Desde sua primeira aparição nas páginas dos quadrinhos da Marvel Comics, em 1971, Morbius, o vampiro vivo passou de vilão a anti-herói e se tornou um dos personagens mais enigmáticos do Universo Marvel.
O filme estrelado por Jared Leto conta também com nomes como Matt Smith, Adria Arjona, Jared Harris, Al Madrigal e Tyrese Gibson.
A mais nova produção da Sony Pictures no Aranhaverso chega aos cinemas nesta quinta-feira, 31.
Gravemente enfermo por conta de um estranho distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outras pessoas que padecem do seu mesmo destino, o Dr. Morbius (Jared Leto) arrisca a própria vida em uma aposta desesperada. Embora, a princípio, pareça ser um enorme sucesso, algo tenebroso é desencadeado dentro dele. O bem prevalecerá sobre o mal ou Michael sucumbirá às suas novas compulsões misteriosas?
ANÁLISE
Que Jared Leto é um artista versátil, não há dúvidas. De músico premiado do Thirty Seconds to Mars à vencedor do Oscar por O Clube de Compras Dallas (2013), Leto não tem emplacado grandes sucessos na sétima arte nos últimos anos; e com o seu polêmico Coringa de Esquadrão Suicida (2016), o longa Morbius sofreu com uma grande preocupação por parte dos fãs sobre como seria essa nova atuação no gênero de filmes de super-heróis.
Para acalmar esses mesmos fãs preocupados, a produção apostou em um cast conhecido do grande público com nomes que estiveram presentes em produções de sucesso, como por exemplo: Matt Smith de Doctor Who,The Crown e a aguardadíssima série House of the Dragon, o veterano Jared Harris que ganhou ainda mais holofotes depois de Chernobyl e também com Tyrese Gibson, sempre presente nas franquias Transformers e Velozes & Furiosos.
Infelizmente, aqui o elenco é mal aproveitado e todos parecem estar flutuando ao redor de Morbius (Jared Leto) e Milo (Matt Smith), incapazes de intercederem em algo quase sobrenatural; e apesar de contarem com o habilidoso Matthew E. Butler da Digital Domain que criou os efeitos visuais para Vingadores: Ultimato (2019), a experiência em dar vida a personagens digitais da Marvel, o CGI não é suficiente para fazer de Morbius um filme inesquecível.
Não há forma melhor de dizer do que sendo direto e reto: é ruim.
Se tratando de roteiro, com uma trama e diálogos criativos, o mais recente filme do Aranhaverso da Sony Pictures está mais para os filmes do Venomque para os filmes do Homem-Aranha de Sam Raimi. E, além da direção fazer com o elenco seja algo superficial para o desenvolvimento da trama, o uso do CGI apesar de trazer inovação com as cenas em que Morbius “sente/identifica” as correntes de ar, não nos apresenta uma sensação de novidade.
Com um CGI extremamente borrado em cenas de ação mais rápidas, as cenas de luta lembram os combates em CGI visto em Blade 2 (2002) e os saltos dos vampiros remetem muito aos efeitos vistos em Noturno (Alan Cumming) no longa X-Men 2 (2003); agora note que estou falando de filmes de duas décadas atrás.
Após a sessão de imprensa de Morbius, concluí que:
“Se uma andorinha não faz verão, dois vampiros não fazem um bom filme de vampiros; quem dirá de super-heróis“.
Importante: Morbius conta com 2 cenas pós-créditos. Relevantes? Até são, mas não salvam o filme. E se pensar muito, pode até irritar mais (meu caso) que alegrar os fãs.
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Cavaleiro da Lua é a mais nova série da parceria Disney+ e Marvel e tem Oscar Isaac (Duna) no papel principal.
SINOPSE DE CAVALEIRO DA LUA
Steven Grant (Oscar Isaac) é um vendedor de souvenires em um museu de Londres e tem uma vida bastante pacata. Entretanto, ele sofre com sonambulismo e sua condição tem sido um grande problema. Ele descobre que na verdade tem dupla personalidade, uma vez que seu novo alter ego, Marc Spector, um mercenário largado à sua sorte em uma expedição, deve fazer as vontade de Konshu, o Deus da Lua, se tornando o Cavaleiro da Lua.
ANÁLISE
A nova série da Marvel chama a atenção já em seus primeiros momentos por não se parecer em nada com os demais produtos do MCU, uma vez que sua proposta é bastante séria e lembra em alguns momentos apenas por algumas pílulas de humor e uma violência mais “clean” em relação à sanguinolência.
De fato, Cavaleiro da Lua aborda temas pesados, quase se tornando um terror psicológico com um misto de aventuras no maior estilo Indiana Jones. Doenças como esquizofrenia são abordadas aqui de forma inventiva, visto que a confusão mental do protagonista é passada aos espectadores por meio de flashes repentinos e mudanças de comportamento e cenários com cortes muito bem realizados na montagem das cenas.
A violência é um dos pontos positivos, pois o anti-herói é um dos mais brutais nos quadrinhos e mesmo que seja um pouco mais soft, a pancadaria em Cavaleiro da Lua é algo louvável. Todavia, são poucas as cenas de ação, com a série sendo mais focada no mistério e em diálogos.
Sobre as atuações, tanto Oscar Isaac quanto Ethan Hawke mandam bem em seus papéis, apesar do segundo ser um vilão super genérico que quer dominar o mundo por meio de um deus ancestral nos primeiros quatro episódios iniciais.
De negativo, temos um CGI extremamente artificial, deixando o traje de Marc sem peso e com uma textura esquisita. A roupa do nosso herói é muito legal, mas a artificialidade lembra muito o uniforme de Pantera Negra e do Homem-Aranha no filme Guerra Civil, deixando tudo muito falso.
VEREDITO
Até o momento, Cavaleiro da Lua nos deixa com um misto de sentimentos, uma vez que sua confusão é algo proposital, mas que tira a fluidez da trama. Os ganchos deixados nos primeiros quatro episódios são empolgantes, todavia, são muitas pontas soltas para a season finale que acontecerá no sexto. A curiosidade e expectativas são altas, tomara que seja épico!
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Mary MacPherran, também conhecida como Titânia é uma personagem da Marvel Comics que foi criada por Jim Shooter e Mike Zeck, tendo sua primeira aparição foi na HQ Guerras Secretas #3, que foi publicada em julho de 1984.
ORIGEM
Nascida no subúrbio de Denver, no Colorado, Mary sempre foi uma garota de baixa estatura e magra, por causa disso ela era chamada de skeeter na escola (uma gíria americana que se refere a mosquito) por uma uma menina rica e popular chamada Vanessa Ashwood.
Devido ao lullying MacPherran cresceu com o pensamento que seria aceita pelos colegas se a mesma tivesse superpoderes e se fosse uma super-heroína.
Mais tarde, Marsha, sua amiga, vê certa semelhança entre Mary MacPherran e a segunda Mulher-Aranha (Julia Carpenter) pelas duas terem cabelos loiros e convencida sobre isso, Mary diz para Marsha que ela atua como a Mulher-Aranha secretamente e Marsha se torna a responsável por espalhar esse falso boato que chega até os ouvidos de Vanessa. Com isso, ela rapidamente conquistou uma popularidade crescente e chegou a ser convidada para uma festa de Vanessa, da qual ela participou junto de Marsha.
No meio da festa, Denver inteira foi arrancada da Terra pelo Beyonder. A Mulher-Aranha surgiu para resgatar as garotas que estavam em perigo, mas ao ver a heroína Vanessa e as outras convidadas da festa atacaram Mary e Marsha, descobrindo que as duas haviam mentido. Fugindo para uma floresta, as meninas foram encontradas por Doutor Destino, que as recrutou para o seu exército de super vilões, oferecendo poderes para elas.
PODERES E HABILIDADES
MacPherran passou por alterações genéticas misturadas com radiação que lhe forneceram super força e outros atributos ligados a isso. Por conta de seus músculos, ela também possui super durabilidade, o que significa que tiros não conseguem machucá-la, assim como quedas de grandes alturas. Golpes poderosos de outros personagens da Marvel também não causam muito impacto nela. Além disso, Titânia consegue aguentar mudanças bruscas de temperaturas, sobrevivendo do calor intenso ao frio extremo.
Ela também possui super estamina o que lhe impede de se cansar; é uma incrível lutadora no combate corpo-a-corpo e possui várias técnicas de luta. Uma de suas fraquezas é o medo de aranhas, em inúmeras histórias a personagem precisa fazer um esforço descomunal para conseguir enfrentar o Homem-Aranha, por exemplo.
EQUIPES
Na maior parte das suas histórias, Titânia agia conforme a vontade do Doutor Destino e na maioria das vezes enfrentava a Mulher-Hulk (She-Hulk, no original) porque em sua consciência ela precisava provar que era mais forte que Jennifer Waters, porém, Jennifer sempre sai vitoriosa pelo fato de pensar rápido em estratégias de combate.
Titânia já trabalhou para o Homem-Absorvente e já fez parte dos Mestres do Mal, um grupo formado por ninguém menos que o Barão Zemo.
CURIOSIDADES
Titânia com seus planos mirabolantes para derrotar a Mulher-Hulk adquiriu a Joia do Poder para utilizar contra a heroína, porém, Jennifer foi mais esperta e fingiu que havia morrido durante o ataque, foi nesse momento que Mary percebeu que não teria mais propósito de vida já que não teria mais a heroína para atormentar. Aproveitando-se da situação, a Mulher-Hulk rouba a joia da vilã e a derrota com apenas um soco.
OUTRAS MÍDIAS
Titânia aparece nos jogos Marvel Future Fight e em Homem de Ferro e X-O Manowar no Heavy Metal. A vilã já apareceu em vários episódios dos desenhos animados Hulk e os Agentes da SMASH e Os Vingadores Unidos.
Rumores indicam que a personagem está inserida na série She-Hulk do Disney+ e será interpretada pela atriz Jameela Jamil que atuou recentemente no longa de Case Comigo (2022), estrelado por Jennifer Lopez.
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Um dos personagens mais fascinantes e ambivalentes do Universo de Personagens Marvel da Sony Pictures chega às telas dos cinemas com o vencedor do Oscar, Jared Leto se transformando em um enigmático anti-herói, Michael Morbius.
Gravemente enfermo por conta de um estranho distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outras pessoas que padecem do seu mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca a própria vida em uma aposta desesperada. Embora, a princípio, pareça ser um enorme sucesso, algo tenebroso é desencadeado dentro dele. O bem prevalecerá sobre o mal ou Michael sucumbirá às suas novas compulsões misteriosas?
O filme será lançado no Brasil em 31 de março de 2022.
O ELENCO
Dirigido por Daniel Espinosa e produzido por Avi Arad, Matt Tolmach e Lucas Foster; o filme estrelado por Jared Leto conta também com nomes como Matt Smith, Adria Arjona, Jared Harris, Al Madrigal e Tyrese Gibson.
Jared Leto (Michael Morbius)
Suas duas décadas de trabalho como ator abrangem uma variedade de desempenhos intensos e transformadores. Por sua atuação como o paciente transgênero com AIDS, Rayon em O Clube de Compras Dallas (2013), Jared Leto recebeu os prêmios de Melhor Ator Coadjuvante de várias associações de críticos. Foi nomeado Melhor Ator Coadjuvante pela New York Film Critics Association, Los Angeles Film Critics Association e pela Broadcast Film Critics Association. Leto recebeu suas primeiras indicações ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao Screen Actors Guild Award com o papel, tendo vencido todos esses prêmios.
Leto vem atualmente cativando a crítica e o público com sua transformação no seu desempenho em Casa Gucci (2021), dirigido por Ridley Scott e coestrelado por Lady Gaga, Adam Driver e Al Pacino. A seguir, irá coestrelar com Anne Hathaway em WeCrashed, uma série limitada da Apple TV+ que retrata a ascensão e queda da WeWork; Leto também é produtor executivo do projeto.
Além de O Clube de Compras Dallas, seus demais créditos dentre vários projetos no cinema incluem Prefontaine: Um Nome Sem Limites (1997), Além da Linha Vermelha (1998), Clube da Luta (1999), Psicopata Americano (2000), Quarto do Pânico (2002), O Senhor das Armas (2005), Alexandre (2004), Os Fugitivos (2006), Sr. Ninguém (2009), Esquadrão Suicida (2016) e Blade Runner 2049 (2017).
Jared Leto com sua banda de rock, Thirty Seconds to Mars, possui inúmeros discos de platina. Ele é o vocalista, guitarrista e compositor da banda, que inclui seu irmão Shannon Leto.
O Thirty Seconds to Mars lançou cinco discos de estúdio, incluindo America, de 2018, e trabalha atualmente no seu sexto álbum. Seus sucessos nas rádios incluem as músicas “Walk on Water“, “This Is War“, “Kings and Queens” e “The Kill“. A banda já viajou por todo o mundo em turnês com shows esgotados, realizando mais de 300 apresentações em quase 60 países, em seis continentes, para 3 milhões de pessoas, quebrando o recorde mundial do Guinness da turnê mais longa de shows de uma banda de rock; e vendeu mais de 10 de álbuns em todo o mundo e seus videoclipes tiveram mais de 350 milhões de visualizações no YouTube.
Matt Smith (Milo)
Um dos atores mais dinâmicos e talentosos do Reino Unido na atualidade, Matt Smith é mais conhecido por sua atuação única como o Doutor na série seminal, Doctor Who. Sua interpretação recebeu tanto elogios da crítica quanto uma indicação ao BAFTA.
Smith pode ser visto atualmente no thriller psicológico Noite Passada em Soho(2021), em 2022 Smith irá interpretará o personagem Príncipe Daemon Targaryen na prequel de Game of Thrones, House of the Dragon. Além das séries Doctor Who e a vindoura House of the Dragon, Matt Smith também está presente na segunda temporada de The Crown, a popular série da Netflix sobre a família real britânica; o ator dá vida ao Príncipe Philip.
No cinema, além de diversos outros projetos, Smith pode ser visto em produções como Rio Perdido (2014), Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016), Paciente Zero: A Origem do Vírus (2018), Segredos Oficiais (2019) e O Que Ficou Para Trás(2020).
Adriana Arjona (Martine)
Um dos talentos em ascensão mais promissores de Hollywood, Adriana Arjona concluiu recentemente as filmagens do aguardado remake de O Pai da Noiva, filme contará a história de um pai diante do casamento iminente da filha através do prisma de relacionamentos múltiplos numa grande família cubano-americana.
A atriz fará sua estreia no Disney+ na tão esperada série Andor (2022); uma prequel de Star Wars: Rogue One; outras séries de Arjona incluem True Detective, da HBO e Narcos, da Netflix.
Jared Harris (Nicolas)
Indicado ao Globo de Ouro e ao Emmy e vencedor dos prêmios SAG e BAFTA, Jared Harris é um ator de teatro de formação clássica e ex-membro da famosa Royal Shakespeare Company de Londres, cuja prolífica carreira ilustra continuamente sua capacidade de se transformar facilmente de um personagem a outro e o mantém na companhia de alguns dos talentos mais criativos da atualidade no cinema e na televisão.
A extensa carreira de Harris no cinema e na televisão inclui a premiada minissérie da HBO, Chernobyl; a série da AMC que definiu uma década, Mad Men; a série de enorme popularidade da Netflix, The Crown; no cinema seus trabalhos incluem O Curioso Caso de Benjamin Button(2008), Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras (2011) e até o momento, sua carreira abrange mais de setenta filmes e produções de televisão.
Al Madrigal (Rodriguez)
Sendo um dos comediantes mais bem-sucedidos da atualidade, quebrando barreiras para os latinos na indústria, Al Madrigal também expandiu sua atuação para se tornar escritor, produtor e empresário.
Seu fascínio por super-heróis e sua determinação em aumentar a representação de histórias, personagens e vozes latinas levou Madrigal a criar e escrever a série de quadrinhos Primos para a editora AWA. A história reúne três primos distantes, unidos por sua antiga linhagem maia espacial ao histórico Rei Janaab, com um propósito profundamente especial: salvar o mundo como eles o conhecem. A primeira série de quadrinhos tem seu lançamento programado para 2 de fevereiro de 2022.
Al Madrigal e o comediante Bill Burr cofundaram a All Things Comedy (ATC) e nos últimos cinco anos, a ATC criou com sucesso uma plataforma de vídeo digital, podcasts originais, uma produtora, um selo fonográfico de comédia, uma distribuidora de televisão e longas metragens e uma consultoria de mídia social e agência de conteúdo de marca. Atualmente, é a principal rede de podcasts de comédia com shows apresentados por alguns dos melhores comediantes da indústria e tem mais de 15 milhões de ouvintes e mais de 50 shows.
Os créditos cinematográficos de Madrigal incluem Operação Supletivo: Agora Vai! (2018) e O Caminho de Volta(2020).
Sua carreira de stand-up decolou quando ele ganhou um prêmio do júri de Melhor Comediante de Stand-up no U.S. Comedy Arts Festival, depois de ganhar o prêmio, ele assinou um contrato de reserva de talentos com a CBS que acabou levando ao seu especial, Comedy Central Presents. Madrigal completou seu primeiro especial de uma hora, Why Is the Rabbit Crying? O especial estreou no Comedy Central e foi eleito um dos 10 melhores especiais de comédia de 2013 pelo Westword e pelo The Village Voice. Em 2017, seu especial de uma hora aclamado pela crítica, Shrimpin’ Ain’t Easy, estreou no Showtime e também foi incluído na lista dos 10 melhores da Decider e Vulture naquele ano.
Em um artigo intitulado “The Best Standup TV Right Now“, a revista Rolling Stone declarou:
“O ex-integrante do The Daily Show é um veio de ouro de comédia.”
Tyrese Gibson (Stroud)
Originado de Watts, um bairro de Los Angeles, aos 16 anos Tyrese Gibson foi descoberto depois de ser escalado para um comercial da Coca-Cola. Um álbum de estreia autointitulado rapidamente se seguiu, assim como um American Music Award para Novo Artista Favorito de Soul/R&B. Desde então, Gibson lançou mais cinco álbuns de estúdio e recebeu seis indicações ao Grammy. Seu álbum de estúdio mais recente, Black Rose, estreou em primeiro lugar na parada da Billboard de Álbuns de R&B e contou com o single “Shame“, que ficou em primeiro lugar na parada da Billboard de Canções Adultas de R&B por 16 semanas consecutivas.
Este ano marca o 20º aniversário de Baby Boy – O Rei da Rua (2001), o ator também está presente em outras produções do cinema como O Voo da Fênix (2004), Quatro Irmãos (2005), Ruas Sangrentas: O Acerto Final (2006), Corrida Mortal (2008), Legião (2010), Black Nativity: Uma Jornada Inesquecível (2013), Policial em Apuros 2 (2016), Cores da Justiça (2019) e Refém Rebelde (2021).
Tyrese Gibson também está presente em grandes franquias do cinema como Velozes & Furisosos e Transformers.
CRIANDO O MONSTRO
Quando Morbius funde seu DNA com o de um morcego vampiro, ele ganha poderes sobre-humanos – mas também se transforma em um monstro hediondo. Ele não apenas ganha força e agilidade, mas também o poder de usar a ecolocalização – a capacidade dos morcegos de “enxergar” no escuro, confiando nas ondas sonoras ao seu redor. No entanto, ele também desenvolve o focinho arrebitado de um morcego, bochechas afundadas e uma boca cheia de presas afiadas.
Quanto ao próprio personagem, Jared Leto e o diretor Daniel Espinosa concordaram que o visual viria de efeitos visuais, e não de próteses e maquiagem. Leto comentou:
“Quando você coloca um personagem na tela pela primeira vez, tem uma ótima oportunidade de criar algo. Fiz questão, desde o início, do uso da tecnologia para aprimorar e ajudar na transformação, principalmente do próprio Morbius, porque achava que assim teríamos menos limitações. Existe um potencial ilimitado usando algumas dessas novas tecnologias, então, é interessante fazer parte disso e ir além.”
Matthew E. Butler, que, como parte da equipe da Digital Domain que criou os efeitos visuais para Vingadores: Ultimato (2019), tem experiência em dar vida plena a personagens digitais da Marvel e disse:
“Os efeitos visuais nunca são uma resposta única para nada – tentamos usar a ferramenta certa para o trabalho, e cada trabalho é um pouco diferente. Em Morbius, os vampiros atuam, têm diálogos e expressão, e eles precisam olhar, sentir e cheirar como o ator. Jared Leto e Matt Smith precisam transparecer através de suas formas vampíricas. Tentamos manter o máximo de suas características, para que você pudesse olhar para essa criatura e pensar, sim, esse é o Jared – mas partimos de um homem bonito para fazer esse personagem horrível.”
Outro desafio foi a mudança de humano para vampiro e vice-versa.
“O Morbius pode ‘florescer’ de sua versão humana para a versão vampírica, mas ele não fica continuamente nessa fase. Ele pode entrar e sair dela – normalmente por raiva. Ele precisava ser capaz de se transformar em diferentes expressões; uma solução é filmá-los como são e manipular o rosto. Isso pode funcionar, mas, às vezes, chegamos muito longe do original e ainda precisamos capturar todas as idiossincrasias, as sutilezas, os indícios familiares de quem é essa pessoa e suas características, mesmo que a criatura seja bem diferente na sua geometria. Então decidimos que os atores filmariam o desempenho no platô, e nós refilmaríamos esse desempenho com uma série de pontos marcados em seus rostos e câmeras de capacete que pudessem capturar todas essas sutilezas. O software pode traduzir essa atuação no desempenho de uma criatura completamente diferente. Isso é algo que fizemos muito bem com o Thanos.”
VISUALIZANDO OS PODERES DO MORCEGO
Todos os desafios – o visual da criatura e a manifestação de seus poderes – ficariam a cargo do supervisor de efeitos visuais Matthew E. Butler. Trabalhando com Espinosa, Butler criaria uma linguagem cinematográfica que levaria o público às percepções sensoriais de Morbius. Era um desafio que Matthew E. Butler estava especialmente apto a enfrentar.
“Quando Daniel veio nos ver pela primeira vez, uma das coisas que ele estava particularmente interessado em fazer era visualizar alguns dos poderes especiais incomuns de Morbius, um dos quais é sua capacidade de visualizar vetores de vento para ecolocalização, como um morcego faria. Uma vez que a minha formação anterior era aeroespacial e eu me concentrava em misturas de fluidos computacionais e na visualização do fluxo de fluido, isso me atraiu particularmente. É algo que eu poderia ver como uma maneira legal de visualizar, e não gratuita. Encontramos um modo visualmente emocionante de mostrar a sua habilidade, assim como a sua capacidade de ser hipersensível a vetores de vento.”
SOBRE AS CENAS DE AÇÃO
O coordenador de cenas de ação Gary Powell foi encarregado de criar a ação de Morbius. Isso incluiu a criação da sua maneira de lutar, considerando que ele nunca teve forças para treinar dessa maneira antes de adquirir seus poderes.
“Eu conhecia o personagem Morbius, porque costumava ler todos os quadrinhos do Homem-Aranha. É um mundo mais sombrio; ele é um anti-herói. Um pouco mais sombrio do que estamos acostumados no mundo dos super-heróis.”
Então, o primeiro lugar onde Powell procurou inspiração foi nos quadrinhos.
“As cenas de ação são baseadas no Morbius e no que ele pode fazer. Então, analisamos a HQs, a forças física dele, para ter certeza de que o estávamos honrando corretamente. Lendo os quadrinhos, você vê que ele é muito forte – talvez mais forte que o Homem-Aranha. Além disso, queríamos torná-lo o mais crível possível – mesmo estando em um universo sobre-humano, queremos que o público acredite nele.”
As experimentações de Morbius com seus poderes revelam uma agilidade incrível. Para essas cenas, Powell chamou Greg Townley, um dos maiores acrobatas do mundo, para ser o dublê do Morbius.
“É fenomenal o que ele é capaz de fazer no ar. Tivemos uma conversa inicial com o Jared, onde ele explicou como o personagem se moveria, e isso nos deu algumas coisas para pesquisar. Observamos os morcegos e como eles atacam uns aos outros.”
UMA NOVA IORQUE DOS ANOS 1980
Os espectadores de certa idade podem se lembrar da Nova Iorque dos anos 1980 – pelo menos como era popularmente concebida nos quadrinhos. Cinzenta, dura, sombria – era assim que a cidade aparecia em muitas histórias em quadrinhos que Daniel Espinosa lia no período, e era isso que o diretor queria trazer de volta.
“Foi um pouco mais decadente – eu me inspirei nessas imagens e fiz algo que parecia diferente. Nós poderíamos fazer nossa própria Nova Iorque, assim como os artistas fizeram, como John Romita Jr. fez quando desenhou sua primeira paisagem da cidade.”
A desenhista de produção Stefania Cella comentou:
“Não queríamos colocar o Morbius na Nova Iorque da Quinta Avenida; ele fica pela área mais periférica – nos becos e ruas laterais – mas não é parte dela. Isso nos deu a liberdade de extrapolar um pouco um desenho de produção para Nova Iorque não especificamente histórico de como ela se parece. Podíamos dar uma base ao filme com a linguagem das ruas, os carros, as placas dos carros e a sinalização, e aí, poderíamos usar de licença com as cores e a arquitetura.”
Cella diz que o design do filme passa por uma progressão semelhante – uma transformação semelhante à que o próprio Morbius faz à medida que o filme avança.
“Como esta é uma introdução a Morbius, um personagem novo, queríamos contar a história do personagem através dos sets – como ele passa de criança a ganhador do Nobel. Começamos na Grécia, que é ensolarada, feliz, linda e romântica. E aí, entramos no laboratório – branco e estéril. E então, à medida que Morbius se transforma, o mesmo acontece com a aparência do filme – fica mais cinzenta. Noites, becos, locais mais escuros.”
A produção de Morbius foi filmada no Reino Unido, nos estúdios Pinewood. Este também foi o local do maior e mais icônico set construído para a produção: o Horizon Lab do dr. Michael Morbius, com um viveiro cilíndrico do chão ao teto para os morcegos. Outros cenários foram construídos no Fountain Studios em Wembley.
As tomadas externas que se passam em Nova Iorque foram rodadas na cidade de Manchester, onde edifícios e armazéns de tijolos vermelhos do século XIX forneceram um substituto impressionante. Uma seção em desuso da estação Charing Cross de Londres foi transformada pela cenografia para servir como os túneis do metrô de Nova Iorque, onde Milo faz uma matança e é confrontado por Morbius.
O filme será lançado no Brasil em 31 de março de 2022.
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M.O.D.O.K. significa Mental Organism Designed Only for Killing, ou em tradução direta, Organismo Mental Designado Apenas para Matar e é um vilão da Marvel Comics muito famoso; criado por Stan Lee e Jack Kirby.
Sua primeira aparição foi na HQ Tales of Suspense #93, publicada em setembro de 1967, mas apenas como um cameo; em Tales of Suspense #94, publicada em outubro do mesmo ano, o vilão teve sua primeira aparição completa.
ORIGEM
George Tarleton era um especialista em tecnologia que se juntou ao grupo científico A.I.M. (Advanced Idea Mechanics) e os ajudou a criar o cubo cósmico. O cientista chefe do grupo teve a grande ideia de criar um projeto chamado M.O.D.O.C. (Organismo Mental Designado Apenas para Computação) que tinha como função aumentar a produtividade do grupo em suas pesquisas científicas e garantir o controle de subordinados.
Para isso, a A.I.M. alterou George para se tornar o próprio M.O.D.O.C., o que o deixou super inteligente. Porém, seu crânio cresceu ao ponto de ser grande demais para seu corpo sustentar, então o personagem passou a usar uma cadeira flutuante para poder se locomover. O que eles não esperavam é que essa super inteligência poderia fazê-lo ter grandes ambições. E foi justamente o que aconteceu: ele se voltou contra eles e se tornou líder da companhia.
PODERES E HABILIDADES
Como resultado do experimento, Tarleton adquiriu inteligência sobre-humana, incluindo uma memória computacional capaz de calcular resultados prováveis que beiram a precognição; sua criatividade, no entanto, permanece a de um humano médio. Como M.O.D.O.K., o personagem também possui poderes psiônicos, que lhe permitem controlar mentalmente indivíduos e grupos de grande porte e ainda gerar campos de força capazes de resistir a pequenas explosões nucleares. Por cortesia da tecnologia A.I.M., M.O.D.O.K. usa uma tiara que lhe permite concentrar seu poder mental em um raio de energia devastador.
A cadeira que M.O.D.O.K. utiliza está equipada com uma variedade de armas, incluindo mísseis e lasers. Ocasionalmente, George Tarleton teve um veículo humanóide gigante, proporcionalmente dimensionado para sua cabeça. Os órgãos de Tarleton também desgastam-se rapidamente, exigindo o uso de clones, cujos órgãos são utilizados para sustentá-lo.
EQUIPES
Em suas histórias, M.O.D.O.K. sempre tenta derrotar os heróis buscando algum tipo de vingança contra eles sem ajuda de outros vilões. No entanto O Líder recrutou algumas das maiores mentes criminosas da Terra para um propósito: recuperar as informações perdidas da Biblioteca de Alexandria. A equipe chamava-se Inteligência e contava outros super-vilões como M.O.D.O.K., Hulk Vermelho e Doutor Destino que foi o responsável por dissolver a equipe.
Foi descoberto que em uma de suas várias histórias M.O.D.O.K. ajudou na criação do Hulk Vermelho e da Mulher HulkVermelha, mas os vilões foram derrotados pelo Quarteto Fantástico logo em seguida.
OUTRAS MÍDIAS
M.O.D.O.K. já apareceu em jogos como Marvel Ultimate Alliance (2006), Marvel vs Capcom 3 e sua aparição mais recente foi no jogo Marvel’s Avengers (2020).
O personagem já apareceu em desenhos animados como Homem de Ferro (1994-1995), Homem de Ferro: Aventuras Blindadas (2009), Esquadrão de Heróis (2009) e M.O.D.O.K. (2021) este último disponível no catálogo do Star+.
Especula-se que o personagem terá sua primeira versão live action na série She-Hulk do Disney+, porém até o momento nenhum ator foi confirmado para o papel. Rumores apontam que Jim Carrey está cotado dar vida ao vilão.
[ATUALIZAÇÃO: A primeira versão live-action de M.O.D.O.K. será apresentada em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, sendo interpredado pelo ator Corey Stoll, que viveu o vilão Darren Cross, o Jaqueta Amarela no filme Homem-Formiga (2015). FIM DA ATUALIZAÇÃO]
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Baseado no romance da famosa escritora de mistérios Patricia Highsmith, Águas Profundas nos insere dentro do casamento “perfeito” de Vic (Ben Affleck) e Melinda Van Allen (Ana de Armas), para descobrirmos seus perigosos jogos mentais e o que acontece com as pessoas que se veem presas neles.
Dirigido por Adrian Lyne com roteiro de Zach Helm e Sam Levinson, Águas Profundas é estrelado por Ben Affleck e Ana de Armas e traz em seu elenco nomes como Tracy Letts, Lil Rel Howery, Dash Mihok, Finn Wittrock, Kristen Connolly, Jacob Elordi, Rachel Blanchard, Michael Braun, Jade Fernandez, Grace Jenkins, Brendan C. Miller, Devyn Tyler e Jeff Pope.
Águas Profundas é uma produção Hulu Original distribuída no Brasil pela Amazon Prime Video.
Confira abaixo mais informações sobre o longa e conheça o elenco principal.
SINOPSE
A trama de Águas Profundas gira em torno do belo e rico casal Vic e Melinda Van Allen, que se estabeleceram em um arranjo precário para manter seu casamento intacto: Melinda tem permissão para ter amantes contanto que ela não saia ou desfaça a família, que inclui a filha de 6 anos, Trixie (interpretada pela estreante Grace Jenkins).
CONHEÇA O ELENCO
Ben Affleck
Para retratar Vic, os produtores estavam ansiosos para escalar Ben Affleck, o ator/escritor/diretor que ganhou um Oscar por seu roteiro (com Matt Damon) por Gênio Indomável e dirigiu o vencedor de Melhor Filme, o longa Argo. Affleck estrelou o thriller de sucesso de 2014 Garota Exemplar e, no ano passado ganhou, elogios da crítica por suas performances em Bar Doce Lar, dirigido por George Clooney, e O Último Duelo, que ele co-escreveu com Matt Damon e Nicole Holofcener para o diretor Ridley Scott.
Ana de Armas
Como Melinda, Lyne e os produtores escolheram Ana de Armas, que foi nomeada para um Globo de Ouro por sua performance no thriller de comédia de sucesso Entre Facas e Segredos e recentemente apareceu ao lado de Daniel Craig na aventura 007: Sem Tempo Para Morrer.
Tracy Letts
O aclamado ator e dramaturgo Tracy Letts, mais conhecido por seus papéis emFord vs Ferrari e Adoráveis Mulheres, interpreta o novo vizinho dos Van Allens, Don Wilson, um roteirista e autor antagônico que suspeita que Vic seja um assassino. Letts ganhou o Prêmio Pulitzer de drama de 2008 por sua peça August: Osage County e um Tony Award por sua adaptação de George no remake de Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
Lil Rel Howery
O ator e comediante Lil Rel Howery, mais conhecido por seu papel em Corra! e Bird Box, retrata o amigo de Vic, Grant, que joga verdades na mesa e é muito franco sobre o que pensa de Melinda.
Dash Mihok
Dash Mihok, que co-estrelou com Liev Schreiber em Ray Donovan e fez parte do filme O Lado Bom da Vida, interpreta o amigo de Vic, Jonas Fernandez. Mihok ganhou três prêmios de melhor ator, incluindo um do New York City International FilmFestival, por sua atuação em The Girl Who Invented Kissing, no qual é o protagonista.
Jacob Elordi
A estrela de Euphoria e A Barraca do Beijo, Elordi interpreta o musicista Charlie De Lisle, um dos vários amantes de Melinda no longa.
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