O Projeto Adam é o mais novo grande lançamento da Netflix e conta com a direção de Shawn Levy e grande elenco formado por diversos atores que já atuaram em grandes projetos. Veja quem faz parte do longa:
RYAN REYNOLDS – ADAM REED
O protagonista da trama é um dos atores mais badalados dos últimos anos, Ryan Reynolds, que recentemente esteve em outro projeto da Netflix, o longa Alerta Vermelho, estrelado por The Rock, Gal Gadot e Reynolds. Ele disse em entrevistas que entrou com tudo em O Projeto Adam, pois acredita que o filme tem tudo a ver com suas experiências pessoais.
Na trama, Adam (Ryan Reynolds) é um homem que vive em um futuro pós-apocalíptico e quer voltar ao passado para impedir isso. Entretanto, acaba voltando no ano errado e faz parceria com sua versão mais jovem, interpretada por WalkerScobell.
Reynolds está em evidência desde Deadpool, filme que o catapultou novamente para o estrelato. Em O Projeto Adam ele refaz a dobradinha com Shawn Levy, que recentemente dirigiu o ator em Free Guy.
WALKER SCOBELL – JOVEM ADAM
O jovem ator é estreante na sétima arte e já tem um papel de destaque, entregando muita química em tela com Ryan Reynolds, além de uma excelente atuação como a versão mais jovem de Adam Reed.
Debochado e espirituoso, o jovem Adam dá muita dor de cabeça para sua mãe, Ellie (Jennifer Garner), pois embaixo dessa casca sarcástica, há a dor da recente perda de seu pai, Louis (Mark Ruffalo).
O garoto de 13 anos disse que passou a maior parte da vida assistindo as grandes obras e que é um grande desafio, mas que trabalhar com Reynolds foi muito legal por ele ser um cara fanfarrão num bom sentido.
ZOE SALDAÑA – LAURA
A atriz que faz parte também do Marvel Universe é uma das mais talentosas do elenco. Zoe Saldaña é Laura, a esposa de Adam na trama de O Projeto Adam.
Corajosa, forte e determinada, a personagem é a mais badass do longa, sendo o terror de seus inimigos e uma boa parceria do protagonista.
Para Saldaña fazer o longa foi um desafio, uma vez que com a situação de pandemia, coisas simples como sair na rua e caminhar se tornaram desgastantes, mas vemos que ela manda muito bem em suas cenas.
CATHERINE KEENER – MAYA SORIAN
Catherine Keener é uma atriz experiente e consolidada que dá vida à Maya Sorian, uma empresária gananciosa que vai fazer da vida de nosso herói um inferno. Keener recentemente esteve em Corra! Como Missy Armitage, a mãe da principal vilã da trama da obra deJordan Peele.
Shawn Levy disse em entrevista que a escolheu pelo seu dinamismo e pela sua singularidade, pois ele acredita que a atriz tenha uma identidade única, que a torna especial.
JENNIFER GARNER – ELLIE REED
Interpretando Ellie Reed, a mãe de Adam, temos Jennifer Garner, que já atuou em filmes como Demolidor: O Homem Sem Medo, Eléktra e De Repente 30, longa em que faz par romântico com Mark Ruffalo, o seu marido na trama de O Projeto Adam.
Garner teve muita química com o pessoal do set, principalmente com Reynolds, pois o ator ficou extremamente tocado por uma cena de interação de Adam com Ellie no filme, o que fez os dois se aproximarem emocionalmente de acordo com ele. Ela e Mark Ruffalo chegaram a refazer a foto de De Repente 30, com eles juntos em um banco, aquecendo o coração dos fãs.
MARK RUFFALO – LOUIS REED
Por fim temos Mark Ruffalo que vive o cientista, professor universitário e pai de Adam, Louis Reed. Em entrevista, ele disse que foi muito rica a experiência de viver um pai de família, uma vez que sua jornada como Bruce Banner na Marvel o fez ter contato com muitas crianças e adolescentes, fazendo-o enxergar a importância da figura paterna na vida desses jovens.
Além disso, o ator ficou muito feliz com a veia cômica de O Projeto Adam e com a possibilidade de se soltar mais nesse gênero.
O Projeto Adam está disponível no catálogo da Netflix para assistir. Confira abaixo o que achamos do novo longa:
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Cuphead é um dos games de aventura sidescrollers recentes mais adorados, contando com uma enorme fanbase. Não apenas pelo desafio imposto em cada um de seus níveis, mas também pelo estilo da animação dos games, que é baseado nos cartoons dos anos 20 e 30.
Com seu lançamento em 2017, para todas as plataformas, Cuphead rapidamente se tornou um sucesso. Esse sucesso fez com que a Netflix adaptasse o game em uma série animada. A série conta com diversas referências à antigas animações da Era de Ouro, homenageando o tradicional Fleischer Studios e a Warner.
11. Cuphead – A Série é ambientado nas Ilhas Inkwell
O nome “Ilhas Inkwell” é uma homenagem à “Out of the Inkwell”, uma das primeiras animações do Estúdio Fleischer estrelada por Koko, o Palhaço. Antes da criação da caneta esferográfica, tudo era pintado com canetas tinteiros, que eram mergulhadas em vidros de tinta, ou seja, “inkwells”.
10. Personagens do game presentes na animação
Além dos óbvios Xicrinho, Caneco e o Velha Chaleira, personagens icônicos do game estão presentes na animação. Alguns deles passam tão rápido, que se você piscar, você perde suas aparições. Mas entre eles estão o Diabo, o Rei Dado, a Senhorita Cálice, Cactônio Spinoza, a Dona Iara e muitos outros.
9. Durante a produção da animação, a equipe começava assistindo pelo menos um episódio de uma animação clássica
No começo de cada dia de produção, a equipe começava com o que chamavam de “Pontapé inicial dos desenhos animados”, em que assistiam pelo menos 3 ou 4 episódios de animações clássicas dos anos 30, para entrar no clima do espírito, humor e suas músicas.
8. No começo da produção, a dublagem dos personagens eram inspiradas em filmes live-actions e curtas
Os roteiristas assistiam filmes do Frank Capra como Do Mundo Nada se Leva e Este Mundo é um Hospício, para entrar no ritmo de vocal único que era apresentado na época.
A voz do Xicrinho é baseada em Frankie Darro, que frequentemente dava vida a personagens malandros, e delinquentes juvenis em curtas dos anos 30.
Duplas de comediantes da época como Abbott e Costello, influenciaram o relacionamento de Xicrinho e Caneco. A natureza assustada de Lou Costello foi o que inspirou em grande parte a personalidade do Caneco.
7. Rotinas de aquecimento
Tru Valentino (Xicrinho) e Frank Todaro (Caneco) costumavam usar seus carros como espaço de ensaio no caminho para as sessões de gravação. A dupla costumava gritar, falar alto e até mesmo cantar enquanto entravam nos personagens. No caminho para o trabalho, Todaro colocava também, músicas da banda Rush para tocar.
6. O Diabo é o primeiro personagem para o qual Luke Millington-Drake já fez teste
Luke Millington-Drake que dá voz ao principal antagonista da série ficou famoso por seu canal no TikTok, mas ele também estrelou na web série Best Friend Fix. Por seu talento, ele foi convidado a fazer um teste para dar voz ao vilão da animação.
5. A série conta com inúmeras canções originais
Os números musicais na série são inspirados nas trilhas das animações dos anos 30. Uma das primeiras músicas originais compostas é “The Devil’s Song,” onde ele canta como um rei mimado que tinha tudo se desenrolando exatamente como ele queria… até que ele conhece o Xicrinho e o Caneco.
4. Os produtores executivos da série emprestaram suas vozes para diversos personagens
Os Produtores Executivos Dave Wasson e Cosmo Segurson emprestaram suas vozes à diversos personagens, como o Ajudante, Telefone, aos Demônios Cantores e muitos outros.
3. Um dos personagens de Wasson, o Ajudante, aparece no game, mas o personagem ganhou um incrível destaque na animação
Por acidente, o Ajudante se tornou um personagem de destaque. No game, ele pode ser visto no submundo. Na série, o Ajudante funciona como a voz da razão para o Diabo, mantendo-o centrado, tentando o melhor para que seu chefe não perca a paciência.
2. Em “Fantasmas Não Existem,” mantenha seus olhos na tela
Durante a apresentação da música “Fantasmas Não Existem,” diversos personagens do game aparecem em forma de fantasmas.
1. Cuphead – A Série revive técnica de animação clássica do Estúdio Fleischer
Especialistas em stop motion trouxeram o Processo Rotativo Estereoscópico de volta, onde personagem em 2D foram inseridos perfeitamente em cenários 3D feitos à mão. Esses cenários 3D permitiram que a animação ganhasse um tom muito mais dramático, como no episódio “Fantasmas Não Existem,” que mostra o Xicrinho e o Caneco pegando um atalho através de um cemitério assustador, e tentando da melhor forma não parecer sentir medo.
Cuphead – A Série está disponível na Netflix.
Confira o trailer da série:
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A quinta e última temporada de The Last Kingdom já está disponível no catálogo da Netflix, para alegria – e tristeza – dos fãs do épico histórico baseado nos romances de Bernard Cornwell.
O elenco conta com Alexander Dreymon, Mark Rowley, Arnas Fedaravičius, Cavan Clerkin, Millie Brady, Emily Cox, Ruby Hartley, Caspar Griffiths, Timothy Innes e outros.
A 5ª temporada de The Last Kingdom chegou ao catálogo da gigante do streaming no dia 9 de março.
Uhtred (Alexander Dreymon) percebe que seu destino é mais do que apenas Bebbanburg: está ligado ao futuro da própria Inglaterra. Encarregado de treinar Aethelstan (Caspar Griffiths), o filho primogênito do Rei Eduardo (Timothy Innes), como guerreiro; a ambição de Uhtred terá um propósito ainda maior. Mas, para alcançar esse destino, Uhtred terá que enfrentar seu maior inimigo e sofrer sua maior perda.
ANÁLISE
Após uma ausência de quase dois anos, a estreia da 5ª temporada de The Last Kingdom traz de volta vários personagens amados e muitas novidades: além de apresentar vários rostos novos, incluindo o primeiro personagem surdo do programa, a temporada traz o protagonista, Alexander Dreymon, estreando na direção e também a confirmação de um filme longa-metragem que complementará a série.
Como a última temporada se concentra apenas nos livros 9 e 10, isso significa que temos mais três romances que foram deixados intocados pela produção do programa.
Em relação ao filme complementar, o produtor executivo Nigel Marchant disse em um comunicado:
“Embora a 5ª temporada conclua totalmente a série, sempre houve mais uma história que queríamos contar. Com o apoio brilhante da Netflix e o apetite contínuo dos fãs para ver mais, simplesmente não conseguimos resistir a uma última jornada com Uhtred.”
Os fãs das Crônicas Saxônicas, romances de Bernard Cornwell em que a série se baseia, sabem que cada temporada tentou abordar aproximadamente 2 livros, onde muitos acontecimentos foram cortados ou levemente alterados e tivemos até mesmo uma participação do autor em um dos episódios; e tais cortes e mudanças são como uma espada de dois gumes: pode alegrar ou irritar alguns fãs.
Eu como um grande fã da obra original, não gostei de algumas dessas pequenas mudanças ao longo das temporadas, porém nesta quinta e última, mudanças significativas foram feitas e se distanciaram enormemente dos livros; o que me alegrou muito. Temos aqui o fechamento de arcos de personagens de forma muito mais profunda; algo que eu esperava nas páginas dos romances.
Vale destacar que mudanças são positivas quando realizadas em conjunto: direção e elenco. Diferente de The Walking Dead que optou por se distanciar das HQs desde o início e não agradou aos fãs do original, em sua reta final The Last Kingdom traça o próprio caminho e faz isso de forma eficaz. Cada membro do elenco tem seu tempo de tela para trilhar seu próprio desfecho e a produção conduz de forma certeira, rendendo aos fãs grandes momentos cheios de emoção.
Me alegrou o coração ver os destinos de personagens marcantes das páginas que tiveram suas conclusões abafadas pela necessidade do autor em focar na incansável busca do protagonista. A série da Netflix aproveita bem a oportunidade e “reescreve as páginas” que Cornwell não nos deu.
Aethelflaed (Millie Brady), PadrePyrlig (Cavan Clerkin), Sigtryggr (Eysteinn Sigurðarson), Stiorra (Ruby Hartley) e principalmente Brida (Emily Cox), são os grandes destaques e dão aos fãs momentos alegres e tristes. Com jornadas duras baseadas na fé no Deus cristão e nos Deuses antigos, no amor e até na vingança, cada um deles com suas particularidades têm seus méritos; e no fim, concluem de forma positiva seus arcos.
VEREDITO
A conclusão de The Last Kingdom fecha o arco de praticamente todos os personagens e me trouxe sorrisos e lágrimas assim como as páginas das Crônicas Saxônicas, o que me deixou extremamente feliz. Ver em tela o que gostaria de ter lido foi sem dúvidas o grande presente que a produção deu aos fãs da obra original.
A saga de Uhtred foi concluída, mas o sonho do ReiAlfredo (David Dawson) de ter os quatro reinos unificados formando a Inglaterra ainda não foi alcançado e a Nortúmbria está agora entre os escoceses e os saxões; e é o último reino a ser conquistado. Uhtred ainda terá que lidar com isso e possivelmente vermos a conclusão no longa, ainda sem data de lançamento.
E como diz Uhtred de Bebbanburg: “O destino é inexorável“.
5,0 / 5,0
Assista ao trailer legendado:
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Upload, série original da Amazon Prime Video, terá a sua segunda temporada liberada no dia 11 de março. Com quase dois anos de pausa, o seriado criado por Greg Daniels e estrelado por Robbie Amell antecipou a tendência do metaverso (só que entre os mortos).
Confira abaixo nosso resumo com os principais acontecimentos da primeira temporada.
Sinopse de Upload
Na trama, o jovem Nathan Brown (Robbie Amell) sofre um acidente de carro e morre prematuramente. Antes de seu corpo realmente falecer, ele aceita o contrato para que sua mente, memórias e personalidade sejam preservadas no Upload – mais especificamente no complexo luxuoso de Lake View.
Assim como descrito na sinopse, Nathan sofre um trágico acidente de carro. Ao ser levado ao hospital, o jovem rapaz não parece muito debilitado, mas os médicos e sua namorada Ingrid (Allegra Edwards) o convencem que ele está morrendo e que precisa ter suas memórias preservadas no Upload.
Completamente sozinho e sem nenhum amparo familiar (sua mãe não consegue chegar a tempo para impedir o procedimento), Nathan é colocado na sala do scan e tem sua cabeça basicamente decepada. Suas memórias e personalidade são levadas para o Lake View, um luxuoso hotel digital onde ele viverá eternamente. Ou, pelo menos, até que alguém pare de pagar a conta da aplicação.
É importante lembrar também que a namorada de Nathan é de uma família muito, mas muito rica. O fato dela poder prover um ambiente digital para que ele “viva” para sempre é a forma que Ingrid encontra de nunca perdê-lo. Mesmo que essa escolha seja uma grande ilusão.
A responsável por criar o avatar e fazer upload dos dados de Nathan na plataforma é Nora (Andy Allo). Ela se torna uma guia para Nathan (e para o público), explicando todos os pormenores dessa situação incomum. Desde a falsa sensação de saciedade da comida digital, até os terapeutas em forma de cachorro: em Lake View há uma estrutura completa para que os avatares sejam felizes e plenos por toda a eternidade.
Quando Nora faz o Upload das memórias de Nathan, ela nota que existem diversos arquivos corrompidos. Ela resolve investigar essas memórias, pois é importante que os avatares sejam criados com a maior autenticidade possível. Essa investigação ocorre ao longo da série.
Portanto, a cada episódio acompanhamos duas tramas paralelas: Nathan se adequando à sua nova realidade, e Nora dividindo seu tempo entre o trabalho e os cuidados com o seu pai.
Conforme Nathan começa a entender sua atual situação, e que ele é apenas uma reprodução de sua antiga vida, o personagem passa a desenvolver mais autonomia e tenta descobrir como progredir deste ponto em diante.
Nora, por outro lado, tem feito tudo o que pode para conseguir uma melhor avaliação como anjo dos avatares (pois já tem um bom desconto como funcionária da empresa), buscando garantir que seu pai consiga ir para Lake View quando a hora chegar. Seu pai não é fã da ideia, mas Nora não abre mão de tê-lo para sempre por perto – e, futuramente, se juntar a ele.
Nathan e Nora passam a ficar cada vez mais próximos, pois ambos estão deslocados e infelizes. A química entre os dois é evidente, apesar de um estar vivo e outro, morto e com uma namorada ainda viva.
Além dos dois personagens principais, o seriado também retrata outros moradores de Lake View, mas nenhum deles possui de fato uma trama realmente relevante. Eles servem apenas para facilitar o desenrolar da história de Nathan.
Em seu funeral, Nathan encontra Fran (Elizabeth Bowen), uma prima sua. Ela está investigando o acidente e diz que o carro dele (que é um carro inteligente e digital) teve parte das memórias apagadas. Nathan diz que também não tem se lembrado de algumas coisas, o que acaba deixando toda a situação bem estranha.
Em certo ponto da história, descobrimos que Nathan trabalhava com tecnologia e tinha um sócio chamado Jamie (Jordan Johnson-Hinds). Eles estavam desenvolvendo juntos um sistema revolucionário, que poderia atrapalhar os negócios de outras empresas. Nora segue investigando as memórias e se questiona se elas tem a ver com o projeto.
Os próximos episódios mantêm a investigação em paralelo, com Fran descobrindo pequenas pistas sobre Nathan ter sido assassinado. Na história principal, Nathan e Nora estão cada vez mais apaixonados, mas Ingrid segue firme e forte como “dona” de Nathan, ameaçando deletá-lo se ele fizer algo errado.
Nora acaba se envolvendo com um homem que ela conhece via aplicativo de paquera (um Tinder do futuro). Apesar de só pensar em Nathan, ela acaba se permitindo ter algum contato humano de “verdade”, por assim dizer.
Ainda em busca de pistas, Fran descobre imagens de uma câmera de segurança que mostram Ingrid mexendo no carro de Nathan antes do acidente. Após essa descoberta, e parecer estar cada vez mais perto da verdade, o carro de Fran se tranca sozinho e se joga no mar com ela dentro.
No episódio 6, Nora pergunta a Nathan se ele lembra algo sobre o projeto Beyond, que ele e o seu sócio não queriam vender. Ela também explica a ele que algumas memórias estavam corrompidas durante o upload. Nathan passa a questionar se Jamie poderia tê-lo traído. Nora baixa algumas informações do computador de sua supervisora sobre venda de memórias em um mercado paralelo.
Com a aproximação dos dois, Nora acaba sendo punida por sua supervisora. Com isso, a supervisora finge se passar por ela e trata Nathan mal. Ele decide que quer ir embora para outro céu e pede que sua mãe o leve para ver outros locais.
Nora, então, toma a iniciativa de ir até Ingrid e conta que Nathan está saindo de Lake View. As duas vão atrás dele, e Nora desconfia que elas estão sendo seguidas. Ao conversarem com Nathan e convencerem ele a retornar, um homem estranho derruba em uma fonte o disco rígido que ele acredita conter os dados de Nathan. Por sorte, Nora estava com o HD real, evitando que tudo fosse perdido.
No episódio 9, o penúltimo da temporada, Nathan finalmente entra em contato com Jamie para entender a situação do projeto Beyond. Jamie afirma que não matou Nathan, mas diz que o estava evitando porque teve um affair com Ingrid.
Após isso, na festa de inverno, Nathan diz a Ingrid que seus sentimentos mudaram e que ele quer terminar. Ela afirma que precisa protegê-lo por causa das informações que ele possui, o que faz Nathan desconfiar que Ingrid sabe que ele foi assassinado. Ela fica chateada e desliga a conexão.
Ao término da competição de inverno, uma nova atualização de Lake View será implementada. Nora tem a ideia de manter Nathan acordado durante a atualização e dá a ele uma chave de exposição de código, para que ele possa trabalhar em customizações do hotel. Antes da atualização acontecer, Nora explica que as memórias de Nathan serão restauradas e ele pode não lembrar mais dela. Eles se beijam e a atualização acontece.
No episódio final, descobrimos que, na verdade, Nathan traiu Jamie e vendeu o código do Beyond. Ele foi de fato assassinado e o responsável é o pai de Ingrid. Nora fica chocada com o que vê nas memórias de Nathan e ele fica envergonhado de ter sido daquela forma em vida.
Ele vai para o plano pré-pago das almas (o 2gig), um espaço que os dados não duram muito tempo e que não há conforto. É como um inferno para as almas digitais. Lá ele e Nora conversam, mas, durante a ligação, um homem entra no apartamento de Nora e tenta matá-la. Nathan usa a ferramenta de exposição de código para acessar câmeras de segurança, rastrear Nora e dar instruções para ajudá-la a fugir do homem.
Nathan hackeia um elevador em que o assassino está e acaba dando cabo do homem. Quando Nora tenta contato novamente com Nathan e se declara, os planos de dados de Nathan já estão esgotados. Ela se sente mal e vai embora com o namorado do Tinder.
No final da temporada, Ingrid dá 1gb para Nathan. Ela explica a Nathan que ela se carregou no upload e Nathan fica instantaneamente com raiva, perdendo o 1gb imediatamente.
A segunda temporada de Upload estreia na Amazon Prime Video no dia 11 de março. Confira o trailer:
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O Corvo é um filme de 2012 que conta a história de Edgar Allan Poe. Enquanto precisa mudar completamente sua vida, Poe se vê como o suspeito número 1 em diversos casos de assassinato, o escritor então precisa se juntar à polícia a fim de descobrir quem está cometendo crimes inspirado em seus contos.
Ainda que o filme aborde um dos detalhes mais importantes da vida do escritor, ele o faz de maneira respeitosa e nos leva por um filme tão poético quanto contundente.
SINOPSE
Na Baltimore do século XIX, um assassino está cometendo crimes inspirados nas apavorantes histórias do famoso escritor Edgar Allan Poe. O autor une forças com um detetive da polícia para evitar que seus contos se tornem realidade.
ANÁLISE
“Em 7 de Outubro de 1849, Edgar Allan Poe foi encontrado quase morto em um parque em Baltimore, Maryland. Seus últimos dias de vida continuam sendo um mistério.”
Com uma frase de abertura contundente, temos início com uma expectativa: Poe estará morto ao fim desta trama.
Enquanto romantiza acerca dos últimos dias de vida de Poe, o diretor e o elenco encaminham essa trama e lançam Edgar Allan Poe (John Cusack) em uma viagem em direção ao que parece ser um dos maiores mistérios de sua vida, um assassino que se inspira em seus contos para cometer assassinatos.
Como um suspense investigativo, O Corvo coloca John Cusack em uma das suas melhores atuações, fugindo de atuações mais cartunescas como em Conexão Mortal, Batalha dos Impérios e Obsessão.
Enquanto presta uma homenagem ao trabalho da vida de Poe, o filme omite fatos como a adicção do escritor ao ópio, e escancara seu alcoolismo. O brilhantismo do filme se dá por meio de seu fator poético, louvando os aspectos mais obscuros da persona do escritor e sua depressão.
VEREDITO
A ambientação do filme nos lança de cabeça à Baltimore do século XIX. Com Luke Evans, Alice Eve o filme nos apresenta as diversas interações que passarão a definir quem Poe é diante das dificuldades que ele irá enfrentar ao longo da trama.
De maneira poética, o filme nos faz entender as dores e a vida que Poe levou enquanto nos aproximamos de seus últimos dias.
5,0 / 5,0
Confira o trailer do filme:
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O Projeto Adam é o novo longa original da Netflix e tem na direção Shawn Levy (Free Guy) e Ryan Reynolds (Deadpool) como protagonista.
SINOPSE DE O PROJETO ADAM
Em 2050 o mundo está um caos e Adam (Ryan Reynolds) quer mudar o futuro indo para o passado, regressando para 2018. Entretanto, ele acaba voltando acidentalmente para 2022 e acha seu eu com 12 anos. Agora, eles devem unir forças para derrotar a temível Maya Sorian (Catherine Keener) e impedir a criação da viagem do tempo por seu pai, Louis (Mark Ruffallo).
ANÁLISE
O Projeto Adam é um filme que tem duas faces: na primeira, ele é divertido, irreverente e dinâmico, na outra, chato, sem timing cômico e extremamente clichê, com personagens estereotipados e sem personalidade.
De positivo, temos um primeiro ato frenético, que consegue ser interessante e criar boas relações de personagens. Ryan Reynolds e Walker Scobell tem muita química, pois trazem muito carisma para as versões adulta e jovem do protagonista. Por mais que seja expositivo demais, o roteiro até que se consagra nos primeiros 30 minutos de O Projeto Adam.
As cenas de ação são legais, uma vez que são bem executadas, com uma coreografia inventiva e gagdets que funcionam em tela. A direção consegue passar cenas de impacto, mesmo que em alguns momentos use a bengala do “blip” como recurso de tela. Por fim, a trilha sonora é bem executada, pois traz um encaixe muito bom com a montagem da obra.
Se no primeiro ato o longa funciona, do segundo em diante, O Projeto Adam vira um desastre! O filme fica enfadonho, a trama empaca e as atuações dos demais atores que entram são completamente no automático. Zoe Saldana e Mark Ruffalo parecem desinteressados em estar ali, entregando performances bem automáticas. A participação de JenniferGarner é de uma coadjuvante de luxo.
O roteiro é bastante furado, algo inerente em filmes de viagem no tempo, visto que a todo o momento ele se contradiz. Em dado momento, um dos acontecimentos é esticado ao extremo, pois tem que entregar uma cena emocionante, mas que não tem nenhum sentido para existir. A vilã é extremamente genérica, sendo apenas uma empresária gananciosa em busca de dinheiro.
VEREDITO
O Projeto Adam poderia ser uma farofa sem pretensão de ser um grande longa, todavia, entra numa espiral de clichês e problemas que jogam muito para baixo a experiência de assistir ao filme.
De fato, se houvesse um pouco mais de capricho no roteiro e de interesse do elenco em participar da trama, a obra poderia ser mais legal, contudo, os problemas são muito visíveis para quem está assistindo, uma pena para quem buscava um entretenimento de qualidade.
2,5/5,0
Confira o trailer de O Projeto Adam:
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