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    Serial killers brasileiros: Conheça 3 assassinos em série que aterrorizaram o Brasil

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    O estilo true crime vem contagiando muitas pessoas que amam conhecer tudo sobre figuras históricas terríveis que aterrorizaram e chocaram os locais onde empilhavam corpos. Nomes como Charles Manson, Jeffrey Dahmer, Ted Bundy, John Wayne Gacy e tantos outros dão calafrios quando são ouvidos, mas temos alguns monstros em nossas terras tupiniquins também.

    Vamos apresentar hoje três figuras horripilantes que destruíram famílias e deixaram a população com medo.

    Conheça agora três serial killers brasileiros:

    VAMPIRO DE NITERÓI

    Serial Killers brasileiros

    Abrindo a lista, temos um caso terrível que ocorreu nos anos 90, mais precisamente em 1991, quando o menino Ivan foi encontrado morto em um esgoto de Niterói, Rio de Janeiro.

    O suspeito do crime era um homem chamado Marcelo Costa de Andrade, que confessou ter matado o menino e ainda confessou o assassinato de mais 13 crianças em um período de oito meses.

    O modus operandi de Marcelo era matar e abusar sexualmente de suas vítimas. O apelido Vampiro de Niterói surgiu por conta da segunda morte realizada pelo bandido, pois ele armazenou o sangue e bebeu, ganhando assim a alcunha.

    A justiça considerou o serial killer inimputável, ou seja, mentalmente insano, o que fez com que ele ficasse internado pelo resto de seus dias e até hoje o Vampiro de Niterói se encontra preso em um manicômio.

    MANÍACO DO PARQUE

    Um dos mais famosos casos de serial killers brasileiros aconteceu em São Paulo, capital, nos anos 90.

    Francisco de Assis Pereira, um motoboy, assassinou 11 mulheres e estuprou outras nove no Parque do Estado. Seu modus operandi era o seguinte: Francisco prometia para as moças empregos para ajudá-las a mudar de vida. Ele marcava os encontros no parque, levando as vítimas para o interior do local, abusando sexualmente delas e assassinando-as. Quando o Maníaco do Parque foi preso, ele confessou que ceifou mais de 11 vidas, mas negou os estupros.

    O mais curioso desse caso de um dos serial killers brasileiros mais famosos do país é que por conta de sua história, ele recebeu diversas cartas de amor, casando, inclusive, com uma mulher de Santa Catarina em meio ao caos midiático no ano de 2002.

    Condenado oficialmente por nove estupros e sete assassinatos, Francisco cumpre pena na penitenciária de Iaras, em São Paulo, e deve ser solto em meados de 2028. 

    MANÍACO DA CRUZ

    Por fim, mas não menos importante, temos Dyonathan Celestrino, um homem que residia em Mato Grosso do Sul e cometeu três assassinatos no ano de 2008.

    O nome Maníaco da Cruz surgiu por conta da forma como o assassino deixava suas vítimas após matá-las. Dyonathan deixa os corpos em posição de cruz, fechando as pernas e abrindo os braços dos corpos.

    Com 16 anos na época, o jovem foi pego pela polícia após enviar uma mensagem na rede social Orkut para uma de suas vítimas. Ele foi preso seis dias após seu último crime e hoje, aos 29 anos, cumpre pena no Instituto Penal de Campo Grande.

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    CRÍTICA – Dahmer: Canibal Americano (Minissérie, 2022, Netflix)

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    Lanternas Verdes: Conheça os mais famosos da Terra

    O Lanterna Verde foi criado na década de 40 e se tornou um dos pilares da DC Comics, com vários heróis diferentes sob a identidade do herói que tem sua força através de um Anel do Poder ligado à força de vontade do portador.

    O anel dos Lanternas Verdes também conhecido como a arma mais poderosa do universo DC, funciona à base de força de vontade e imaginação. Os portadores do anel fazem parte da Tropa dos Lanternas Verdes, criada pelos Guardiões do Universo.

    Cada Lanterna Verde é uma espécie de policial galáctico e fica responsável por um setor da galáxia. e todos possuem os mesmos poderes básicos, oferecidos pelo anel; mas existem algumas variações.

    Diferente da maior parte dos setores da galáxia, a Terra conta com vários Lanternas. Vamos conhecer alguns dos maiores nomes humanos da tropa!

    Alan Scott

    Também chamado de Lanterna Verde da Era de Ouro, Lanterna Verde da Terra Paralela, Lanterna Verde da Terra 2 ou O Sentinela, Alan Scott foi o primeiro herói terrestre a se chamar Lanterna Verde.

    Criado por Bill Finger e Margin Nodell, o personagem apareceu pela primeira vez na HQ All-American Comics #16, publicada em julho de 1940.

    Alan Scott, que era operário de ferrovias, se tornou herói logo após encontrar uma pedra verde mágica. A partir daí, transformou o material em anel e conseguia criar o que sua imaginação permitisse. 

    Alan ajudou a fundar a Sociedade da Justiça da América, primeiro grupo de super-heróis da DC.

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    Hal Jordan 

    Hal Jordan foi um dos fundadores da Liga da Justiça (nos quadrinhos) e o maior Lanterna Verde da história até os dias de hoje; sua estreia nos anos 50 foi durante a reformulação da Era de Prata. Piloto de testes, ele tem uma força de vontade excepcional, sendo capaz de criar até mesmo uma cidade inteira com o poder do anel.

    Criado por Gil Kane e John Broome, Hal estreou na HQ Showcase #22, publicada em outubro de 1959.

    Ele também é conhecido por ser preciso em seus ataques, já que é capaz de lançar projéteis de energia a anos-luz de distância, mantendo um campo magnético protetor.

    Hal Jordan ajudou os Lanternas Verdes a manter a ordem no universo, derrotando inimigos, aliados e quando possído pelo vilão Parallax absorveu a energia da bateria de Oa e assassinou outros membros da Tropa dos Lanternas Verdes, incluindo: Tomar-Tu, Boodikka, KE’Hann, Laira, Graf Toren, Kreon e Jack T. Chance.

    No entanto, Hal consegue vencer a batalha interna contra Parallax e tem seu espírito reunido ao seu corpo. Ele volta a ser um herói e aprisiona Parallax mais uma vez dentro da Bateria Central.

    John Stewart

    Um dos primeiros heróis afro-americanos dos quadrinhos, John Stewart é um dos mais importantes no cargo. Arquiteto e fuzileiro naval, Stewart cria algumas das construções mais difíceis e imagináveis. Ele também usou sua mente para fazer a Torre de Vigilância da Liga da Justiça, levando a equipe a um nível mais galáctico.

    John Stewart foi introduzido nos quadrinhos nos anos 70, para atuar ao lado de Hal Jordan. Ainda que não possua o poder de Hal, John é um líder exemplar reconhecido em várias galáxias.

    John também assumiu proezas que transcenderam o mundo real. Uma das mais importantes foi como ele ainda é um dos heróis mais populares dos quadrinhos. Desde sua primeira aparição, ele optou por não se esconder atrás de máscaras e, em vez disso, queria que o mundo visse quem estava na linha de frente protegendo-os.

    De acordo com a última edição do Lanterna Verde, Stewart retorna à Oa, tendo completado sua ascensão, onde agora se torna um deus movido pela força de vontade. Completando um fio narrativo da década de 1990, os níveis de poder de John aumentaram se tornando possivelmente mais forte que o Superman, já que não precisa mais de um anel, alimentando-se apenas de forma cósmica diretamente da fonte.

    O personagem foi criado por Dennis O’Neil e Neal Adams, surgindo nas páginas da HQ Green Lantern #87, publicada em dezembro de 1971.

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    Kyle Rayner

    Depois que Hal Jordan, tomado pela fúria graças a destruição de sua cidade natal, nos anos 90, seguiu em uma trilha de destruição, matando ou tomando o poder de membros da Tropa dos Lanterna Verdes, incluindo praticamente todos os Guardiões do Universo. 

    Sendo assim, o único anel restante foi entregue a Kayle Rayner, o Lanterna Verde mais ponderado. Ele participou da Liga da Justiça em batalhas importantes por vários anos, ajudou a reestruturar a Tropa dos Lanternas Verdes, trouxe Hal Jordan de volta, foi hospedeiro da entidade Íon e conseguiu até mesmo controlar todas as cores do espectro emocional, tornando-se o Lanterna Branco.

    Kayle foi criado por Darryl Banks e Ron Marz, estreando na HQ Green Lantern #48, publicada em janeiro de 1994.

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    Simon Baz

    De ascendência libanesa, Simon Baz viveu, após o atentado de 11 de setembro, cercado de desconfiança e preconceito, passando a batalhar para proteger sua irmã e a si mesmo. Por causa disso, sempre portava um revólver juntamente com o anel, pois não confiava na energia dele. 

    Em um futuro distante, o Livro de Oa diz que Simon será responsável por treinar a primeira mulher Lanterna Verde da Terra, Jessica Cruz. Também é dito que ele irá desbloquear o potencial em todos os lugares que ele for e mostrará do que o Anel de Poder do Lanterna Verde é realmente capaz. Ele é descrito como “o milagreiro”.

    Apesar de não ter a mesma criatividade e poder de outros Lanternas, foi capaz de usar seu poder e sua fé para reviver seu irmão após a morte.

    Simon Baz foi criado por Geoff Johns e Doug Mahnke para as páginas da HQ The New 52 – Free Comic Book Day Special Edition #1, publicada em junho de 2012.

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    Jessica Cruz

    Jessica Cruz foi nomeada Lanterna Verde titular, ao lado de Simon Baz, para cuidar da Terra e atuar ao lado da Liga da Justiça enquanto Hal Jordan e outros nomes resolvem problemas pelo cosmo. O anel de Jessica Cruz foi criado na Terra-3, onde os heróis da Liga da Justiça são, na verdade, os vilões do Sindicato do Crime.

    Jessica sofria com transtornos de ansiedade e depressão, além de agorafobia. No entanto, Hal e Batman ajudaram a heroína a superar seus traumas. Seu anel também está ligado a uma versão do Lanterna original, Volthoom, sendo capaz de viajar no tempo.

    A personagem foi criada por Geoff Johns e o brasileiro Ivan Reis, estreando na HQ Green Lantern #20, publicada em julho de 2013.


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    Tilda Swinton: Conheça a atriz e seus melhores trabalhos

    Tilda Swinton nasceu em 5 de novembro de 1960, em Londres na Inglaterra. Seu pai, Major-General John Swinton, foi lorde-tenente de Berwickshire entre 1989 a 2000, é escocês, e sua mãe, Judith Balfour, era australiana. Seu bisavô paterno George Swinton era um político escocês e oficial de armas. A família Swinton é uma antiga família anglo-escocesa de linhagem da alta Idade Média, e seu tataravô materno era o botânico escocês John Hutton Balfour.

    Swinton frequentou três escolas independentes, a Queen’s Gate School, em Londres, a West Heath Girls’ School (na mesma classe de Diana, Princesa de Gales), e também em Fettes College, por um breve período. Em 1983, formou-se em New Hall, agora conhecido como Murray Edwards College, na Universidade de Cambridge com uma licenciatura em Ciências Sociais e Políticas. Enquanto na Universidade de Cambridge, entrou para o Partido Comunista da Grã-Bretanha.

    INÍCIO DE CARREIRA

    O trabalho de Tilda Swinton no cinema começou com vários papéis em filmes do diretor Derek Jarman, ela atuou no filme War Requiem (1989). Swinton também interpretou o papel título em Orlando: A Mulher Imortal (1992), de Sally Potter em uma versão cinematográfica do romance de Virginia Woolf. Swinton sempre buscou explorar questões de gênero na tela que refletiam seu interesse pela androginia.

    Os melhores trabalhos de Tilda Swinton

    Orlando: A Mulher Imortal (1992)

    Neste filme, baseado na obra de Virginia Woolf, Tilda Swinton interpreta a figura andrógina de Orlando, que vive durante quatrocentos anos, entre 1600, durante o reinado de Elizabeth I até ao século XX. Pelo seu desempenho, a atriz venceu o prêmio de Melhor Atriz (estrangeira) nos prêmios do cinema italiano, e nos festivais de Seattle e Salónica.

    Amantes Eternos (2003)

    O cotidiano calmo e tranquilo de um casal de vampiros é destrinchado pela trama, expondo os caminhos exacerbados que eles consumam com o aparato social. Pertencente ao cinema do ótimo Jim Jarmusch, o filme Amantes Eternos se insere mais no gênero de drama para contar sua história, aproveitando-se de uma atmosfera fria e sempre bastante cadenciada. Uma obra interessante para quem procura um olhar mais particular sobre o subgênero vampiro na sétima arte.

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    As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (2005)

    Lúcia (Georgie Henley), Susana (Anna Popplewell), Edmundo (Skandar Keynes) e Pedro (William Moseley) são quatro irmãos que vivem na Inglaterra, em plena Segunda Guerra Mundial. Eles vivem na propriedade rural de um professor misterioso, onde costumam brincar de esconde-esconde. Em uma de suas brincadeiras eles descobrem um guarda-roupa mágico, que leva quem o atravessa ao mundo mágico de Nárnia.

    Tilda Swinton oferece uma representação impressionante no papel da implacável e calculista Bruxa Branca, a grande vilã. Uma das suas rarissimas incursões numa saga.

    Flores Partidas (2005)

    O resolutamente solteiro Don Johnston (Bill Murray) acaba de ser dispensado por sua mais recente amante, Sherry (Julie Delpy). Don mais uma vez se resigna a ficar sozinho e deixado por conta própria. Em vez disso, ele é obrigado a refletir sobre seu passado quando recebe por correio uma misteriosa carta rosa. É de uma ex-amante anônima e informa que ele tem um filho de 19 anos que agora pode estar procurando por seu pai. Don decide então partir pelos Estados Unidos em busca do filho desconhecido.

    O filme trabalha com a importância do presente na vida do ser humano, se valendo de uma direção assertiva e uma atuação irretocável de Tilda.

    Impulsividade (2005)

    O filme é baseado no romance homônimo de 1999 de Water Kirn e acompanha Justin Cobb (Lou Taylor Pucci), o qual seria um adolescente comum se não fosse o fato de que nunca conseguiu parar de chupar o dedo. Aos 17 anos, após ter tentado de tudo para se livrar do vício, ele finalmente resolve o problema através da hipnose feita pelo seu dentista Perry Lyman (Keanu Reeves), que tem ambições a psicólogo. O verdadeiro problema, porém, está apenas começando. Justin continua compensando suas frustrações pela boca, consumindo todo e qualquer tipo de droga, de maconha a remédios antidepressivos. Filho de pais que nunca saíram da adolescência, ele vai ter de aprender a crescer sozinho, nem que seja à força.

    Precisamos Falar Sobre o Kevin (2011)

    Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e tenta recomeçar a vida com um novo emprego, mas vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Celia (Ashley Gerasimovich). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.

    As atuações são perfeitas para a proposta do roteiro. Em muitas cenas, apenas o olhar já diz mais do que as palavras. A direção está bem encaixada, sabendo trabalhar bem a montagem com a fotografia.

    Monrise Kingdom (2012)

    Situado em uma ilha na costa da Nova Inglaterra, no verão de 1965, Moonrise Kingdom conta a história de duas crianças, Sam (Jared Gilman) e Suzy (Kara Hayward) de 12 anos que se apaixonam, fazem um pacto secreto e fogem juntas para o deserto. Enquanto várias autoridades tentam caçá-los, uma violenta tempestade está se formando no exterior – e a pacífica comunidade da ilha é virada de cabeça para baixo em todos os sentidos.

    Da direção de arte à trilha sonora, passando pelos figurinos e pela própria escolha dos atores, os trabalhos de Wes Anderson se remetem a um autor que dialoga com a cultura norte-americana de maneira intensa, a questionando e criticando.

    Expresso do Amanhã (2013)

    No filme dirigido por Bong Joon-ho (Parasita), quando um experimento para impedir o aquecimento global falha, uma nova era do gelo toma conta do planeta Terra. Os únicos sobreviventes estão a bordo de uma imensa máquina chamada Snowpiercer. Lá, os mais pobres vivem em condições terríveis, enquanto a classe rica é repleta de pessoas que se comportam como reis. Até o dia em que um dos miseráveis resolve mudar o status quo, descobrindo todos os segredos deste intrincado maquinário.

    Tilda nos mostra mais uma vez o poder da sua versatilidade e uma atuação impecável.

    A obra também recebeu uma adaptação para a Netflix em formato de série.

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    Okja (2017)

    Lucy Mirando (Tilda Swinton), a CEO de uma poderosa empresa, apresenta ao mundo que uma nova espécie animal foi descoberta no Chile. Apelidada de “super porco”, ela é cuidada em laboratório e tem 26 animais enviados para países distintos, de forma que cada fazenda que o receba possa apresentá-lo à sua própria cultura local.

    A ideia é que os animais permaneçam espalhados ao redor do planeta por 10 anos, sendo que após este período participarão de um concurso que escolherá o melhor super porco. Uma década depois, a jovem Mija (An Seo Hyun) convive desde a infância com Okja, a super porco fêmea criada pelo avô. Prestes a perdê-la devido à proximidade do concurso, Mija decide lutar para ficar ao lado dela, custe o que custar.

    Sua trama também segue a boa construção da parte estética, entregando ao espectador uma história envolvente e permeada por nuances.

    Memória (2021)

    CRÍTICA - Memória (2021, Apichatpong Weerasethakul)

    Em visita à irmã, na Colômbia, Jessica Holland (Tilda Swinton), passa a ouvir um misterioso som. Algo como um estrondo. A partir de então, não consegue mais dormir. Ela ouve, nós ouvimos. Jessica procura um técnico de som para que ele tente, através de descrições aproximadas (e muito subjetivas), reproduzir esse ruído que apenas ela (e nós) conseguimos ouvir.

    O talento de Tilda Swinton em envolver o espectador, bem como a estrutura da história, geram um desejo por respostas que é frustrado pela absoluta resistência do roteiro, assinado pelo cineasta, em oferecê-las. 

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    CRÍTICA – Lou (2022, Anna Foerster)

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    Lou é um novo filme de ação e suspense da Netflix com direção de Anna Foerster e com roteiro de Maggie Cohn. No elenco estão Allison Janney, Jurnee Smollett e Logan Marshall-Green.

    SINOPSE

    Uma enorme tempestade se alastra. Uma jovem é sequestrada. Sua mãe, sem outra opção, se une à misteriosa mulher mais velha ao lado para perseguir o sequestrador em uma jornada que testará seus limites e irá expor segredos sombrios e chocantes de seu passado.

    ANÁLISE

    O nome de Allison Janney chama atenção para qualquer produção, por isso mesmo, é possivelmente a melhor coisa em Lou. Sua personagem que leva o nome do longa consegue ser cativante com jeito bronco. Dessa forma, o suspense da Netflix até apresenta uma trama intrínseca e individualista que funciona muito bem até sua metade, porém se perde em reviravoltas vazias. 

    Mas não é só Janney que chama para o longa, Jurnee Smollett vem construindo uma carreira interessante e faz em Lou uma mãe desesperada com o sumiço da filha. Ela encontra na vizinha a ajuda, no meio de um temporal torrencial, ambas saem em busca da menina que foi levado pelo pai interpretado por Logan Marshall-Green. 

    Ainda que, Smollett e Marshall-Green sejam ótimos profissionais, o roteiro dá poucos recursos para eles trabalharem. Não há muito tempo para a construção dos personagens que precisam se escorar em Lou para fazerem sentido. Ainda que o filme se trate da personagem de Janney, é frustrante que tudo se resume a ela. 

    Da mesma forma, o longa que se apresenta como um filme de sobrevivência falha em construir o senso de urgência. Ainda que o filme comece com boas cenas de ação e maus bocados na chuva, a ideia é logo abandonada quando a plot twist sem sal começa a ser revelado. Com isso, o filme ganharia mais se focasse na jornada de Lou (Allison Janney) e Hannah (Jurnee Smollett) criando uma verdadeira relação entre as duas. 

    VEREDITO

    Lou traz Allison Janney em um papel individualista e bastante interessante, contudo, não cresce além disso. O que resta é uma trama mal desenvolvida sem nenhum impacto.

    2,5 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

    Lou está disponível na Netflix.

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    Conheça Craig Hollis, o Sr. Imortal

    Craig Hollis, mais conhecido como Sr. Imortal (Mr. Immortal), é um personagem inusitado da Marvel Comics criado por John Byrne, que teve sua primeira aparição na HQ Os Vingadores da Costa Oeste #46, publicada em julho de 1989.

    O personagem é o primeiro e único membro conhecido de uma espécie chamada Homo Supremo, além de ser o fundador da excêntrica equipe de super-heróis conhecida como os Vingadores dos Grandes Lagos, sendo o líder da equipe até que a equipe se mudou para Detroit.

    ORIGEM

    No ato de seu nascimento, Craig foi visitado por uma entidade chamada Deathurge, que atuava quase como o Ceifador do imaginário popular, sendo responsável por levar as almas das pessoas para o além-vida. É durante o parto que a entidade aparece para a mãe de Craig na intenção de ceifar a vida dela, em um último esforço, ela faz com que a criatura proteja seu filho, que aceita de bom grado o pedido.

    Conforme Craig Hollis foi crescendo, ele notou que uma entidade o perseguia, porém ele e outras pessoas pensavam que essa entidade era apenas um amigo imaginário, entretanto Deathurge passa a testar a resiliência do garoto ao incentivá-lo a fazer coisas cada vez mais arriscadas. É numa dessas situações que ele põe fogo em sua própria casa, o que acaba matando o seu pai.

    Agora órfão, Craig é adotado por uma família abusiva. Após um longo período de maus-tratos e perder seu amor de infância, o jovem Craig Hollis comete suicídio ao se jogar de um prédio e descobre da forma mais inusitada e dolorosa que é imortal.

    Ao tornar-se um combatente do crime, adotou o nome de Sr. Imortal e sua famosa frase é:

    Tudo o que você está me ameaçando é a morte e morrer é o que eu faço melhor!

    PODERES E HABILIDADES

    O Sr. Imortal é um mutante com o poder da imortalidade, que permite que seu corpo se regenere de qualquer lesão, incluindo aquelas que matariam humanos comuns. Embora ferimentos suficientemente traumáticos pareçam matá-lo pelo menos inicialmente, seu poder regenerativo faz com que ele retorne à vida rapidamente. 

    Essa cura rápida se manifesta apenas em resposta a lesões nominalmente fatais: quando não fatalmente ferido, ele cura em uma taxa humana normal, embora tais lesões tendem a curar rapidamente na próxima vez que ele morrer. Essa habilidade parece ser inconsciente, já que ele tentou cometer suicídio em várias ocasiões, apenas para sair ileso depois. 

    Ele já se recuperou de ser baleado, sufocado, esfaqueado, afogado, esmagado, faminto, desidratado, explodido, envenenado, decapitado, irradiado e incinerado. Apesar de tudo, muitas vezes, no momento de renascimento ele fica extremamente enfurecido, devido à dor da morte e além de ser imortal, seu corpo não envelhece.

    EQUIPES

    Na iniciativa de utilizar os seus poderes para o bem, Craig se aventura na vida de herói e passa a ser chamado de Sr. Imortal porém em seu primeiro ato heroico ele é morto ao tentar impedir um assalto a banco.

    Para que seus planos de ser um super-herói dessem certo, ele teve a ideia de formar uma equipe e sua forma de recrutar outros heróis foi publicar um anúncio no jornal, reunindo figuras obscuras, montou os Vingadores dos Grandes Lagos. Ao lado de personagens como Chapa, Dinah Soar, Porta, Grande Berta e do Gavião Arqueiro e Harpia, passou a atuar nessa subdivisão dos Heróis Mais Poderosos da Terra, responsável pelo interior dos Estados Unidos.

    CURIOSIDADES 

    Mais tarde Craig se desentende com Deathurge e descobre a verdade sobre tudo: como Homo supreme, seu destino é viver até o fim dos tempos para descobrir o segredo que se esconde no final da existência. Assim, todas as perdas que ele passou ao longo dos anos serviram apenas para prepará-lo para esse grande momento.

    OUTRAS MÍDIAS

    O Sr. Imortal faz parte do desenho animado Novos Guerreiros onde é dublado pelo ator e modelo Derek Theler.

    O personagem ganhou sua primeira versão live action no Universo Cinematográfico Marvel ao aparecer na série Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, no episódio 6, sendo interpretado pelo ator David Pasquesi.


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    CRÍTICA – Dahmer: Um Canibal Americano (Minissérie, 2022, Netflix)

    Monstros estão por todo o lugar na ficção, sejam dragões, orcs, trolls ou até mesmo os grandes vilões humanos que conhecemos; mas existem monstros na realidade, pessoas que praticam o mal em sua essência e, seja por quaisquer motivos, eles são tão assustadores quanto na ficção e um deles é Jeff Dahmer.

    Criada por Ryan Murphy e Ian Brennan, a minissérie Dahmer: Um Canibal Americano com dez episódios foi produzida para o serviço de streaming Netflix é estrelada por Evan Peters no papel do personagem central de uma história brutal dos assassinatos cometidos por Jeff Dahmer.

    Além de Evan Peters, o elenco conta também com Niecy Nash, Richard Jenkins, Penelope Ann Miller, Shaun J. Brown e Colin Ford.

    SINOPSE

    Do vencedor do Emmy e criador de American Crime Story, a minissérie analisa os crimes terríveis cometidos por Jeffrey Dahmer (Evan Peters) e os problemas sistêmicos que permitiram que um dos maiores serial killers dos Estados Unidos continuasse agindo com total impunidade ao longo de mais de uma década.

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    ANÁLISE

    CRÍTICA - Dahmer: Um Canibal Americano (Minissérie, 2022, Netflix)

    Se tratando de aspectos técnicos a série é impecável, principalmente pela sua preocupação em adaptar da forma mais verossímil possível todos os eventos da história, não se atendo a um único ponto de vista. Assim, não vemos uma versão que busca humanizar a figura central da história brilhantemente interpretada por Peters, mas vemos o viés mais cruel destes acontecimentos.

    Um mérito que acho importantíssimo para a produção está relacionado a não se apegar aos detalhes violentos dos crimes, procurando respeitar da melhor forma possível a memória das vítimas e enfatizando outros aspectos relevantes como a pessoa por trás desta violência e, apesar de tamanha conservação, a série não deixa de trazer o incomodo e desprezo em relação aos atos de Dahmer.

    A minissérie procura mostrar em diversos aspectos a formação da subjetividade de Dahmer, toda a sua problemática história de vida e a jornada de mortes cruéis que o apelidaram de o Canibal Americano.

    Na produção é mostrado como Dahmer adquiriu o seu fascínio pela morte, seguindo alguns critérios que a senso comum são fáceis de se identificar, como: o prazer em abrir corpos de animais mortos, sempre chamando a atenção para o seu encanto pelo coração até que finalmente se permite repetir o ato em outro ser humano.

    Em um aspecto mais científico, apesar de não termos o conhecimento da história de vida do assassino em sua totalidade, podemos refletir que Dahmer é um sádico, o que a termos mais simples dentro da psicanalise freudiana é definido como a satisfação em infligir a dor no outro em prol de seu prazer. Característica comum na ficção e que lembra os Cenobitas de Hellraiser.

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    Isto pode ser exemplificado nos métodos cruéis que praticou em suas vítimas, procurando sempre estabelecer domínio ou algum tipo de controle que por sua vez parece estar simbolizado a sua relação com os genitores que estabelecem com um pai altamente controlador em contrapartida do abandono da mãe na adolescência.

    Porém, o que pode definir Dahmer como psicopata é a falha ou ausência do superego, aspecto da personalidade que censura os impulsos do id que tentam se manifestar no ego e pode ser detectado pelo sentimento de culpa ou angústia relacionado a um pensamento que venha id e chegue ao ego.

    Esta falha fica evidente vermos que Dahmer claramente não se mostra arrependido por nenhum de seus atos, mesmo dizendo que sempre lutou contra estes impulsos ou sobre uma angústia a respeito dos pensamentos.

    A minissérie não se apegar apenas ao ponto de vista do assassino, se tornando um acerto tanto em não humanizar Dahmer, ao dar luz para as vítimas que se foram tão prematuramente e mostrando que não são apenas o que a mídia mostrou na época, mas que eram também pessoas jovens, com sonhos, problemas e tiveram a infelicidade de cruzar com alguém de tamanha má intenção.

    CRÍTICA - Dahmer: Um Canibal Americano (Minissérie, 2022, Netflix)

    Ao longo dos episódios sempre temos algum tipo de contato com as famílias das vítimas e a trajetória de sofrimento que houve até a descoberta do terrível desfecho. Estas famílias sofrem com um processo de luto mais intenso, pois os nomes das pessoas queridas que se foram estão sempre em evidência e sendo relembradas de momento tão doloroso.

    No mesmo espectro da exposição das vítimas, a mídia em torno do causador é um processo doloroso o que pode ser exemplificado em uma das declarações de um dos familiares no julgamento e tamanho sofrimento se repete ao surgir novamente uma produção a respeito do caso, sendo totalmente compreensível a insatisfação das famílias a respeito da minissérie.

    Além de abordar a história nos aspectos de acontecimentos dos pontos de vista do assassino, vítimas e suas famílias, também é feito um contexto a respeito do ambiente social que favoreceu Dahmer ao longo dos seus anos de violência e crueldade contra pessoas negras, LGBTQIA+, latinos e orientais desnudando uma tão conhecida face racista, homofóbica e xenofóbica da sociedade e como seus mecanismos funcionavam para perpetuar estas mortes.

    Após a experiência desta minissérie gostaria de deixar o seguinte questionamento para o nosso leitor ou espectador que ainda tem dúvidas sobre os contextos acima:

    Você ainda acredita que racismo e tantos outros preconceitos nunca existiram na sociedade?

    VEREDITO

    Dahmer: Um Canibal Americano é uma minissérie que incomoda em todos os seus episódios pelo seu grande êxito em apresentar os fatos de diversos ângulos; os roteirizando de forma clara, respeitosa com aqueles que se foram e sem deixar em nenhum momento de mostrar a verdadeira face terrível em torno dos atos terríveis realizados pelo serial killer.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

    Dahmer: Um Canibal Americano está disponível na Netflix.

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