o futuro do Multiverso.

    ANÁLISE

    homem-aranha sem volta para casa

    Para começar, preciso dizer: É difícil para um marvete falar mal de um filme da Marvel, mas serei o mais imparcial possível, porém, o mais difícil neste texto será não dar spoilers, já que vos escrevo poucos minutos depois de ter assistido ao aguardado filme; mas em respeito aos fãs e a experiência que a Sétima Arte proporciona, os spoilers serão opcionais.

    Mesmo que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa esteja entre os filmes mais longos do UCM, suas 2h29min parece passar num piscar de olhos, isso graças a um roteiro pensando exclusivamente nos fãs. Temos aqui, bons diálogos, muitas referências e cenas de ação de tirar o fôlego.

    Em um ano com diversas produções da Marvel Studios, incluindo séries que ampliaram o seu Universo Cinematográfico – como WandaVision, Falcão e o Soldado Invernal, Loki e Gavião Arqueiro – e seus já tradicionais filmes – como Viúva Negra, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis e Eternos -, sem dúvidas o terceiro filme do Cabeça de Teia era o mais aguardado de todos.

    Com a introdução do Multiverso em Longe de Casa e sua confirmação na série do Deus da Trapaça, todos os fãs do personagem, sejam eles de suas versões dos quadrinhos ou do cinema, passaram a depositar uma expectativa muito grande para a produção. Diversos rumores surgiram, teorias sobre o Sexteto Sinistro borbulhavam nas mentes mais loucas e rumores brotavam por toda a vastidão da internet com supostas imagens e cenas vazadas.

    Enfim dezembro chegou e o tão aguardado filme que poderia atender as expectativas dos fãs de forma avassaladora chega também com o poder de frustrá-los na mesma medida.

    VEREDITO

    Eu amei Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, amei rever personagens já vistos antes como Electro (Jamie Foxx), Lagarto, Homem-Areia e principalmente Doutor Octopus (Alfred Molina) e Duende Verde (Willem Dafoe) e toda a experiência de descobrir o que seria o longa apenas dentro da sala de cinema.

    É o que costumo dizer para alguns amigos: “A Marvel Studios ao longo de toda sua trajetória criou um molde para ter sucesso com seus filmes, mas parece que recentemente o cerne desse molde é um velho ditato… ‘o segredo é a chave do sucesso’.”

    Para ler o spoiler selecione o parágrafo: [INÍCIO DO SPOILER] Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é definitivamente a obra-prima máxima do fan service! São tantos momentos que fazem o verdadeiro fã explodir em alegria que é difícil mensurar. Rever atores das trilogias anteriores, como Rhys Ifans revivendo Dr. Curtis Connors/Lagarto, Thomas Haden Church revivendo Flint Marko/Homem-Areia é de aquecer o coração; mas sem entrar em spoilers pesados, há ainda outros momentos que fazem o verdadeiro fã brilhar os olhos com o que pode vir no futuro do UCM e até derramar lágrimas pelo que já viveu nos cinemas anos atrás. Eu saí do cinema com a seguinte sensação: “Muito obrigado, Marvel Studios! [FIM DO SPOILER].

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer dublado:

    Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa estreia amanhã nos cinemas.

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